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A Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP) utiliza os balanços públicos como principais demonstrativos para evidenciar a situação patrimonial, financeira e orçamentária do ente. O Balanço Orçamentário, o Balanço Financeiro e o Balanço Patrimonial têm focos distintos. Sobre esses demonstrativos, assinale a alternativa CORRETA.
O Balanço Orçamentário demonstrará a receita e a despesa previstas em confronto com as realizadas, evidenciando o resultado orçamentário (superávit, déficit ou equilíbrio) do exercício.
O Balanço Financeiro é o demonstrativo que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública, apresentando o Ativo, o Passivo e o Patrimônio Líquido.
O Balanço Patrimonial evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que se transferem para o início do exercício seguinte.
A Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP) é o demonstrativo que compara a receita prevista com a arrecadada e a despesa autorizada com a paga, focando exclusivamente no fluxo de caixa.
Considere que determinado órgão público federal decida colocar em execução um novo projeto relacionado à educação que envolva novas despesas para a instituição. Porém, verificou-se, após análise cuidadosa, que as despesas do projeto ultrapassavam os limites previstos na lei orçamentária para projetos dessa área. Diante disso, tendo por base as normas de administração financeira e de contabilidade previstas pelo Decreto-Lei nº 200/1967, tal despesa:
Não poderá ser realizada, pois o custo não excede os limites previamente fixados em lei.
Poderá ser realizada, desde que seja executada por meio da contratação de serviços privados.
Poderá ser realizada, desde que existam créditos excedentes de despesas previstas para projetos de outra área.
Não poderá ser realizada, pois nenhuma despesa poderá ser realizada sem a existência de crédito que a comporte.
Considerando a fonte dos recursos utilizados para compra de uniformes e os valores apresentados, é correto afirmar que
por se tratar de recursos próprios, é dispensada a autorização legislativa via Lei de Orçamento Anual, cabendo apenas a anuência do ordenador de despesa.
a fonte dos recursos não impacta a necessidade de autorização legislativa, sendo obrigatória a aprovação pela Lei de Orçamento Anual.
a Secretaria Municipal de Educação e Cultura possui autonomia para tomada de decisão sobre seus gastos, desde que estejam previstos, ao menos, no Plano Municipal de Educação.
o gasto deve ser previsto nas três peças de planejamento público, impossibilitando qualquer alteração posterior entre o que foi planejado e aprovado pelo legislativo à época da elaboração e o que será executado pelo gestor público.
por se tratar de despesa realizada com recursos próprios e não do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), estes valores não integralizam os percentuais mínimos que devem ser gastos com educação.
Na administração pública, projetos são considerados instrumentos de programação para a concepção e implementação de programas públicos.
Certo
Errado
Estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da Administração Pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Esse objetivo refere-se à lei que regulamenta
o plano plurianual.
o orçamento anual.
os créditos adicionais.
as diretrizes orçamentárias.