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Os historiadores reescrevem a história produzida pelos seus contemporâneos e, ocasionalmente, ainda revisam suas próprias conclusões. De modo similar, os arquivistas deveriam estar sempre vendo sua política de avaliação à luz das exigências cambiantes e expansivas da pesquisa. A opinião de Meyer H. Fishbein, partilhada por outros autores, tem como desdobramentos:
I. a presença de historiadores nas comissões de avaliação.
II. a possibilidade de reavaliar periodicamente os critérios utilizados no processo de avaliação.
III. políticas cautelosas de eliminação de documentos, garantindo a preservação de material cujo uso futuro é insuspeitado.
Do ponto de vista lógico, há coerência entre o postulado do autor e o que está enunciado em
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
I, apenas.