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Os documentos diplomáticos são aqueles de natureza estritamente jurídica que refletem, no ato escrito, as relações entre o Estado e os cidadãos.
Um dos preceitos apontados por Schellenberg para a política de descrição documental consiste na descrição pormenorizada, o que auxilia a pesquisa realizada pelos usuários.
Nessa fase, as funções arquivísticas desenvolvidas são o registro, o arranjo, a descrição e a difusão do acervo.
O repertório deve ser o primeiro instrumento de pesquisa a ser realizado depois do guia, pois permite o acesso aos documentos utilizados com maior freqüência no arquivo.
O arranjo interno adotado na organização do fundo será indicado na área de acesso e uso, segundo a Norma Isad (G).
Na análise tipológica a partir da diplomática, parte-se da espécie. Portanto, a identificação diplomática de um documento independe das características do conjunto.
A finalidade do catálogo consiste em descrever todo o acervo, abarcando os fundos em sua totalidade.
A versão atual da International Standard Archival Description (General) — ISAD (G) —, promulgada pelo Conselho Internacional de Arquivos, é parâmetro obrigatório de descrição, pois deve substituir todas as normativas nacionais dos países-membros do CIA. Dessa forma, os instrumentos de pesquisa tradicionais já não são válidos e devem ser substituídos em um curto prazo.
A ISAD (G) é baseada em um sistema de descrição multinível. Isso significa que quaisquer partes dos fundos podem ser descritas sem a necessidade de considerar os aspectos hierárquicos da organização dos documentos, uma vez que a recuperação da informação será baseada no conteúdo particular de cada unidade de descrição.
Os serviços de difusão editorial, cultural e educativa dão ao arquivo projeção na comunidade e garantem sua dimensão popular e cultural; devem, portanto, ser a principal preocupação do arquivo permanente.
contemplam o registro mais detalhado dos acervos textuais.
Um programa ou uma política de descrição que adote a ISAD-g para a descrição de seus acervos arquivísticos deve considerar que essa regra é multinível e que a série é o nível mais geral de descrição.
A descrição dos documentos assemelha-se à atividade de catalogação, sobretudo a adotada em bibliotecas.
Identificar, gerenciar e contextualizar os documentos arquivísticos são alguns dos objetivos da descrição.
O quadro de arranjo do fundo arquivístico de uma instituição deve ser estático, pois ele reflete a organização interna dessa instituição.
No quadro de arranjo, os setores que pertencem ao segundo nível da estrutura organizacional correspondem aos grupos ou seções.
De acordo com as normas da ISAD(G), o DPF poderá considerar suas superintendências como seções do mesmo fundo arquivístico.
No quadro de arranjo, os documentos fotográficos deverão constituir séries distintas das séries de documentos textuais, tendo em vista as especificidades de preservação dos diferentes suportes.
As normas são aplicáveis aos documentos textuais, fotográficos e sonoros que compõem o acervo arquivístico da ANVISA.