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Disponível em < http://aimportanciadasorganizacoes.blogspot.com.br/2014-05-01-archive.html> Acesso em 02/10/16.
A partir da compreensão de Robbins (2010), acerca da mudança organizacional e da administração do estresse, afirma-se:
I- A tecnologia está mudando o trabalho e as organizações.
II- A economia globalizada significa que a concorrência pode estar do outro lado da cidade ou do outro lado do mundo.
III- As organizações mais bem sucedidas serão aquelas capazes de mudar para responder a concorrência.
IV- As tendências sociais também se modificam.
V- A natureza de trabalho também é mutável e as organizações hoje precisam se ajustar a uma ambiente multicultural.
Diante desse cenário, Robbins (2010) aponta como consequência para os indivíduos e para as organizações:
As organizações e seus membros resistem à mudança. Isso dificulta a adaptação e o progresso.
A resistência à mudança é sempre padronizada: manifesta-se em boicotes, queda de produtividade e pedidos de demissão.
Para minimizar os efeitos da resistência à mudança, basta que as pessoas sejam comunicadas dos processos decisórios pela chefia direta antes de sua implementação pela organização.
O uso da coerção, ou seja, ameaças diretas ou de força sobre os resistentes – como possibilidades de transferências, perdas de promoções, avaliações negativas de desempenho – pode ser utilizada como última tentativa de superação da resistência à mudança.
Toda mudança que ocorre por causa da tecnologia é mais fácil de ser assimilada do que aquelas que ocorrem por fatores econômicos e sociais.