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Sendo o controle da infecção hospitalar fortemente dependente de condutas, as soluções arquitetônicas passaram a admitir possibilidades tradicionalmente a elas vedadas, por contribuírem para o combate de moléstias. Segundo a RDC nº 50/2002, são critérios de projeto que auxiliam nas estratégias contra a transmissão de infecções, EXCETO:
a exigência de que todas as áreas "molhadas" do EAS tenham fechos hídricos (sifões) e tampas com fechamento escamoteável, além da proibição de instalação de ralos em todos os ambientes onde os pacientes são examinados e tratados.
a proibição de localizar EAS em zonas próximas a depósitos de lixo, indústrias ruidosas e/ou poluentes.
a definição de circulações exclusivas e independentes para elementos sujos e limpos.
a proibição de instalar bidês.