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A topografia é um recurso “base” de qualquer projeto ou qualquer obra realizada por engenheiros ou arquitetos. Segundo Domingues (1979), “obras viárias, núcleos habitacionais, edifícios, aeroportos, hidrografia, usinas hidrelétricas, telecomunicações, sistemas de água e esgoto, planejamento, urbanismo, paisagismo, irrigação, drenagem, cultura, reflorestamento” se desenvolvem em função do terreno sobre o qual se assentam. Considerando, agora, um assentamento de unidades habitacionais em terreno com declividade acentuada, quais medidas seriam mais indicadas para viabilizar um traçado viário adequado e otimizar a locação de habitações e equipamentos de uso comum de forma mais econômica?
Trabalhos de terraplanagem geral, compensando a porção de terreno mais baixa com o movimento de terras da porção de terreno mais alta.
Cortes sistemáticos no terreno no sentido perpendicular às curvas de nível, com movimentos de terra para compensar declividades, buscando o nivelamento das bases de assentamento das obras.
O traçado para aberturas de vias, acompanhando as curvas de nível lançadas pelos estudos planimétricos e altimétricos e o terraceamento intercalado de terreno, formando bases para o assentamento das construções.
A previsão simplificada de aterramento das partes mais baixas do terreno, buscando facilitar a obtenção de platôs nos quais seja viável implantar as habitações e os equipamentos.
A criação de muros de arrimo para sustentação dos pontos de terreno em declive afetados pelos cortes de terreno transversal às curvas de nível.