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O racismo institucional é o fracasso das instituições e organizações em prover um serviço profissional e adequado às pessoas em virtude de sua cor, cultura, origem racial ou étnica. Ele se manifesta em normas, práticas e comportamentos discriminatórios adotados no cotidiano do trabalho, os quais são resultantes do preconceito racial, uma atitude que combina estereótipos racistas, falta de atenção e ignorância. Em qualquer caso, o racismo institucional sempre coloca pessoas de grupos raciais ou étnicos discriminados em situação de desvantagem no acesso a benefícios gerados pelo Estado e por demais instituições e organizações. Das alternativas a seguir, assinale a que evidencia manifestação do racismo institucional.
Racismo apresentado como uma deficiência patológica, decorrente de preconceitos.
Racismo apresentado diante do modo “normal” que está presente nas relações sociais, políticas, jurídicas e econômicas.
Racismo como normalidade, funcionando tanto como uma ideologia quanto como uma prática de naturalização da desigualdade.
Concepção pela qual se conferem privilégios e desvantagens a determinados grupos em razão da raça, normalizando estes atos por meio do poder e da dominação.
A televisão pública britânica BBC anunciou, nesta segunda-feira (10/02/2020), que produzirá uma série de documentários com a participação da __________ Greta Thunberg, que falará sobre sua vida e explorará as descobertas dos cientistas. A iniciativa é uma exelente notícia, pois ajudará a divulgar em todo o mundo o trabalho desta jovem menina que luta por uma causa de interesse de todos.
Assinale a alternativa que complete corretamente a lacuna no texto:
defensora dos direitos humanos
ativista ambiental sueca
ativista social sueca
presidente da Organização das Nações Unidas (ONU)
militande em defesa do feminismo
Nas últimas décadas, uma acentuada feminização no mundo do trabalho vem ocorrendo. Se a participação masculina pouco cresceu no período pós-1970, a intensificação da inserção das mulheres foi o traço marcante. Entretanto, essa presença feminina se dá mais no espaço dos empregos precários, onde a exploração, em grande medida, se encontra mais acentuada.
NOGUEIRA, C. M. As trabalhadoras do telemarketing: uma nova divisão sexual do trabalho? In: ANTUNES, R. et al. Infoproletários: degradação real do trabalho virtual. São Paulo: Boitempo, 2009.
A transformação descrita no texto tem sido insuficiente para o estabelecimento de uma condição de igualdade de oportunidade em virtude da(s)
estagnação de direitos adquiridos e do anacronismo da legislação vigente.
manutenção do status quo gerencial e dos padrões de socialização familiar.
desestruturação da herança patriarcal e das mudanças do perfil ocupacional.
disputas na composição sindical e da presença na esfera político-partidária.
exigências de aperfeiçoamento profissional e de habilidades na competência diretiva.
Em 7 de outubro de 2019, o presidente do Chile, Sebastian Piñera, afirmou em um programa de TV nacional que "em meio a uma América Latina convulsionada, o Chile é um verdadeiro oásis, com uma democracia estável". Assinale a alternativa incorreta quanto à crise social e política no Chile.
O que desencadeou a crise chilena foi a decisão do governo de aumentar o preço das passagens de metrô. Os protestos se espalharam do metrô para as ruas e se transformaram numa revolta contra a desigualdade social no país.
No Chile, o acesso à saúde e à educação é praticamente privado, a desigualdade social é elevada, os valores das pensões estão reduzidos e os preços dos serviços básicos estão em alta.
De acordo com os indicadores do Banco Mundial, o Chile é um dos dez países mais desiguais do planeta. A grande convulsão social pela qual o país está passando expôs as deficiências do sistema político-econômico chileno, afetando subitamente a imagem do país no exterior.
Apesar da onda de protestos, recente pesquisa do instituto de opinião Cadem, revelou que 80% da população chilena considera adequados os planos de reforma do governo do presidente Sebastian Piñera.
Desde sua devolução a Pequim, em 1997, o território está passando por sua maior crise, iniciada em junho de 2019. Manifestantes começaram a protestar contra um projeto de lei que permitiria a extradição de suspeitos para a China continental para julgamentos. Os manifestantes acreditam que a iniciativa possa ser uma ameaça à independência do território e milhões de pessoas foram para as ruas. Entre os protestos, a sede o parlamento foi invadida e gerou confronto com a polícia, deixando mais de 50 feridos. O aeroporto, um dos mais movimentados do mundo, também chegou a ser fechado por dois dias devido às manifestações que ocorreram no local. (Texto adaptado. Fonte: brasilescola.uol.com.br, 08/2019)
O texto acima refere-se aos acontecimentos ocorridos em:
Coreia do Sul.
Horoshima.
Mongólia.
Taiwan.
Hong Kong.
Um dos lemas de quem participa das rebeliões populares e está em luta no Chile, dos milhões que enfrentam a sanha repressiva da Fuerza de Carabineros, das tropas do Exército e Marinha, “não é por trinta centavos, é por trinta anos”.
Marque a alternativa que apresenta o estopim da rebelião popular no Chile de 2019.
A eleição do Presidente Evo Morales.
O aumento das tarifas do Metrô de Santiago.
A predominância de opositores do neoliberalismo no poder.
A morte do líder político chileno General Augusto Pinochet.
A Queda (ou Tomada) da Bastilha ocorreu em 14 de julho de 1789 em que país? Assinale a alternativa correta:
Portugal.
Espanha.
Bélgica.
França.
Os manifestantes na França, denominados “coletes amarelos”, reúnem aposentados, artesãos, diaristas, camareiras, desempregados, operários e pequenos empresários. Eles lideraram por três semanas uma onda de protestos no país, protagonizando cenas de violência em Paris.
(Agência Brasil, 5 dez.18. Disponível em: <https://goo.gl/nj2wxW>. Adaptado)
O estopim das manifestações dos “coletes amarelos” na França foi
o encarecimento do preço dos combustíveis.
o aumento do fechamento dos postos de trabalho.
o valor da passagem do transporte público.
a proposta de privatização dos serviços de saúde.
o excessivo gasto militar promovido pelo governo.
Os Coletes Amarelos voltaram a encher as ruas para protestarem contra as políticas do governo do presidente da República, Emmanuel Macron, no mês de outubro de 2019, pela 49a semana consecutiva. O estopim das manifestações dos “coletes amarelos” na França foi:
o encarecimento do preço dos combustíveis.
o aumento do fechamento dos postos de trabalho.
o valor da passagem do transporte público.
o sistema francês de saúde falido.
Observe o quadrinho a seguir.

Disponível em: <http://www.arionaurocartuns.com.br/2018/02/charge-saude-alimentacao.html>. Acesso em: 18 jun. 2019.
Qual problema do mundo atual é representado no quadrinho?
As doenças.
A violência.
A fome.
As migrações.
No dia 25 de julho de 2019, os jornais latino-americanos repercutiam a ausência da Bolívia ao Foro de São Paulo. O chanceler, Diego Pary, declarou ao jornal Página Siete que a Bolívia “não assistirá como Estado” ao XXV Encontro do Foro de São Paulo, embora “movimentos sociais estejam participando”.
(IstoÉ. Disponível em https://bit.ly/2kacnxK. Acesso em 06.09.2019. Adaptado)
O evento foi realizado em
Havana.
Quito.
Caracas.
Bogotá.
Santiago.
Observe a notícia a seguir.
''Olho no espelho e digo 'você é linda, você é capaz, você é inteligente'', diz Miss Universo 2019, Zozibini Tunzi, sul-africana, a 6ª mulher negra a ganhar o título na história do concurso. Na noite da premiação, Zozibini falou sobre padrões de beleza e do combate às mudanças climáticas.
Por G109/12/2019 15h41

Durante a noite deste domingo (8) em Atlanta, nos Estados Unidos, que a coroou como Miss Universo 2019, Zozibini Tunzi, de 26 anos, falou sobre padrões de beleza, o combate às mudanças climáticas e por que ensinar liderança a meninas e mulheres.
A moça, a terceira vencedora da África do Sul e a primeira premiada não branca do país, é também a 6ª mulher negra a ganhar o título na história do concurso, que foi criado em 1952. A última mulher negra a levar o título foi a angolana Leila Lopes, em 2011
“Cresci em um mundo onde uma mulher que parece comigo - com meu tipo de pele e meu tipo de cabelo - nunca foi considerada bonita. E acho que está na hora de isso parar hoje. Quero que crianças olhem para mim e vejam meu rosto e quero que vejam seus rostos refletidos no meu. Obrigada." – Zozibini Tunzi, Miss Universo 2019
Zozibini estudou relações públicas na Universidade de Tecnologia da Península do Cabo (CPUT, na sigla em inglês), na Cidade do Cabo. Além de inglês, ela também fala xhosa, língua mais comumente falada na província do Cabo Oriental. É lá que fica sua cidade natal, Tsolo.
Como é tradição no concurso, a modelo teve que responder a algumas perguntas durante a premiação.
Considerando os acontecimentos noticiados, reflete-se que:
A Miss Universo demonstrou segurança e revolta pela discriminação da sua raça.
Zozibini Tunzi, devido a sua pouca idade, 26 anos, apresentou irritabilidade ao falar sobre sua cor da pele.
Com a devida prudência, a miss deu um recado preciso à violência contra a mulher.
Ela quer ensinar as crianças a acreditarem que podem vencer e viver seus sonhos.
A miss comemorou sua vitória porque aconteceu num país muito racista.
“If we burn, you burn with us” (Se queimarmos, vocês queimarão conosco”). O lema que alguém deixou escrito neste sábado no canteiro central em frente ao complexo que abriga o Legislativo, o Executivo local e os escritórios do Governo central poderia ser aplicado tanto à fúria dos manifestantes quanto à ira da polícia de Hong Kong”.
Sobre as manifestações de 2019, em Hong Kong, quais das alternativas a seguir estão corretas?
I. As manifestações tiveram início em resposta a um projeto de lei que previa que pessoas acusadas de crimes contra a China continental poderiam ser extraditadas da Região Administrativa Especial de Hong Kong.
II. Os protestos evoluíram alimentados por temores de que as liberdades de que Hong Kong desfruta em relação ao governo central chinês estejam sendo destruídas.
III. Um dos pontos reivindicados pelos manifestantes é a abertura de uma investigação sobre o comportamento da polícia nas manifestações.
IV. Os manifestantes defendem a permanência da chefe do Governo autônomo, Carrie Lam.
Denúncias de assédio sexual e de abusos contra mulheres se estendem pelo mundo todo e já se materializam em uma maior consciência social e em mudanças legislativas, em um movimento que no último ano ficou conhecido como:
Disclaimer – Aviso Legal.
Feminists – Feministas.
Liberal neofeminism – Neofeminismo liberal.
Me Too – Eu também.
Sexism – Sexismo.
Movimento começou com manifestações contra aumento de imposto sobre combustíveis, mas teve pauta ampliada. Novas mobilizações já foram convocadas para quinto fim de semana consecutivo, apesar de medidas anunciadas pelo presidente.
(G1. https://glo.bo/2U0ogUp. Publicado em 11.12.2018)
Sobre os referidos protestos, é correto afirmar que
ocorreram na França e foram protagonizados pelos chamados “coletes amarelos”.
se trata de um movimento italiano que foi liderado pelos chamados “carbonários”.
ocorreram na Alemanha e transformaram-se em um movimento contra a política imigratória do país.
ocorreram na Argentina, e as mobilizações reuniram os grupos conhecidos como “piqueteros”.
se trata de um movimento equatoriano que questiona os acordos com o FMI (Fundo Monetário Internacional).
Conforme noticiário divulgado em 30 de outubro de 2019, já são 20 mortos e passa de 9 mil o número de presos na onda de protestos no Chile, de acordo com um relatório oficial divulgado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos chileno. O balanço inclui dados de mortes e feridos contabilizados a partir de 19 de outubro, quando começaram os protestos e os tumultos.
(Terra. Disponível em https://bit.ly/322IMGk. Acesso em 02.11.2019. Adaptado)
A onda de protestos no Chile teve início com
o decreto do presidente Sebastián Piñera aumentando em 9,2% o preço da eletricidade.
o anúncio feito pelo presidente Sebastián Piñera decretando o fechamento do congresso e marcando eleições para o início de 2020.
o anúncio de aumento de 30 pesos, autorizado pelo governo, nos preços das passagens do metrô.
o aumento do desemprego das populações de menor poder aquisitivo.
a privatização de universidades públicas para equilibrar as contas do governo.
Um movimento que entrou em erupção como um protesto dos motoristas contra o aumento de impostos sobre o combustível, tem levado às ruas milhares de franceses descontentes com a política econômica e com o governo do Presidente Emmanuel Macron.
Assinale a alternativa que indica como são conhecidos os manifestantes.
Black blocs
Anarquistas
Alles enfants
Blue et rouge
Coletes amarelos
Um país da América do Sul vem sofrendo, desde outubro, violentos protestos depois que o governo anunciou o aumento das passagens de metrô, mesmo que depois o tenha revogado. Mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas em manifestação contra o governo, que colocou o exército para controlar os manifestantes. De que país estamos falando?
Argentina.
Uruguai.
Venezuela.
Chile.
Bolívia.
" Estudantes de Hong Kong boicotam aulas em desafio a Pequim Milhares de estudantes protestaram nesta segunda-feira em Hong Kong, no primeiro dia de uma campanha de duas semanas de boicote às aulas(...)".
(Disponível em: https://istoe.com.br/estudantes-de-hong-kong-boicotam-aulas-em-desafio-a-pequim/ . Acesso em: 02 set.2019).
Sobre o assunto, analise as afirmações seguintes e marque a alternativa correta:
I- A finalidade desse protesto visa manter a pressão sobre o governo leal a Pequim, que, até o momento, não fez nenhuma concessão ao movimento pró-democracia. '
II- No dia que marcava o retorno às aulas após as férias de verão os estudantes formaram correntes humanas diante dos centros de ensino.
IlI- Em vários hospitais, enfermeiros formaram filas nos corredores e exibiram cartazes.
IV- Pequim, que expressa apoio total ao governo de Hong Kong intensificou as ameaças.
Apenas as afirmações I e lI estão corretas.
Apenas as afirmações IlI e IV estão corretas.
As afirmações I, IlI e IV estão corretas.
As afirmações I, lI e IlI estão erradas.
O Chile vive uma nova onda de protestos que têm sido duramente reprimidos pelo governo, e até o dia 22 de outubro, contabilizava 15 mortos, além de diversos feridos. A motivação inicial dos protestos está descrita na alternativa:
Pelo aumento da passagem do metrô de Santiago.
Pela fraude eleitoral ocorrida na eleição de Sebastián Piñera.
Devido a violações dos direitos humanos pelo governo.
Devido a lei marcial que estabelece o toque de recolher e o estado de sitio.