Questões de Concurso sobre Morfologia Urbana

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
117 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Analise os esquemas básicos de projetos de quadras a seguir. Os lotes estão numerados em dois arranjos hipotéticos de quadras, com medidas básicas (faces de quadra, testadas, profundidades) indicadas em cotas em metros.


Imagem associada para resolução da questão


Figura 11 Esquema básico de projeto de quadra quadrática com lotes variados, cotas em metros.


Imagem associada para resolução da questão


Figura 12 Esquema básico de projeto de quadra retangular com lotes variados, cotas em metros.


Urbanisticamente, é correto afirmar que


A

o esquema de quadras de 100 m x 100 m é mais vantajoso, por alojar mais lotes em menos área, em comparação com o esquema de quadras retangulares.


B

as quadras retangulares de 150 m x 75 m são mais vantajosas, porque dispõem de maior intervalo entre vias e de sistema viário mais caminhável.


C

quadras quadráticas têm menor rendimento em metros lineares de face de quadra por lote, indicando uso menos intensivo da terra e menor aproveitamento do solo.


D

os esquemas representam, respectivamente, maior intensidade de uso da terra, com maior custo viário, e menor quantidade de lotes, com racionalização de acessos.


E

tais parâmetros são relativos, pois o custo da infraestrutura depende da qualidade dos materiais e acabamentos utilizados e especificados na execução de obra.

Leia o resumo a seguir, extraído de artigo científico nacional da área de Paisagismo e Arborização Urbana.


RESUMO


A arborização urbana proporciona diversos benefícios à população, entretanto necessita de um planejamento minucioso, sendo a manutenção e execução do plano de arborização responsabilidade das prefeituras municipais. Objetivou-se avaliar quali-quantitativamente a arborização urbana de três avenidas de Marabá – PA. Por meio de um censo foram avaliados 352 indivíduos de 24 espécies pertencentes a 15 famílias botânicas. Analisou-se o estado e equilíbrio geral das árvores e possíveis problemas fitossanitários. As famílias mais ricas em espécies encontradas nas 3 vias foram: Fabaceae, Anacardiaceae e Bignoniaceae. As espécies Licania tomentosa (benth) (nome popular Oiti), Ficus benjamina L. (nome popular Ficus, Ficus-Benjamin ou Figueira), Terminalia catappa L. (nomes populares Amendoeira, Chapéu de Sol ou Castanhola) e Clitoria fairchildiana R.A.Howard (nomes populares Palheteira ou Faveira) foram encontradas em todas as avenidas. A arborização das três avenidas foi composta por quase 50% de espécies exóticas. O índice de Odum variou de 1,24 a 3,09, demonstrando variação na diversidade de espécies utilizadas nas avenidas estudadas. Do total de indivíduos encontrados nas avenidas, 65,34% demonstraram um estado geral classificado como bom, entretanto 61,65% não apresentaram equilíbrio entre caule e copa, podendo indicar risco de tombamento. Somado a isso, 75% dos indivíduos analisados apresentaram pelo menos um tipo de problema fitossanitário, principalmente no caule. Os resultados expõem problemáticas na arborização local que poderiam ser evitados se houvesse planejamento e acompanhamento correto.


Palavras-chave: Ecossistema urbano; Composição florística; Floresta Urbana; Diversidade arbórea; Planejamento Urbano.


Fonte: Lopes, Fernanda Santos; Cruz, Felipe Valente da; Wanzerley, Myriam Suelen da Silva; Rodrigues, Julia Isabella de Matos; Barros, Welton dos Santos; Martins, Walmer Bruno Rocha. DIAGNÓSTICO QUALI-QUANTITATIVO DA ARBORIZAÇÃO DE TRÊS AVENIDAS DE MARABÁ - PARÁ, BRASIL. REVSBAU (Revista Brasileira de Arborização Urbana; Sociedade Brasileira de Arborização Urbana), Curitiba – PR, v.16, n.3, p. 63-75, 2021. (Obs.: As indicações de nomes populares de espécies arbóreas e grifos ao texto são acréscimos da elaboração da prova.)


Imagem associada para resolução da questão


Figura 16 Área de estudo do artigo sobre arborização urbana em Marabá, com indicação de avenidas estudadas. Fonte: [Lopes, Fernanda Santos; Cruz, Felipe Valente da; Wanzerley, Myriam Suelen da Silva; Rodrigues, Julia Isabella de Matos; Barros, Welton dos Santos; Martins, Walmer Bruno Rocha. DIAGNÓSTICO QUALIQUANTITATIVO DA ARBORIZAÇÃO DE TRÊS AVENIDAS DE MARABÁ - PARÁ, BRASIL. REVSBAU (Revista Brasileira de Arborização Urbana; Sociedade Brasileira de Arborização Urbana), Curitiba – PR, v.16, n.3, p. 63-75, 2021.]


Considerando aspectos do Paisagismo e da Arborização Urbana, e em atenção à delimitação das vias urbanas de Marabá estudadas no artigo (ilustradas acima), é correto afirmar que


A

as espécies arbóreas citadas como mais recorrentes em Marabá são nativas do bioma amazônico, com adequação climática ideal, sendo necessária sanitização dos indivíduos e substituição de árvores senis ao longo das vias.


B

nem todas as espécies mais incidentes são nativas, mas possuem boa adaptação climática, apesar de portes variados, sendo o Ficus uma espécie de interação inadequada para logradouros urbanos, por suas raízes em bandeja.


C

o Oiti costuma ter incidência na arborização urbana do Brasil, mas apresenta-se como espécie inadequada pelo alto volume de pragas e riscos à saúde humana, além de possuir folhagem caducifólia, inadequada ao clima local.


D

a Palheteira, espécie arbórea exótica de médio porte, tem folhagem de média densidade, provendo sombra transparente, não muito densa, além de ser resinosa e atrair vetores e pragas por seus frutos; indica-se substituição.


E

a Castanhola é árvore nativa do bioma amazônico, cujo emprego no Paisagismo urbano é recomendado devido à sua folhagem perenifólia, ao seu porte médio e às suas raízes pivotantes, sendo ela, das quatro citadas, a mais indicada.

A integração entre modos de transporte em uma cidade urbana é o processo de conectar diferentes meios de transporte de forma eficiente, permitindo que os usuários utilizem múltiplos modais — como ônibus, metrô, trem, bicicletas ou transporte por aplicativo.

A integração entre modos de transporte em uma cidade urbana tem, como principal objetivo,


A

reduzir o tempo total de deslocamento, eliminando completamente a necessidade de transporte individual.


B

incentivar que os usuários priorizem um meio de transporte principal durante a viagem, ainda que isso signifique aumento de custo.


C

coordenar horários e trajetos entre modais, de forma a atender grupos prioritários.


D

facilitar o uso contínuo e eficiente de diferentes meios de transporte, simplificando deslocamentos e bilhetagem.


E

promover o uso de modos de transporte sustentáveis, como bicicletas e transporte coletivo, eliminando outros modais.

Na figura a seguir, observam-se hidrogramas típicos, A (linha pontilhada) e B (linha espessa contínua), referentes ao funcionamento teórico de uma bacia de drenagem antes e depois da ocupação urbana:


Imagem associada para resolução da questão


(São Paulo, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Manual de drenagem e manejo de águas pluviais: gerenciamento do sistema de drenagem urbana. Adaptado)


Considere as afirmações a seguir:


I. A urbanização, ao aumentar a impermeabilização do solo e reduzir a cobertura arbórea, reduz os tempos de concentração de vazões em uma bacia de drenagem.

II. A urbanização, ao aumentar a impermeabilização do solo e reduzir a cobertura arbórea, aumenta as vazões totais em uma bacia de drenagem.

III. A urbanização, ao aumentar a impermeabilização do solo e reduzir a cobertura arbórea, aumenta os tempos de concentração e as vazões totais em uma bacia de drenagem.

IV. Os volumes totais, representados pela área sob cada uma das curvas, são os mesmos na situação A e na situação B.

V. A curva A representa a situação antes da urbanização; e a curva B, depois da urbanização, porque em B o volume de enchente e os picos são mais altos e mais rápidos.


Estão corretas somente as afirmações


A

I, II e V, sendo que I e II explicam V.


B

II, III e V, sendo que II e III explicam V.


C

I, II, IV e V, sendo que I e II explicam IV e V.


D

II, III e IV, sendo que II e III explicam IV.


E

I, II e IV, sendo que I e II explicam IV.

A morfologia urbana estuda a forma física da cidade e sua evolução. Seus elementos fundamentais são o sistema de vias (traçado), a divisão fundiária (parcelamento) e o tecido construído (edificações). Qual conceito descreve a relação entre a área total construída de uma edificação e a área total do seu terreno?


A

Coeficiente de Aproveitamento (CA).


B

Taxa de Permeabilidade (TP).


C

Taxa de Ocupação (TO).


D

Gabarito (Altura Máxima).

Em 2009, a Prefeitura de Copenhague publicou "Uma Metrópole para as Pessoas", um documento inspirado na teoria de Gehl Architects que permitiu elaborar uma visão e os objetivos para a vida urbana na capital dinamarquesa a partir de 2015. As autoridades de Copenhague se propuseram a torná-la a cidade mais habitável do mundo, ou seja, uma cidade sustentável na qual, através de seus espaços públicos, convida as pessoas a ter uma vida única e variada.


Considerando cinco conselhos urbanos defendidos por Jan Gehl, assinale a seguir a alternativa que corresponde a uma ação descrita em Copenhague:


A

Deter a construção de "arquitetura barata para a gasolina".


B

Proibir o automóvel.


C

Fazer da vida pública o eixo do desenho urbano.


D

Impulsionar o transporte público equitativo.


E

Projetar experiências multissensorais.

Em se tratando de contextos de regiões metropolitanas, regiões integradas de desenvolvimento e aglomerados urbanos no Brasil, em razão de sua complexidade e por envolverem diversos municípios, a participação da população deverá ocorrer exclusivamente por meio de associações de cunho estadual, com abrangência além de limites urbanos específicos.


C

Certo


E

Errado

A morfologia urbana estuda as formas da cidade e seus processos de transformação. Conceitos como o de "tecido urbano" são fundamentais para essa análise. Sobre os elementos que compõem o tecido urbano, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:


(__)O tecido urbano é compreendido como a articulação entre o sistema de espaços públicos (ruas e praças) e o sistema de espaços privados (parcelamento em lotes e as edificações).

(__)O traçado viário de uma cidade, seja ele em malha ortogonal, radial ou orgânico, é um dos principais componentes que estruturam o tecido urbano.

(__)A tipologia edilícia, que se refere aos modelos de edificações (casas unifamiliares, edifícios de apatamentos, etc.), não é considerada um elemento constituinte do tecido urbano, sendo objeto de estudo apenas da arquitetura.

(__)A relação entre a altura das edificações e a largura dos logradouros públicos é um fator importante na caracterização e na percepção do tecido urbano.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:


A

F, V, F, V.


B

V, F, V, F.


C

F, F, V, F.


D

V, V, F, V.

Considere um projeto de revitalização urbana que visa melhorar a qualidade de vida em uma determinada região. Dentre as iniciativas propostas, destaca-se a criação de espaços verdes para promover a interação com a natureza. Nesse contexto, analise as afirmações a seguir:


I. A implementação de áreas verdes em ambientes urbanos pode contribuir para a redução do efeito de ilha de calor, proporcionando um clima mais ameno.

II. A introdução de vegetação nas áreas urbanas pode ajudar a melhorar a qualidade do ar, uma vez que as plantas realizam a absorção de poluentes atmosféricos.

III. A construção de estruturas urbanas densas e a redução de áreas verdes são práticas recomendadas para minimizar os impactos ambientais.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


A

I, apenas.


B

II, apenas.


C

I e II, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

Na consulta à Carta Brasileira para Cidades Inteligentes, o arquiteto observou que a maioria das recomendações de ação referentes ao objetivo estratégico de “construir meios para compreender e avaliar, de forma contínua e sistêmica, os impactos de transformação digital nas cidades” contempla todos os segmentos de público-chave apresentado na Carta.


Uma recomendação, dentro do mesmo objetivo, que abrange apenas parte desses segmentos é:


A

tecnologias assistivas;


B

avaliação de impactos;


C

monitoramento de ações públicas;


D

integração de campos disciplinares;


E

ciência, tecnologia e inovação para a transformação digital.

Segundo Mascaró (1994), o traçado urbano começa pela definição de avenidas, ruas e caminhos para pedestres, necessários para tornar acessíveis as diferentes partes do espaço a serem organizadas. Essas avenidas, ruas ou caminhos assumem traçados e desenhos muito diferentes conforme a topografia do local, as características do usuário e o motivo pelo qual transita nestas vias. Sobre a temática de malhas urbanas, complete as afirmativas a seguir:


|- Do ponto de vista econômico e, em princípio, todos os traçados não-ortogonais têm custos maiores que os ortogonais e apresentam taxas de aproveitamento menores porque formam _____________ irregulares, significando assim uma dupla “deseconomia”.

Il- Os quilômetros de vias necessárias para servir uma mesma área urbana são maiores, e o perímetro dos quarteirões aumenta na medida em que se afasta do quadrado. Os cruzamentos, por serem ______________, também terão maior superfície a ser pavimentada.

Il - Na malha urbana aberta, para áreas urbanas iguais são necessários _____________ quilômetros de vias e mais lotes servidos, se usadas criteriosamente.

IV - No conjunto, o custo de implantação de cada lote na malha urbana _______________diminui entre 20% e 25%.


A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é:


A

redes, maiores, muitos, aberta.


B

glebas, atípicos, menos, aberta.


C

áreas, típicos, mais, mista.


D

estruturas, ortogonais, poucos, fechada.


E

cidades, menores, mais, semi-aberta.

“O instrumento, que compete à política urbana, pelo qual a Administração transfere o uso remunerado ou gratuito de terreno público a particular, como direito real resolúvel, para que dele se utilize em fins específicos de urbanização, industrialização, edificação, cultivo ou qualquer outra exploração de interesse social é denomina-se ____________ de uso e pode ser utilizado em ____________________.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.


A

autorização / organizações sem fins lucrativos


B

concessão / preservação de patrimônio arquitetônico


C

permissão / programas habitacionais de interesse social


D

concessão de direito real / projetos habitacionais de interesse social

As características morfológicas e urbanas de uma cidade ou região podem influenciar sobremaneira na mobilidade e na circulação urbana e regional.


Assinale a opção que apresenta a situação em que estas características se evidenciam.


A

Cidades planas são favoráveis para o uso de bicicletas, desde que não sejam para alcançar distâncias maiores.


B

Áreas de interesse ou proteção ambiental requerem a construção de infraestrutura e a expansão de transportes coletivos motorizados para vencer longas distâncias.


C

Cidades ribeirinhas apesar de exigirem construções onerosas – como pontes, oferecem um potencial paisagístico para implantação de calçadões e ciclovias.


D

Tecido urbano seccionado por rodovias impede a sua expansão de forma contínua e natural, mas, por outro lado, estimula a integração intraurbana.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre equipamentos urbanos.


( ) Equipamentos urbanos referem-se a infraestruturas e serviços públicos essenciais, como escolas, hospitais, redes de transporte e saneamento, que servem às necessidades da população em áreas urbanas.

( ) A localização estratégica de equipamentos urbanos pode melhorar a acessibilidade e a qualidade de vida, ao reduzir o tempo de deslocamento e facilitar o acesso a serviços essenciais.

( ) Equipamentos urbanos são normalmente definidos apenas como estruturas de lazer, como praças e parques, sem incluir serviços públicos de saúde ou educação.

( ) A distribuição desigual de equipamentos urbanos pode acentuar a segregação social nas cidades, impactando diretamente o desenvolvimento urbano equilibrado.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


A

V • V • V • V


B

V • V • V • F


C

V • V • F • V


D

V • F • V • F


E

F • V • F • V

Ao implantar um edifício em um terreno, o arquiteto deve considerar uma série de fatores para garantir uma integração adequada com o entorno e uma eficiência no uso do espaço. Qual das alternativas abaixo apresenta a sequência correta e lógica de etapas que o arquiteto deve seguir para uma análise completa do terreno e seu entorno?


A

Estudo de viabilidade, levantamento topográfico, estudo de insolação e ventos e análise de infraestrutura.


B

Levantamento topográfico, análise de infraestrutura, estudo de insolação e ventos, análise do contexto urbano e estudo de viabilidade.


C

Análise do contexto urbano, levantamento topográfico, estudo de viabilidade, análise de infraestrutura e estudo de insolação e ventos.


D

Levantamento topográfico, estudo de viabilidade, análise do contexto urbano, análise de infraestrutura e estudo de insolação e ventos.


E

Estudo de viabilidade, análise de infraestrutura, análise do contexto urbano, levantamento topográfico e estudo de insolação e ventos.

A Nova Agenda Urbana foi adotada na Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III) em Quito, Equador, em 20 de outubro de 2016. Ela representa uma mudança de paradigma baseada na ciência das cidades, definindo padrões e princípios para o planejamento, construção, desenvolvimento, gestão e melhoria das áreas urbanas. O documento foi traduzido para mais de 30 idiomas, incluindo os seis idiomas oficiais das Nações Unidas.

Disponível em: https://www.brasil.un.org.

De acordo com o exposto, a Nova Agenda Urbana


A

concentra-se na relação entre ruralização sustentável e a expectativa de uma desurbanização da vida como alternativa para as próximas gerações obterem melhores oportunidades de subsistência, qualidade de vida e de trabalho.


B

foi elaborada para servir de recurso para os diferentes atores nos diferentes níveis, de periferia a centro, para organizações da sociedade civil, militar, e do setor privado e para todos residentes de espaços urbanos da América Latina, excetuando-se os governos.


C

fornece orientações sobre como a urbanização bem planejada e administrada pode ser uma força transformadora para acelerar os esforços rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial o ODS 11: tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.


D

estabelece padrões e princípios para o planejamento, construção, desenvolvimento, administração e melhorias urbanas, a partir de seis pilares: políticas regionais urbanas; legislação e regulação rural; planejamento e desenho urbano; empreendedorismo local e finanças globais; inovação imobiliária; e implantação nacional.

Por décadas, a dimensão humana das cidades tem sido negligenciada, ou progressivamente eliminada do planejamento urbano, para que outras questões ganhassem mais peso, como a acomodação do aumento vertiginoso de veículos automotores e seu tráfego intensificado, opção que tem gerado inúmeras externalidades. Essa realidade tem sido muito influenciada por ideologias dominantes que têm o automóvel como símbolo máximo da modernidade. Inúmeras estratégias têm surgido para reverter estse cenário e criar cidades para pessoas, dentre elas podemos elencar:


A

Estimular a mobilidade urbana. A vida é fundamental para criação de cidades mais humanas, sendo necessário garantir um grande número de pessoas circulando pelos espaços públicos, sem paradas e distrações, para que elas cumpram sua função de conectores de atividades.


B

Estimular a vitalidade urbana. O corpo humano, seus sentidos e sua dimensão de mobilidade são a chave do bom planejamento urbano para todos, tendo como desafio a construção de cidades esplêndidas ao nível dos olhos, com espaços qualificados onde as pessoas sintam-se convidadas a estar.


C

Estimular grandes projetos urbanos. O grande número de pessoas vivendo nos aglomerados urbanos (tendência global) e a forte mobilidade (física e digital) da população atual exigem um olhar macro do planejamento, buscando a construção de cidades com espaços urbanos amplos e edifícios icônicos, cada vez maiores, mais genéricos e padronizados.


D

Qualificar os espaços públicos. O espaço público deve ser protagonista, criando-se percursos visíveis em sua totalidade, quanto mais reto e com sensação de infinito possível (perspectiva cansativa do percurso) mais atrativos para os pedestres e mais seguros.

O objetivo do estudo morfológico é analisar a evolução das cidades partindo de seus princípios formadores, considerando suas constantes transformações e identificando seus vários elementos constitutivos. O estudo do crescimento na morfologia urbana implica no seguinte aspecto:


A

Circulação e acessibilidade.


B

Relação entre cheios e vazios.


C

Estrutura fundiária.


D

Ordenadores de espaço.


E

Intensidades e direções.

As vias urbanas são parte vital das cidades e devem proporcionar a convivência entre todos que nela passam. Dessa forma, o conceito de Ruas Completas propõe:


A

parceria público-privada para arborização com frutíferas.


B

reivindicar do Estado sinalização adequada para pessoas com deficiência.


C

manutenção das academias ao ar livre.


D

repensar o desenho viário para assegurar segurança aos usuários de qualquer modo de transporte.

O Município paraense de Igarapé-Miri, situado na Região do Baixo Tocantins, tem suas políticas urbanas e interfaces com demais políticas regidas pelo Plano Diretor Municipal, previsto na Constituição Federal de 1988 como principal instrumento legal de cumprimento da função social da cidade e da propriedade urbana, bem como das políticas afins. Considerando os Quadros I, II e III do Plano Diretor do Município de Igarapé-Miri, a seguir reproduzidos.


QUADRO I PARÂMETROS URBANÍSTICOS PARA A OCUPAÇÃO DO SOLO NA MACROZONA — URBANA DA SEDE MUNICIPAL DE IGARAPÉ-MIRI


Imagem associada para resolução da questão


1 - É obrigatório o recuo de frente de 5 metros em toda a zona urbana da sede municipal, com exceção da ZEPH.

2 - Utilizar Quadro II

3 - Utilizar Quadro III

4 - Admitido uso multifamiliar horizontal


QUADRO II ÍNDICES, RECUOS E DEMAIS RESTRIÇÕES PARA O USO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR


Imagem associada para resolução da questão


QUADRO III. ÍNDICES, RECUOS E DEMAIS RESTRIÇÕES PARA O USO NÃO RESIDENCIAL


Imagem associada para resolução da questão


Figura 1 Quadros I, II e III constantes do Plano Diretor do Município de Igarapé-Miri (Lei Municipal n.º 4948, de 06/10/2006), p. 38.


Sobre a macrozona urbana da sede municipal, é correto afirmar que


A

no caso de um lote de dimensões 10 m x 40 m na Zona Intermediária, para projeto e construção de equipamento público municipal de assistência social, a área construída líquida a ser produzida pode ser de até 800 m².


B

tomando-se um lote de 7 m x 28 m na Zona Central, temos um potencial construtivo de 196 m² para um projeto e construção de uma casa.


C

o projeto de um prédio de apartamentos na Zona Intermediária pode ser aprovado em lote de 12 m x 27 m, respeitando a área construída máxima de 810 m² e ocupando até 162 m² de área na projeção da edificação.


D

lote de 11 m x 31 m na Zona Periurbana permite escola de área construída de 400 m², em pavimentos de 200 m², com 103 m² de jardim.

 
 
Gerar simulado