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No livro “Dentro do nevoeiro”, Guilherme Wisnik discute, a partir da arte e da arquitetura, a relação entre modernismo e contemporaneidade. Segundo o autor, a estrutura urbana construída e idealizada a partir do:
modernismo priorizou um tipo de nebulosidade que talvez não nos tenha auxiliado consideravelmente. Sendo assim, Guilherme Wisnik se propõe a investigar trabalhos de arte, teóricos e arquitetos que discutem, em suas respectivas trajetórias, questões de visibilidade, tendo a nuvem como metáfora
romantismo priorizou um tipo de transparência que talvez não nos tenha auxiliado consideravelmente. Sendo assim, Guilherme Wisnik se propõe a investigar trabalhos de arte, teóricos, arquitetos que discutem, em suas respectivas trajetórias, questões de invisibilidade, tendo o nevoeiro como metáfora
romantismo priorizou um tipo de nebulosidade que talvez não nos tenha auxiliado consideravelmente. Sendo assim, Guilherme Wisnik se propõe a investigar trabalhos de arte, teóricos e arquitetos que discutem, em suas respectivas trajetórias, questões de visibilidade naturalistas, tendo a nuvem como metáfora
modernismo priorizou um tipo de transparência que talvez não nos tenha auxiliado consideravelmente. Sendo assim, Guilherme Wisnik se propõe a investigar trabalhos de arte, teóricos, práticos e arquitetônicos que discutem, em suas respectivas trajetórias, questões de invisibilidade, tendo o nevoeiro como metáfora