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Os procedimentos de monitoramento podem ser classificados em monitoramento contínuo ou avaliações em separado. O monitoramento contínuo utiliza informações diretas e indiretas e tem como exemplos de aplicação as atividades de conferência, comparação e supervisão direta sobre as operações.
Certo
Errado
Para garantir a efetividade dos controles internos, a organização deve estar atenta para que cada componente funcione adequadamente de forma independente um do outro.
Certo
Errado
Caso ocorra uma fraude na OST e não seja possível identificar uma unidade responsável por detectar fraudes e desvios devido ao fato de tal unidade não estar prevista na estrutura organizacional da OST, tais fatos caracterizarão uma deficiência no componente informação e comunicação.
Certo
Errado
O processo de avaliação deve priorizar o uso de informações diretas no lugar das indiretas, pois as indiretas levam o avaliador a fazer apenas inferências sobre a adequação dos controles implantados. É classificada como informação direta aquela oriunda da observação do funcionamento dos controles durante as operações.
Certo
Errado
De acordo com as diretrizes para as normas de controle interno divulgadas pelo COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) e pela INTOSAI (International Organisation of Supreme Audit Institutions), o controle interno é estruturado para oferecer segurança razoável de que os objetivos gerais da entidade estão sendo alcançados e compreende cinco componentes interrelacionados. O princípio que preconiza que a organização faz com que as pessoas assumam responsabilidade por suas funções de controle interno na busca pelos objetivos está relacionado ao componente de:
ambiente de controle;
atividades de controle;
atividades de monitoramento;
avaliação de riscos;
informação e comunicação.
De acordo com o COSO, em termos de isenção na forma de avaliar uma atividade, a mais adequada é aquela feita pelo supervisor do responsável pela execução da referida atividade.
De acordo com as definições do COSO I (Committe of sponsoring organizations of the Treadway Commission), a monitoração de riscos em relação ao alcance de objetivos da entidade é dirigida apenas para riscos de origem financeira, não sendo um relevante instrumento de gerenciamento de riscos para subsidiar a governança corporativa.
Certo
Errado
No modelo COSO de controle interno, existe um relacionamento direto entre os objetivos organizacionais, os componentes do controle e as unidades de negócio ou atividades, formando uma matriz tridimensional.
Se uma organização adotar ações destinadas a melhorar sua produtividade e seus resultados financeiros, segundo o COSO, a citada organização estará buscando alcançar seus objetivos operacionais.
O ambiente de controle é influenciado pela atitude ampla e consciente da alta administração de uma entidade em relação à importância do controle interno.
O auditor externo da empresa Padrão S.A. efetuou o mapeamento da rotina de contratos, no departamento jurídico, avaliando desde a entrada das minutas dos contratos até a emissão e validação do contrato final. Avaliando esta situação e considerando as técnicas de identificação de eventos proposta pelo COSO - (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), pode-se classificar essa técnica como
análise de fluxo de processo.
indicadores preventivos de eventos.
metodologia de dados sobre eventos.
análise interna.
verificação de causa e efeito.
Conforme o COSO − Committee of Sponsoring Organizations, na análise de riscos, pode-se recorrer a análises qualitativas ou quantitativas. A análise qualitativa
faz a avaliação do impacto da ocorrência dos riscos nos processos, e a análise quantitativa faz a análise dos volumes gerados de prejuízos.
faz a análise da importância da gestão de riscos e governança corporativa para as organizações e a análise quantitativa faz a análise das variações significativas das demonstrações financeiras.
faz a priorização dos riscos por meio de avaliação e combinação de sua probabilidade de ocorrência e impacto, e a análise quantitativa faz a análise numérica do efeito dos riscos identificados nos objetivos gerais.
deve, tanto quanto a quantitativa, nortear a determinação dos saldos das contas contábeis selecionadas para o exame de auditoria.
faz a avaliação no nível de experiência necessária que o auditor deve ter para realizar seu trabalho, e a análise quantitativa determina a quantidade de horas necessárias e o número de auditores necessário para executar cada trabalho de auditoria.