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Em um dos seus artigos, o antropólogo José Reginaldo Gonçalves discute os chamados “ben...

Em um dos seus artigos, o antropólogo José Reginaldo Gonçalves discute os chamados “bens inalienáveis”. Diz ele:


“Os interesses mobilizados pela possibilidade de comprar e vender livremente determinados bens eram vistos como um meio nefasto de descaracterização desses bens e de perda de sua autenticidade. A busca da autenticidade confundia-se, de certo modo, com uma constante e obsessiva proteção contra os efeitos de mercado.”


Essa reflexão ajuda a problematizar a oposição entre as seguintes arenas de valoração:


A

mercadorias e objetos sagrados;


B

patrimônio e mercado;


C

religião e laicidade;


D

patrimônio e religião;


E

rituais e mercado.