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Assinale a alternativa que apresenta o conceito de paisagem fundamental para o desenvolvimento de um projeto paisagístico que integra jardins, grandes áreas e arborização urbana.
Separação rígida entre espaços verdes e construções
Continuidade visual e física entre diferentes elementos paisagísticos
Uso exclusivo de espécies nativas para todas as áreas verdes
Implementação de mobiliário urbano padronizado sem variação
No contexto paisagístico, os espaços livres ecléticos brasileiro dividiram-se, basicamente, em duas linhas: clássica e romântica.
Observe as características abaixo e indique com (C) ou (R), aquelas que se identificam, respectivamente, a cada linha.
( ) simetria;
( ) criação de cenários naturalistas;
( ) canteiros geométricos;
( ) utilização cênica da vegetação;
( ) eixos;
( ) traçados orgânicos e sinuosos;
( ) passeio perimentral.
Assinale a alternativa que apresenta a relação correta.
C, R, R, C, R, C e C.
R, R, C, C, R, C e R.
R, C, R, R, R, R e C.
C, R, C, R, C, R e C.
Assinale a alternativa que indica corretamente um princípio fundamental para criar um paisagismo sustentável em ambientes urbanos.
Escolher exclusivamente plantas exóticas que adicionem cor e variedade ao jardim.
Utilizar plantas nativas que são adaptadas ao clima local e requerem menos manutenção e água.
Priorizar a instalação de sistemas de irrigação automática, independentemente do consumo de água.
Optar por pavimentos impermeáveis em toda a área externa para evitar a infiltração de água.
Plantar grandes áreas de grama que necessitam de poda e irrigação frequentes.
Na elaboração de projetos de paisagismo para espaços públicos, como praças, parques e áreas de convivência, a escolha adequada de pisos, mobiliário urbano e vegetação é essencial para criar ambientes funcionais, esteticamente agradáveis e sustentáveis. Considerando as características climáticas e culturais do Nordeste do Brasil, qual das alternativas a seguir apresenta uma abordagem mais equilibrada para a escolha desses elementos?
Utilizar pisos de concreto armado em toda a extensão do espaço público, combinados com mobiliário urbano em aço galvanizado e vegetação exótica de crescimento rápido, garantindo durabilidade e baixo custo de manutenção, além de um aspecto moderno e homogêneo ao espaço.
Optar por pisos drenantes de concreto poroso ou blocos intertravados, associados a mobiliário urbano em madeira certificada e vegetação nativa adaptada ao clima local, como o ipê e o pau-brasil, visando à sustentabilidade e à criação de microclimas favoráveis ao conforto dos usuários.
Empregar pisos cerâmicos vitrificados de alta resistência, junto a mobiliário urbano de concreto pré-moldado e espécies vegetais de grande porte, como o eucalipto e o fícus, assegurando proteção solar natural e um ambiente de baixa permeabilidade para facilitar a limpeza e manutenção.
Utilizar pisos de pedra portuguesa em áreas de circulação principal, com mobiliário urbano em alumínio anodizado e vegetação ornamental de baixo porte, como palmeiras e gramados, para criar um espaço de fácil manutenção e que remeta à tradição paisagística clássica.
Implementar pisos de terra batida e cascalho em combinação com mobiliário urbano feito a partir de materiais reciclados e vegetação tropical densa, incluindo bananeiras e coqueiros, proporcionando um ambiente rústico e imersivo que contrasta com o entorno urbano.
Em margens de rios como os do município de Igarapé-Miri e suas imediações, nas áreas urbanizadas, um dos tipos viáveis de tratamento paisagístico seria o uso de
herbácea forrageira do tipo Epidendro (Encyclia conchaechila), arbusto do tipo Siriúba (Avicenie nitida Jack), ambos nas várzeas imediatas; arbóreas palmáceas como Açaí (Euterpe oleracea) ou Mutamba (Guazuma ulmifolia) nas áreas inclinadas das margens.
grama São Carlos (Axonopus affinis Chaseifolius), Helicônia, herbácea (Heliconia tenebrosa), Aninga (Maurithia montricardia L. Schott), arbustiva, nas áreas de margens e várzea imediata; árvore Buriti (Mauritia flexuosa L.) em áreas planas de terra firme.
gramínea da espécie Capim Vassoura (Andropogon bicornis L.), arbustiva da espécie Malva (Sida spp.), nas áreas planas de margens de rio, arbórea Paineira (Chorisia pubiflora) nas áreas inclinadas acima de 5% de cotas mais altas no entorno da várzea do rio.
forrageira da espécie Capim Bufel (Cenchrus ciliaris L.), herbácea da espécie Jitirana (Merremia aegyptia L. Urban), arbustivas da espécie Copaíba (Copaifera coriácea) depurando águas e contendo taludes de inclinação 30%, e arbórea Umburana (Amburana cearensis).
Processo consciente de manejo, planejamento e recriação física da paisagem que se utiliza de princípios artísticos na construção de ambientes e cenários em qualquer escala de atuação.
O trecho acima se refere a:
paisagismo
ordenação edificada
construção estrutural
hierarquia projetual
“A vegetação da caatinga é composta por plantas xerófitas. Isto porque ela é formada por espécies que acabaram desenvolvendo mecanismos para sobreviverem em um ambiente com poucas chuvas e baixa umidade. No bioma são comuns árvores baixas e arbustos. Espinhos estão presentes em muitas espécies vegetais. Nos cactos, por exemplo, eles são folhas que se modificaram ao longo da evolução, fazendo com que a perda de água pela transpiração seja menor”. Extraído de Moraes, 2021.
Com base no texto acima, é CORRETO afirmar que são vegetações representativas desse bioma:
Castanheira, Juazeiro e Umbuzeiro.
Araucária, Juazeiro e Umbuzeiro.
Araucária, Aroeira e Castanheira.
Araucária, Castanheira e Sumaúma.
Aroeira, Juazeiro e Umbuzeiro.
O projeto paisagístico da Praça Contemporânea apresenta muita similaridade com o projeto da Praça Moderna, mas resgata um item do programa de atividades que havia sido banido formalmente do espaço público durante o Ecletismo, que é vigorosamente retomado.
Este item refere-se ao uso
religioso.
cultural.
militar.
comercial.
esportivo.
A utilização do valor estético aprazível nos jardins sempre esteve diretamente relacionada às necessidades de sobrevivência das civilizações antigas, uma vez que servia à produção doméstica de frutas, verduras e ervas medicinais.
Certo
Errado
A domesticação da composição vegetal permitiu que as necessidades estéticas e os simbolismos religiosos determinassem as fronteiras espaciais da urbanidade; assim, os jardins acabaram por revelar a rica diversidade cultural dos povos.
Certo
Errado
Conforme Niemeyer (2019, p. 32), “espécies arbóreas são plantas com altura em geral acima de cinco ou seis metros, caule lenhoso, autoportantes (suportam a si mesmas), com ampla copa aérea”.
Com base no texto acima, é CORRETO afirmar que são exemplos dessas espécies:
árvores, coníferas e palmeiras.
coníferas, herbáceas e palmeiras.
árvores, coníferas e herbáceas.
arbustos, herbáceas e palmeiras.
arbustos, coníferas e palmeiras.
A ação integrada das composições arquitetônicas e vegetais visa harmonizar a representação bidimensional dos espaços livres, por meio da paginação de pisos e paredes, dos enquadramentos, dos elementos decorativos, do mobiliário e da iluminação cênica.
Certo
Errado
Por menor que seja, qualquer espaço livre, apreendido como área não contida entre vedações verticais ou horizontais como paredes e tetos, poderá ostentar um valor estético, aprazível e funcional, quando tratado na perspectiva da composição paisagística.
Certo
Errado
Conhecer as condições locais é de suma importância para o desenvolvimento de um projeto paisagístico. Para que o projeto tenha sucesso, o reconhecimento do local é o primeiro passo a ser tomado. Tão logo faça o reconhecimento da área do seu projeto, o Arquiteto poderá definir a vegetação a ser utilizada. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
A escolha da vegetação a ser utilizada não depende das condições do terreno.
A escolha da vegetação a ser utilizada deve considerar pontos como incidência solar, ventos dominantes, tipo de solo entre outros condicionantes.
A escolha da vegetação deve considerar apenas a incidência solar do local.
A escolha da vegetação não deve considerar nenhum fator em especial.
A escolha da vegetação depende apenas da escolha do Arquiteto e do Cliente.

Fonte: NIEMEYER, C. A. da C. Paisagismo: métodos e técnicas de intervenção. 3 ed. Uberlândia/MG: EDUFU, 2019. p. 89. (adaptado pelo elaborador)
Com base na imagem acima que ilustra sistema de drenagem de jardineira, é CORRETO afirmar que as camadas 1, 2 e 3 são respectivamente:
substrato, manta permeável, proteção mecânica.
material drenante, manta permeável, substrato.
substrato, manta permeável, material drenante.
material drenante, substrato, proteção mecânica.
material drenante, manta permeável, proteção mecânica.
A implementação de arborização urbana representa uma eficaz estratégia de infraestrutura nas áreas urbanas, promovendo benefícios tanto em termos ambientais quanto estéticos. Contribuindo, assim, de forma positiva para o bem-estar da população. Quanto aos desafios relacionados à arborização urbana, é correto afirmar que:
A arborização urbana não desempenha papel importante na mitigação da poluição sonora.
A poluição do ar é muito expressiva em áreas com elevada presença de arborização urbana.
A presença da arborização urbana agrava as "ilhas de calor".
A escolha inadequada de espécies pode resultar em problemas de infraestrutura, como danos às calçadas.
A arborização urbana não influencia na qualidade da água subterrânea.
O entendimento sobre os diferentes tipos de jardins é de extrema importância nos projetos paisagísticos, conferindo o melhor modelo de acordo com o clima, a região, a vegetação disponível e a finalidade. Considerando as linhas projetuais, estilos e características dos tipos de jardins, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Jardim inglês.
2. Jardim japonês.
3. Jardim romântico.
4. Jardim moderno.
5. Jardim alpino.
( ) Lugar apropriado à meditação e ao recolhimento, cujo principal fundamento é o culto à natureza. Em geral, possui poucas plantas; porém, extremamente ornamentais.
( ) Possui como características principais: traçado orgânico de caminhos; plantio que remete à paisagem campestre e planos d’água na forma de pequenos e sinuosos lagos e reservatórios, que possibilitam a imersão do usuário no interior do espaço, isolando-o da realidade urbana do entorno.
( ) Tinha na informalidade a sua característica fundamental, ao preconizar a aproximação do homem à natureza e a negação do elemento ordenado.
( ) Busca a comunicação com o interior do edifício, cujos pisos devem interagir entre si, sempre visando à continuidade de materiais e o visual.
( ) Designado para regiões de clima temperado. Nesta condição de clima é muito importante a seleção de plantas como coníferas; camélia; plátano magnólia branca; dentre outras.
A sequência está correta em
3, 2, 4, 1, 5.
2, 3, 1, 4, 5.
5, 2, 3, 1, 4.
1, 4, 2, 3, 5.
No plano de massas vegetais, é interessante tirar proveito – quando possível – dos grandes grupos de árvores, classificados de acordo com seu tipo de copa. Sobre os tipos básicos de copas e seus usos em projetos paisagísticos, assinale a afirmativa correta.
Espécies com copa vertical possuem o diâmetro da copa maior que a altura.
Espécies com copa horizontal possuem o diâmetro da copa menor que a altura.
Quando enfileiradas, as copas verticais formam grandes muros verdes que escondem vistas desinteressantes e barram o vento indesejado.
Quando plantada junto a uma varanda ou edificação, as árvores de copa vertical podem funcionar como quebra-sol para portas e janelas.
Árvores de copa horizontal praticamente não proporcionam espaços sob sua copa, mas podem ser entendidas como ponto focal em sua forma vista a distância.
Considere a figura a seguir, extraída de um Manual de Vegetação e Paisagismo editado pela FDE (SP).

Os componentes A e B indicados no desenho correspondem, respectivamente, a:
(A) tutores, que auxiliam na sustentação da muda e orientam seu crescimento, e (B) torrão, porção de terra que vem com a muda, envolvendo as raízes.
(A) tutores, que auxiliam na sustentação da muda e orientam seu crescimento, e (B) bulbo, porção de terra mais intensamente enriquecida preparada no momento do plantio.
(A) mudas auxiliares, que aumentam a probabilidade de sucesso do plantio, e (B) bulbo, porção de terra mais intensamente enriquecida preparada no momento do plantio.
(A) estaleiro, ao qual devem estar firmemente atadas as mudas, pelos primeiros cinco anos de desenvolvimento da planta, e (B) torrão, porção de terra que vem com a muda, envolvendo as raízes.
(A) estaleiro, ao qual devem estar firmemente atadas as mudas, pelos primeiros cinco anos de desenvolvimento da planta, e (B) bulbo, porção de terra mais intensamente enriquecida preparada no momento do plantio.
No projeto paisagístico, é importante o estudo dos volumes vegetais, suas características e seu potencial no desenho dos espaços, associando o efeito desses estratos verdes com as superfícies da arquitetura. O livro “Criando paisagens: guia de trabalho em arquitetura paisagística” (2006), cita que há três tipos principais de estratos vegetais:
I. arbóreo;
II. arbustivo;
III. de forração;
IV. herbáceo.
Estão corretos os tipos
I, II e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.