A avaliação corresponde, segundo Idalberto Chiavenato, à comparação dos resultados alcançados, descritos pelos indicadores
de desempenho, com o desempenho pretendido, descrito pelos objetivos estratégicos e metas definidas, constituindo-se em
importante instrumento para a promoção da aprendizagem organizacional. Contudo, na prática, as organizações incorrem, com
certa frequência, em erros e distorções no processo de avaliação de desempenho. Entre eles, a denominada recenticidade,
quando o avaliador
A
mantem o mesmo padrão de avaliação, por força do hábito, mantendo os mesmos conceitos em relação ao avaliado em
todas as avaliações.
B
leva em conta opiniões pessoais sobre o avaliado, atuando de forma tendenciosa de acordo com preferencias e antipatias.
C
se atem apenas aos últimos acontecimentos, de forma que os erros e acertos recentes interferem demasiadamente no
resultado da avaliação.
D
nivela o julgamento do avaliado a partir da generalização de um aspecto da avaliação, positivo ou negativo, para todos os
demais.
E
se apresenta pouco rigoroso na avaliação, minimizando os erros do avaliado e evitando assumir valores extremos.