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Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (2017), a decisão do tratamento dos idosos com dislipidemia continua um dilema na prática clínica. Essa população apresenta particularidades importantes, como farmacocinética dos medicamentos, etiologia das dislipidemias, falta de evidência de benefícios clínicos em determinadas faixas etárias e elevada prevalência de aterosclerose subclínica em adultos com mais de 65 anos de idade. Diante do exposto, assinale a alternativa INCORRETA.
O Colesterol Total (CT) em geral é mais elevado até a sexta década de vida e, depois, cai ligeiramente com o avançar da idade.
Altos níveis de CT se associam a risco aumentado de doença arterial coronariana em adultos de meia idade e pacientes no início da terceira idade.
A prevalência de hipercolesterolemia é alta nos idosos, principalmente no sexo masculino, com valores superiores a 200 mg/dL.
No idoso, são frequentes as dislipidemias secundárias a hipotireoidismo, Diabete Melito, intolerância à glicose, obesidade, sindrome nefrótica e uso de medicamentos, como diuréticos tiazídicos e bloqueadores beta-adrenérgicos não seletivos.