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Na didática contemporânea da dança, influenciada por Rudolf Laban, Angel Vianna e Klauss Vianna, o movimento é compreendido como linguagem expressiva e investigativa, atravessada por dimensões subjetivas, culturais e corporais. A dança, assim, configura-se como experiência de criação, escuta do corpo e mediação simbólica. Assinale a alternativa que apresenta uma prática incoerente com essa abordagem.
A composição coreográfica pode emergir da experimentação coletiva, integrando sensações, memórias e narrativas corporais.
A improvisação favorece o diálogo entre corpo e subjetividade, desestabilizando padrões motores e estéticos cristalizados.
O ensino de dança deve incorporar práticas tradicionais, contemporâneas e populares como linguagens igualmente legítimas.
A sistematização da dança escolar deve priorizar a reprodução de coreografias padronizadas como modelo de aprendizagem formal.
A escuta do movimento vivido é fundamental para a construção de sequências didáticas sensíveis às singularidades dos corpos em cena.