

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Desenho urbano pode ser entendido como processo responsável pelo tratamento físico e ambiental e, portanto, pertence ao processo de planejamento das cidades, abrangendo métodos de análise e atuação de várias disciplinas. Buscando coerência para o usuário, o desenho urbano se manifesta na forma de políticas, programas e planos. Em relação à sua categorização, a literatura sugere definições de seus respectivos critérios de qualidade setoriais, traduzindo as temáticas trabalhadas. Sobre o critério “espaços livres”, assinale a afirmativa correspondente.
Sistemas de conveniência tal como um suporte à vitalidade dos espaços urbanos. Integram um forte sistema interdependente com as atividades sociais e econômicas no nível térreo das edificações e devem ser tratados em conjunto com o sistema de circulação viária e transportes públicos.
Um dos elementos mais poderosos para a estruturação da imagem urbana compreende cones de visibilidade; relacionamentos entre volumes edificados e topografia; relacionamentos entre o novo e o conjunto edificado existente; compatibilidades tipológicas; continuidade; e, inserção na morfologia etc.
Conformam sistemas de atividades que dão conteúdo, coerência e vitalidade aos espaços urbanos. Sua interdependência é crucial; devem se organizar a partir da alocação de fortes nós de atividades (como no conceito de lojas “âncora” em shopping centers) e integrar um sistema complementar e coerente com o de movimento de pedestres e veículos.
Tão importantes quanto espaços construídos; desempenham importantes funções no espaço urbano como, por exemplo, sociais (encontros); culturais (eventos); funcionais (circulação); ou higiênicos (mentais ou físicos). Sua importância não é tanto em termos de quantidade, mas de relações ao contexto urbano e às atividades sociais às suas margens.
Considerados como sistema conformado pelos elementos complementares ao funcionamento da cidade. Devem ser cômodos ao uso; integrados ao contexto urbano (cultural e fisicamente); congruentes com os sistemas de comportamento social; e, não descuidar das necessidades físico-ergonométricas dos usuários. Caracterizados por ser locais de maior presença de elementos naturais.