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O manejo do buril na gravação de talho-doce exige do artista firmeza e precisão. Em seu “Tratado da Gravura” (Disponível em: https://editora.uemg.br/component/k2/ item/89-tratado-da-gravura), Abraham Bosse indica a melhor posição de manuseio do buril em relação à chapa metálica para a gravação das linhas nessa técnica: a base do cabo deve estar apoiada firmemente pelo gravador e a lâmina necessita ser guiada com auxílio do dedo indicador.
O autor indica ainda que, quando se gravam as linhas de uma figura em tal técnica, é preciso conduzir o buril
o mais paralelo possível à chapa
o mais perpendicular possível à chapa
sempre em um ângulo entre 15º e 20º
paralelo à chapa para as linhas retas e em ângulo obtuso para as linhas curvas
paralelo à chapa para as linhas curvas e em ângulo obtuso para as linhas retas