Costuma-se apontar a tomada de decisão como o cerne da atividade do gestor e, nesse contexto, a doutrina identifica diferentes
tipos de decisão entre as quais as denominadas decisões programadas, que
A
são aplicadas sem a participação do gestor, com a utilização da tecnologia da informação, sistemas e softwares.
B
se contrapõem, pelo seu caráter racional, às decisões intuitivas, estas últimas também denominadas não-programadas.
C
devem ser tomadas em período de tempo determinado, sob pena de se tornarem ineficazes.
D
correspondem aos objetivos e metas estabelecidos no planejamento estratégico da organização.
E
fazem parte do acervo de soluções da organização, não demandando criação de novas alternativas.