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A motivação pode ser considerada, segundo Robbins (2010), como um processo responsável pela intensidade (energização), direção (foco) e persistência (manutenção) dos esforços de uma pessoa ou grupo de pessoas para o alcance de determinados objetivos/ metas.

Disponível em <http://newserrado.com/2009/08/15/charges-e-tirinhas/>
Acesso em 02/10/2016.
Sobre as teorias de motivação, segundo Robbins (2010),
as teorias contemporâneas foram desenvolvidas no século XXI e representam o que tem de mais confiável e aplicável em termos de estratégias motivacionais no trabalho.
a Teoria das Necessidades de McClelland explica que a necessidade de supervisão constante eleva a produtividade dos empregados e seus resultados para a organização.
as antigas teorias representam os fundamentos sobre os quais as teorias modernas se desenvolveram e alguns executivos ainda utilizam esses conceitos e suas terminologias para explicar a motivação de seus empregados.
os resultados do estudo de Herzberg (Teoria de dois fatores) sugerem que os fatores envolvidos na produção da satisfação (e motivação) no trabalho são separados e distintos dos fatores que levam à insatisfação no trabalho, devido ao caráter antagônico desses dois sentimentos.
por volta de 1950, três teorias específicas foram formuladas sobre motivação: a Hierarquia das Necessidades, as Teorias X e Y e a Teoria de dois fatores. Essas teorias nunca tiveram sua validade questionada, pois outras explicações mais recentes foram incapazes de abarcar toda a abrangência das primeiras.