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Leia atentamente os trechos a seguir.
“A rua em que nasci se chamava lindamente: Rua das Virgens. Em 55 pregaram na rua o meu nome. Escrevi desaforo, xinguei meio mundo. Mas a placa ficou lá. E na casa ainda me botam uma outra que diz que ali nasci eu, a 30 de dezembro de 1898. Conclusão: sou o único rio-grandense vivo que não pode negar a idade.”
“Sou da geração de Lampião e Luís Carlos Prestes. Também da de seis acadêmicos da Brasileira de Letras. Eu na academia? Pra quê? O Afrânio Peixoto dizia que eu era um provinciano profissional e incurável. Não sou nem federal, nem estadual. Sou municipal. Fico por aqui. E quando saio sou como pombo-correio. Volto certinho pro meu canto. Daqui, só pro Alecrim (bairro do cemitério de Natal).”
Natal é a terra do escritor, professor famoso e autor de célebre frase: “O melhor do Brasil é o brasileiro” e, também, dos trechos e anteriormente citados. Considerado um dos maiores folcloristas nacionais, trata-se de:
Olavo Bilac.
Ferreira Gullar.
Ariano Suassuna.
Câmara Cascudo.
“O estado do Rio Grande do Norte historicamente é conhecido como um dos fortes do movimento feminista no Brasil. Desde os tempos mais antigos, com a índia Clara Camarão e Celina Guimarães Viana, até os dias atuais, com a professora Debora Seabra que se tornou a primeira professora brasileira portadora da Síndrome de Down.”
(Disponível em: https://grupodiversidadepotiguar.wordpress.com/2015/03/04/conheca-10-mulheres-potiguares-que-fizeram-historia/.)
Das personalidades citadas, entre muitas outras mulheres que se destacaram e se destacam no Rio Grande do Norte, a nível nacional e internacional, Clara Camarão liderou um grupo de guerreiras nativas na luta contra os holandeses e Celina Guimarães Viana é conhecida por:
Se tornar a primeira eleitora registrada no Brasil.
Ter sido uma educadora, escritora e poetisa potiguar.
Ter sido a primeira prefeita eleita no Brasil e na América Latina.
Ter sido a primeira mulher a ocupar o cargo de deputada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
Os primeiros poços perfurados no Rio Grande do Norte, nos municípios de Grossos e Macau, por volta de 1956, tinham como objetivo estudar as possibilidades de existência de petróleo, que justificasse a exploração nessa área, que veio a ser chamada de Bacia Potiguar. Após a descoberta de petróleo e a intervenção da Petrobras, o petróleo passou a fazer parte da economia norte-rio-grandense. Atualmente
toda a produção de petróleo que ainda resiste no RN é destinada à produção de gás de cozinha (GLP – Gás Liquefeito de Petróleo).
a Petrobras, após decretar oficialmente falência, retirou sua participação na economia do Estado fechando suas refinarias potiguares.
o Rio Grande do Norte ainda é o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil. O estado do Rio de Janeiro ocupa o primeiro lugar nesse ranking.
a produção no Rio Grande do Norte reflete o esforço de milhares de trabalhadores potiguares mantendo a hegemonia na produção de petróleo em terra do país.
“No Rio Grande do Norte, o Centro de Direitos Humanos e Memória Popular (CDHMP), em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no RN (ACNUR), têm um trabalho de assistência social, integrando os refugiados no novo local de moradia. ‘A ênfase é promover ações na área de Educação, Saúde e Acesso ao Emprego e Renda’, disse Aluízio Matias, presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos. O estado abriga cerca de 22 refugiados, cuja maioria está fugindo de países da América Latina em situação de conflito. Os refugiados no Rio Grande do Norte, assim como em outras partes do mundo, estão sob o mandato do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados que desenvolve um grande trabalho de assistência humanitária.”
(Disponível em: http://www2.uol.com.br/omossoroense/300706/conteudo/cotidiano9.htm.)
Sobre a situação dos refugiados, de uma maneira geral, é correto afirmar que:
O contingente total de refugiados do estado do Rio Grande do Norte é de sírios, expulsos por guerras civis, perseguições políticas, ideológicas e religiosas, violências étnicas e tribais.
Todos os refugiados chegam ao Brasil por conta própria e em nosso país, por conta de nossa política alfandegária democrática, não enfrentam obstáculos para a integração na nova sociedade.
O Rio Grande do Norte é hoje o único estado brasileiro que recebe refugiados em programas de reassentamento, participando ativamente da implementação da política nacional sobre o refúgio.
Eles fogem, entre outras razões, devido às perseguições por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas e por não encontrarem condições de sobreviver em seu próprio país.
Leia os trechos a seguir.
“O Rio Grande do Norte terá, em breve, a sua primeira fábrica de equipamentos para energia solar. Por questões de sigilo, o governo não pôde revelar mais detalhes sobre a fábrica como nome da empresa responsável, local onde ela será instalada, nem o volume de investimentos.”
(Disponível em: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2017/02/rio-grande-norte-ganhara-primeira-fabrica-de-equipamentos-paraenergia-solar/31146.)
“Rio Grande do Norte se aproxima dos 3GW em energia eólica. Atualmente, das 106 usinas em funcionamento em todo o RN, 63 estão localizadas no Mato Grande. A região concentra 60% de todos os parques eólicos do Rio Grande do Norte. A área engloba os municípios de João Câmara, Parazinho, São Miguel do Gostoso, Jandaíra, Pedra Grande e Rio do Fogo.”
(Disponível em: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2016/08/rio-grande-norte-se-aproxima-dos-3gw-em-energia-eolica/29981.)
Os dois trechos anteriores se relacionam à(s)
Produção de bioenergia do RN.
Produção de energia limpa do RN.
Fontes não renováveis de energia do RN.
Hegemonia da produção energética do RN.
“Apesar da chuva, reservatórios do RN continuam em situação crítica –70% dos açudes monitorados estão secos ou em volume morto. Nível baixo das águas da maior barragem do estado fez ressurgir as ruínas do cemitério da antiga cidade de São Rafael. Apesar das chuvas que caíram no fim de semana em 39 municípios do Rio Grande do Norte, as reservas hídricas do estado continuam em situação crítica, aponta relatório do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn).”
(Disponível em: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2016/02/maior-barragem-do-rn-volta-receber-agua-mas-volume-ainda-e-critico.html.)
A maior barragem do estado do Rio Grande do Norte a que se refere o enunciado é:
Umari.
Santa Cruz.
Gargalheiras.
Armando Ribeiro Gonçalves.
“A previsão é de inverno abaixo da média para os próximos meses na região Nordeste. É o que aponta o relatório da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). As chuvas deverão ficar 35% dentro da normalidade e somente 20% acima do normal, segundo previsão dos meteorologistas que participaram do 17º Workshop Internacional de Avaliação Climática, reunião que reuniu especialistas de sete estados, entre eles o Rio Grande do Norte, com apresentação de prognóstico para abril, maio e junho.”
(Disponível em: http://www.fiern.org.br/index.php/noticias/noticias-fiern/1885.)
O clima do Rio Grande do Norte sofre variações de região para região. Assinale a alternativa que apresenta um dos tipos de clima que caracterizam esse estado.
Agreste.
Semiárido.
Equatorial.
Setentrional.
“A Campanha da Fraternidade (CF) 2017 tem como tema ‘Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida’ e o lema ‘Cultivar e guardar a criação’. Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a campanha teve início em todo o país no dia 1º de março.”
(Disponível em: http://www.a12.com/noticias/detalhes/campanha-da-fraternidade-2017-ja-conta-com-texto-base-cartaz-e-hino.)
A proposta é dar ênfase à diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam. Assinale a alternativa que contém um bioma do Rio Grande do Norte.
Pampa.
Caatinga.
Mata de Cocais.
Mata de Araucária.
“O jornal Financial Times afirma que, de acordo com a Polícia Federal, a operação ‘Carne Fraca’ simboliza a moral fragilizada dos agentes públicos que supostamente permitiram-se serem corruptos. A publicação também destaca que a investigação pode minar a credibilidade das empresas envolvidas e da indústria brasileira de carne: ‘A investigação (...) levantará preocupações sobre a pecuária e a indústria de carne do Brasil, que cresceu na última década e se tornou uma das mais importantes do mundo’.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/imprensa-internacional-repercute-operacao-carne-fraca-no-brasil.ghtml.)
No Rio Grande do Norte (RN), em relação à pecuária é correto afirmar que:
A partir da criação de “oficinas” de carne seca (carne salgada), o comércio de carne fresca foi extinto.
A pecuária bovina é, de longe, a principal atividade do RN, sustentáculo de sua economia desde os tempos coloniais.
Essa atividade econômica exerceu um papel importante na ocupação e no povoamento do sertão e de terras do agreste norte-riograndense.
O setor da pecuária que já calculava muitos prejuízos provocados pela seca, com o problema da “carne fraca” deteriorou-se por completo.
Observe a imagem.

(Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=forte+dos+tres+reis+magos+em+natal_AUIBygC&biw=1920&bih=925&dpr=1#imgrc= OMEpNapGGLKiAM.)
Este ponto turístico e histórico de Natal é um dos mais importantes da cidade. O Forte dos Reis Magos guarda uma grande herança sobre a história da cidade e sua fundação. Sobre esse forte é correto afirmar que:
Foi edificado pelos holandeses durante a ocupação que fizeram no Nordeste brasileiro.
Foi neste forte que os ingleses, outros invasores estrangeiros, se renderam à revolta luso-brasileira.
Foi edificado como resposta da coroa portuguesa e espanhola à ameaça dos corsários franceses que traficavam o pau-brasil.
É o primeiro forte a ser construído no Brasil, erguido ainda no início da colônia e, hoje, considerado patrimônio histórico e cultural do Brasil.
“Em 1942, época da Segunda Guerra Mundial, a posição geográfica de Natal foi classificada como ‘um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo’ pelo Departamento de Guerra dos EUA. Na época as praias de Natal eram frequentadas somente por pescadores e a população ribeirinha. Os militares americanos tornaram algumas praias famosas, como a Praia dos Artistas, que recebeu esse nome por causa das muitas personalidades que eram vistas no lugar.”
(Disponível em: https://vivernatal.wordpress.com/2014/01/02/11-curiosidades-de-natal-rn-que-poucos-sabem/.)
Os demais pontos, considerados também estratégicos na avaliação norte-americana, foram:
Panamá, Bering e Cuba.
Mancha, Kiel e Houston.
Danúbio, Corinto e Midi.
Suez, Gibraltar e Bósforo.
O Rio Grande do Norte apresenta condições edafoclimáticas favoráveis ao desenvolvimento de atividades econômicas, tais como a carcinicultura, a fruticultura irrigada, a indústria de alimentos e bebidas, entre outras. Sobre a questão ambiental no Rio Grande do Norte, analise as proposições abaixo:

Estão corretas apenas as afirmações:
“‘Duas Unhas de Queijo’ é o livro que resgata a história dos queijos artesanais brasileiros. Segundo o autor, ‘Depende do clima, da altitude, da espécie de pastagem, da forma de manejo, da raça do gado, e, evidentemente, do saber fazer passado de geração a geração’. (João Castanho) Foi atrás dessas peculiaridades que o jornalista João Castanho Dias percorreu o país para mostrar, em primeira mão, os mais tradicionais queijos manufaturados por pequenos produtores.”
(Disponível em: http://www.goiabadademarmelo.com.br/2017/02/duas-unhas-de-queijo-livro-resgata.html.)
Apesar de não entrar como capítulo, o Rio Grande do Norte está contemplado entre as “curiosidades” iniciais do livro quando é citado. Trata-se do queijo de coalho e manteiga, uma delícia tradicional do estado, característico principalmente da seguinte região:
Bodó.
Caiacó.
Seridó.
Mossoró.
“No Rio Grande do Norte cinco comunidades estão se autorreconhecendo indígenas; um avanço, na opinião do membro e assessor jurídico da ONG ‘Paraopaba’. As comunidades de Sagi, em Baía Formosa; Catu, em Goianinha e Canguaretama, entre outras, não reúnem todos os índios do estado, mas essa afirmação de identidade é o pontapé inicial para a defesa dos seus direitos, já que essas comunidades vivem problemas parecidos, como educação precária e demarcação de terras, atendimento médico e transporte público.”
(Disponível em: http://www.nominuto.com/noticias/ciencia-e-saude/rn-tem-mais-indios-do-que-se-pensa/51271/.)
Tendo em vista o início da colonização do Brasil, assinale a alternativa que apresenta apenas nomes de tribos índígenas que habitavam a Capitania do Rio Grande do Norte.
Potiguares, Cariris, Tarairius e Canindés.
Kayapós, Potiguares, Pankararu e Matipu.
Maxacalis, Bororós, Potiguares e Yanomamis.
Cataguases, Potiguares, Aimorés e Kawagang.
“A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) está investigando um caso suspeito de febre amarela de um paciente residente no município de Venha-Ver, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Diante da situação epidemiológica do Brasil em relação à febre amarela, os profissionais de saúde do RN são orientados a notificar os casos suspeitos da doença de forma imediata, conforme determinação do Ministério da Saúde.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/02/secretaria-de-saude-investiga-caso-suspeito-de-febre-amarelano-rn.html.)
A febre amarela é largamente conhecida por todos nós, brasileiros. Sabemos que é causada por um vírus, inoculado em nosso corpo pela picada de um mosquito. Fala-se em febre amarela urbana e silvestre. Sobre essas duas modalidades, assinale a afirmativa correta.
O vírus que causa a febre amarela urbana ou a silvestre é exatamente o mesmo. Isso significa que os sinais, os sintomas e a evolução da doença são exatamente os mesmos.
Se uma pessoa que frequentou a região de matas, vindo para região urbana ela automaticamente irá iniciar o ciclo urbano da febre amarela, mesmo que não tenha o vírus ativo.
A diferença entre as duas modalidades está “apenas” na forma de contágio. A febre amarela silvestre é transmitida por mosquitos e a urbana, por contágio direto entre os infectados.
Na febre silvestre o contágio é indireto: mosquitos picaram macacos e depois esses atacaram as pessoas que adoeceram. Por isso há relatos de mortes de pessoas e macacos nas regiões acometidas.
“Esse ano, a Penitenciária Estadual de Alcaçuz (RN) foi símbolo do caos carcerário existente no Brasil e que, nos primeiros dias de 2017, em meio a uma aguda crise, deixou mais de 130 presos mortos. Alcaçuz entrou no noticiário por ter sido palco, do terceiro maior massacre do ano dentro de presídios. Naquele fim de semana, integrantes do Primeiro Comando da Capital mataram 26 homens do Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte (SDC), dissidência do PCC surgida em 2015.”
(Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/entenda-a-crise-no-presidio-de-alcacuz-no-rio-grande-do-norte.)
Esse presídio, o maior do Rio Grande do Norte, que está para ser desativado, está localizado em:
Mossoró.
Ceará-Mirim.
Nísia Floresta.
Afonso Bezerra.