O tratamento sumário proporcionado pelo inventário é o
ideal para a descrição de fundos, afirma Heloísa Bellotto
em seu livro Arquivos permanentes (Rio de Janeiro: FGV
Editora, 2007. p. 198). Dentre as razões que fundamentam
sua opinião, a autora dá maior importância
A
ao tempo que seria necessário para realizar a descrição
unitária dos documentos.
B
à dificuldade de lidar com enormes massas documentais
acumuladas.
C
à precariedade dos recursos humanos existentes
nas instituições arquivísticas.
D
às características do próprio documento administrativo,
peculiarmente repetitivo.
E
aos custos financeiros elevados que a produção de
um catálogo acarretaria.