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Leia o texto e analise o mapa abaixo:

Os dados do mapa se referem ao número de casos de febre amarela no país, fornecidos pelo Ministério da Saúde. As Secretarias de Saúde dos estados de São Paulo e Minas Gerais já divulgaram dados mais atualizados sobre a doença: São 23 casos em São Paulo - 6 óbitos confirmados e outros 17 casos em investigação – e 712 casossuspeitos emMinas Gerais.
Fonte: adaptado de http://g1.globo.com/bemestar/noticia/febre-amarela-dengue-zika-e-chikungunya-entenda-as-doencas-do-aedes-que-afetam-o-brasil.ghtml
Sobre isso, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA.
A febre amarela, tanto na sua forma urbana quanto silvestre, é transmitida pela picada das fêmeas do mosquito Aedes aegypti, tendo como hospedeiro final vertebrados, como os macacos e o homem. Uma vez atingindo a corrente sanguínea, as formas infectantes do parasita, denominadas esporozoítos, afetam o fígado e provocam a ruptura das hemácias, causando a icterícia.
As medidas profiláticas mais eficientes no combate à febre amarela são: a vacina, que desencadeia uma imunização ativa pela introdução, no nosso organismo, de formas atenuadas das toxinas do agente causador da doença para estimular a síntese de anticorpos; a erradicação dos insetos vetores e o tratamento do doente.
As regiões do mapa com maior número de casos da febre amarela, 509 e 37 casos respectivamente, correspondem ao bioma brasileiro Cerrado, de clima quente, com estação seca rigorosa. Os vegetais, como cactáceas, reduzem as folhas em espinhos como proteção contra a perda da água. Esses fatores justificam o aumento da população dos mosquitos Aedes.
No mapa, a região do Rio de Janeiro não apresentou nenhum caso da febre amarela, pois este local faz parte do bioma Mata Atlântica, que é bem preservado, de fauna diversificada, com representantes, como o macaco-prego. Essa mata regula o fluxo de mananciais hídricos, controlando o clima, razão pela qual não registrou casos da doença que está intimamente relacionada às áreas de desequilíbrio ecológico.
Facilidades de locomoção, o elevado número de pessoas que se deslocam para as áreas de risco, como a Região Norte do país nos biomas Cerrado e Pampas, e a derrubada maciça de árvores podem contribuir para a reintrodução da febre amarela nas cidades onde foi erradicada, como o Rio de Janeiro. Uma pessoa não vacinada viaja para esses locais, e, uma vez infectada, retorna ao seu local de origem e passa a transmitir a doença.