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Analise as imagens do Museu de Arte de Jishou (2019), na China, projetado pelo Atelier FCJZ, a seguir.

Perspectiva do museu no contexto urbano e vista superior. Disponível em:
<https://www.archdaily.com.br/br/918782/museu-de-arte-de-jishou-atelier-
fcjz#:~:text=O%20Museu%20de%20Arte%20Jishou,aberto%20ao%20p%C3
%BAblico%20neste%20ver%C3%A3o>. Acesso em: 18 mai. 2024.

Fachada lateral e perspectiva esquemática. Disponível em:
<https://www.archdaily.com.br/br/918782/museu-de-arte-de-jishou-atelier-
fcjz#:~:text=O%20Museu%20de%20Arte%20Jishou,aberto%20ao%20p%C3
%BAblico%20neste%20ver%C3%A3o>. Acesso em: 18 mai. 2024.

Passagem e sala de exposição. Disponível em:
<https://www.archdaily.com.br/br/918782/museu-de-arte-de-jishou-atelier-
fcjz#:~:text=O%20Museu%20de%20Arte%20Jishou,aberto%20ao%20p%C3%
BAblico%20neste%20ver%C3%A3o> Acesso em 18.maio.2024.
Nos últimos anos, os projetos de instituições culturais na China têm se tornado sinônimo de edifícios autônomos, deslocados do contexto urbano e social de suas cidades, geralmente em áreas de expansão periféricas. A experiência da cidade histórica de Jishou foi diferente, graças à proposta do Atelier FCJZ, que negociou uma relocação em área central da cidade, onde não mais havia espaço suficiente para abrigar um edifício de grande porte. A abordagem do projeto, como mostram as imagens, revela o interesse em
reurbanizar dentro dos princípios distópicos de concentração e visualidade, em que a abordagem projetual confronta o edifício com o tecido urbano existente em altura, volume e forma. Sua abordagem conceitual produz a estética dissonante, condizente com os pressupostos da arquitetura e urbanismo contemporâneos.
recuperar o tecido urbano central da cidade com a construção de um museu - praça, encaixado sobre a ponte existente, integrada à vida cotidiana da cidade. A ideia do museu de arte é aproveitar a ligação entre as duas partes da cidade histórica como elemento da narrativa das exposições itinerantes.
projetar um edifício inserido no contexto urbano, em que a tipologia de ponte coberta foi atualizada em uma forma desconstrutivista, para abrigar o programa do museu, substituindo sua função como um percurso de transposição do rio. O conceito foi inspirado nas antigas pontes cobertas de Madison, nos Estados Unidos da América.
inserir o edifício no tecido urbano existente, encaixado entre os edifícios históricos que fazem frente ao rio Wanrong, integrado à vida cotidiana da cidade. Sua abordagem conceitual, ao invés de confrontar a estética e proporção das construções existentes, reinterpreta as antigas tradições de pontes cobertas chinesas com novas tecnologias e materiais