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“Da busca quase obsessiva pela restauração de uma...

“Da busca quase obsessiva pela restauração de uma urbanidade perdida – a cidade como lugar público – passa-se pois à apologia do caos, da cidade labiríntica, da errância, da (des)ordem etc.” (Arantes, 1998, p. 187).


A crítica apresentada pela autora se refere às intervenções de revitalização urbana numa busca de criar identidade e reforço de laços sociais, criando cidades labirínticas e fragmentadas. Esta crítica está relacionada:


A

a intervenções urbanas pontuais que, desde o movimento moderno, mesmo buscando reconquistar uma identidade urbana, têm produzido formas e símbolos vazios contribuindo para a fragmentação do espaço urbano.


B

a intervenções urbanas contemporâneas como o urbanismo tático e a acupuntura urbana, que não têm potencial de ativar os espaços urbanos, acentuando o esvaziamento da esfera pública urbana.


C

ao marketing urbano que produziu, especialmente na década de 1990, modelos de planejamento e gestão urbano, como Barcelona e Curitiba, facilmente replicados em outras partes do mundo.


D

aos grandes projetos urbanos e Operações Urbanas Consorciadas com potencial de transformação das cidades de todos os portes, transformando a política urbana em competitiva, num mercado globalizado.