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Para Isabel Marques (1997), é na “perspectiva da diversidade e da multiplicidade de propostas e ações que caracterizam o mundo contemporâneo que seria interessante lançarmos um olhar mais crítico sobre a dança na escola. A transmissão de conhecimento hoje, como sabemos, não se restringe mais às suas quatro paredes” (p. 20). Nesse sentido é incorreto afirmar que
Mesmo a escola tendo negligenciado por tantos séculos o corpo, a arte e, portanto, a dança, cada vez mais a sociedade busca um modelo que quebre com esse padrão.
O papel da dança na escola formal não é – e talvez não deva ser – o único lugar para se aprender dança com qualidade, profundidade, compromisso, amplitude e responsabilidade, mas é um lugar privilegiado para que isto aconteça.
A inserção da dança no cotidiano escolar visa o fim da escola como é estruturada na atualidade.
O espaço da dança na escola e, enquanto ela existir, não poderá continuar mais sendo sinônimo de “festinhas de fim de ano”.
As demandas da sociedade tecnológica – em permanente transformação – exigem um novo posicionamento sobre o envolvimento do corpo no processo de aprendizado.