

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O modelo conhecido como “triângulo da fraude”, de Donald R. Cressey, estabelece que geralmente três condições estão presentes quando uma fraude ocorre. No primeiro vértice do triângulo, a gestão ou funcionários têm um incentivo ou estão sob pressão, o que provê uma razão para cometer fraudes. No segundo, a existência de circunstâncias, por exemplo, ausência de controles, controles ineficazes ou a capacidade da gestão em ignorar controles, proporcionam oportunidades para a fraude a ser perpetrada. No terceiro vértice, os envolvidos são capazes de racionalizar a prática de um ato fraudulento.
Os fatores de risco de fraude, ou sinalizadores (red flags), são exemplos de fatores que podem ser enfrentados pelos auditores em uma grande variedade de situações. Nem todos os fatores de risco são relevantes em todas as circunstâncias e alguns podem ter mais ou menos significado em entidades de tamanhos diferentes ou com características de propriedade ou circunstâncias diferentes.
Nesse contexto, associe os fatores de risco elencados abaixo às três condições geralmente presentes quando ocorrem distorções relevantes decorrentes de fraude.
1. incentivos/pressões.
2. oportunidades.
3. atitudes/racionalizações.
( ) Participação ou preocupação excessiva da administração não financeira com a seleção de políticas contábeis ou com a determinação de estimativas significativas.
( ) Alto nível de competição ou saturação do mercado, acompanhada por declínio da margem de retorno.
( ) Ativos, passivos, receitas ou gastos baseados em estimativas significativas que envolvam julgamentos subjetivos ou incertezas difíceis de serem corroboradas.
( ) Prática, pela administração, de se comprometer com analistas, credores e outras partes no cumprimento de projeções agressivas ou irrealistas.
( ) Estrutura organizacional excessivamente complexa envolvendo entidades jurídicas ou linhas de autoridade gerenciais não usuais.
( ) Fluxos de caixa negativo provenientes das operações ou incapacidade de gerar fluxos de caixa das operações mesmo que reportando lucros e crescimento dos lucros.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
3 – 1 – 2 – 3 – 2 – 1.
2 – 3 – 1 – 2 – 1 – 3.
2 – 1 – 3 – 3 – 1 – 2.
3 – 3 – 1 – 2 – 2 – 1.
2 – 1 – 2 – 3 – 1 – 3.
Para cada tipo fraude, os fatores de risco podem ser classificados com base em três condições geralmente presentes quando ocorrem distorções relevantes decorrentes de fraude.
Relacione os fatores de risco relativos a distorções relevantes de informações contábeis fraudulentas com um respectivo exemplo.
1. Incentivos/pressões.
2. Oportunidades.
3. Atitudes/racionalizações.
( ) Operações significativas localizadas ou conduzidas no exterior, em jurisdições em que existem ambientes e culturas de negócios diferentes.
( ) Participação ou preocupação excessiva da administração não financeira com a seleção de políticas contábeis ou com a determinação de estimativas significativas.
( ) Alta vulnerabilidade a mudanças rápidas, tais como mudanças na tecnologia, na obsolescência de produtos ou nas taxas de juros.
A numeração correta na ordem apresentada é
1 – 2 – 3.
2 – 1 – 3.
2 – 3 – 1.
3 – 1 – 2.
3 – 2 – 1.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao risco de fraude em matéria de auditoria governamental.
O auditor deve manter o ceticismo profissional durante a fase de planejamento e durante toda a auditoria.
Faz parte do escopo da auditoria operacional auditar fraudes.
A responsabilidade primária pela prevenção e detecção de fraude é tanto dos responsáveis pela governança da entidade auditada como da sua administração.
A responsabilidade do auditor é identificar e avaliar o risco de fraude onde esse risco for significativo.
Diferentemente do erro, a fraude é intencional e muitas vezes envolve a dissimulação deliberada dos fatos, podendo envolver um ou mais membros da entidade auditada ou terceiros.
Na situação hipotética constante do texto 1A5AAA, o auditor
deverá provocar o Poder Judiciário no caso de identificar ou suspeitar de fraude.
poderia garantir que não houve fraude nem erro somente se tivesse acesso a uma amostragem mais robusta.
será responsabilizado, junto com a diretoria da empresa, em caso de fraude.
deverá emitir parecer de auditoria excluindo a responsabilidade do contador quanto à fraude.
não poderá garantir que o trabalho de auditoria realizado está livre de fraude.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Para identificação e avaliação de riscos de distorção relevantes decorrentes de fraude, é importante incorporar um elemento de imprevisibilidade na seleção dos procedimentos de auditoria a serem executados, visto que empregados da entidade a ser investigada podem estar familiarizados com os procedimentos de auditoria e conseguir esconder informações contábeis fraudulentas.