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A política de reforma do Judiciário implantada pelo...

A política de reforma do Judiciário implantada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a partir de 2005, contemplou, desde o início, indicadores de desempenho para sua avaliação de eficiência, a partir de elementos de custo-benefício e custo-efetividade. O painel de dados (2016-2018) a seguir mede e compara quantitativamente a evolução das reformas implantadas nos Tribunais de Justiça Estadual da Região Sudeste, a partir do relatório “Justiça em Números” do CNJ. No método de cálculo selecionado, considera-se que as unidades mais eficientes apresentam um score de 1.000 ou 100%, e as unidades mais ineficientes com menor score.


Tribunal de Justiça

2016

2017

2018

Espírito Santo

0.320

0.316

0.416

Rio de Janeiro

0.771

0.707

0.828

Minas Gerais

0.561

0.488

0.479

São Paulo

0.772

0.898

0.874

Média Nacional

0.416

0.428

0.438


Fonte: Adaptado de YEUNG, L. L. Evolução recente da eficiência do Judiciário Brasileiro (2016-2018). Revista de Estudos Empíricos em Direito, v. 9, 2002, pp.20-21.


Considerando-se os dados do painel, é correto afirmar que:


A

São Paulo mostrou-se como o mais eficiente ao longo de três anos;


B

Espírito Santo dobrou seu score, tornando-se 50% mais eficiente;


C

Rio de Janeiro manteve uma taxa constante de aumento de score no período;


D

Tribunais da Região Sudeste encontram-se acima da média nacional no período indicado;


E

Minas Gerais ultrapassou positivamente seu desempenho no último ano quando comparado ao primeiro.