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“Aidentificação da arte da ilogravura na iteratura de Cordel está cada vez mais difícil. Há pouquíssimas impressões grá X L ficas tiradas diretamente da madeira” (Franklin, 2007, p. 32). Fonte:
FRANKLIN, Jeová. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007.
Figura 1 - Capa de folheto em xilogravura de autoria de Graciele Correia Borges - NENA.

Fonte: BORGES, Graciele Correia. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007. p. 81.
A nova tecnologia trouxe novos desafios: a dificuldade de identificar se a figura é tirada da matriz de xilogravura ou não. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica a afirmativa CORRETA.
Na composição por linotipia (textos escritos em chumbo), a matriz de madeira poderá entrar para compor a página.
Nas gravuras impressas por xilogravura fora do tamanho da capa de cordel, o tato é, às vezes, o melhor juiz. A tinta da impressão deixa uma fina camada na gravura.
Aprodução independente voltou a atrair poetas e xilogravuristas pelos meios facilitadores de hoje, pois o computador é atualmente a única ferramenta capaz de formatar capas de folhetos.
Voltam os tempos de os poetas terem em casa suas gráficas. Hoje, a composição das páginas só é feita em computador em offset.
J. Borges (PE) e José Lourenço (CE) conservaram desde sempre a obsoleta composição tipográfica com os chamados cata cata “tipo-móveis” de letras (caractere) com que trabalhavam nas tipografias de época os seus textos populares.