Questões de Concurso sobre Bioestatística

 
 
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Você se encontra em uma unidade de conservação do município analisando a população de uma espécie de animal e deseja testar uma hipótese estatisticamente. Sobre isso é correto afirmar:


A

a ANOVA não pode ser utilizada como teste estatístico.


B

o teste paramétrico é baseado em observações nas quais não são utilizados os valores absolutos.


C

o teste estatístico é um procedimento que não ajuda nas tomadas de decisão entre aceitar ou anular uma hipótese.


D

o teste de hipótese não paramétrico é utilizado quando não se sabe os parâmetros populacionais para averiguar se há uma distribuição normal.

Os pesquisadores de disciplinas relacionadas às Ciências Biológicas, Agrárias e à Saúde utilizam uma grande variedade de ferramentas para compreender os fenômenos estudados. Uma das mais importantes é a Bioestatística pois esta desempenha um papel fundamental na análise de dados coletados no contesto de testes químicos e ensaios biológicos, bem como em estudos de outras áreas como epidemiologia, política sanitária, saúde pública e familiar entre outras.


Dessa forma, sobre os conceitos fundamentais da Bioestatística, assinale a alternativa correta:


A

Na terminologia estatística, o grande conjunto de dados ou coleção de indivíduos alvo do interesse de pesquisa. Dentro dessa definição de população pode-se fazer uma distinção entre dois tipos de população: as Populações Estatísticas referem-se ao conjunto de pessoas (ou coisas) que possuem uma característica observável comum - este é o conceito mais amplo de população; já as Populações comuns referem-se a dados (informação, características), e não às pessoas, indivíduos ou objetos.


B

Os conceitos de parâmetros e estatísticas se relacionam fortemente aos conceitos de população e amostra. Uma amostra é definida como qualquer resumo dos elementos de uma população, enquanto o resumo provável de elementos de uma amostra é chamado de parâmetro (medida, métrica). Os valores dos parâmetros de uma população estão prontamente disponíveis ao pesquisador, ao contrário dos valores de estatísticas.


C

A Variável Qualitativa é aquela que apresenta como possíveis realizações uma qualidade (ou atributo) do indivíduo pesquisado, podendo ser: a) Nominal: é aquela para a qual não existe ordenação alguma das possíveis realizações. Exemplos: sexo, grupo sanguíneo. b) Ordinal: é aquela para a qual existe certa ordem nos possíveis resultados. Exemplos: avaliação ao nascer de animais, estágio de uma doença.


D

A Variável Quantitativa é aquela que apresenta como possíveis realizações (valores) números resultantes de uma contagem ou mensuração, podendo ser: a) Contínua: é aquela cujos possíveis valores formam um conjunto finito de números e que resultam de mensurações em uma escala contínua. Exemplos: número de filhos, número de ácaros ou insetos em uma planta. b) Discreta: é aquela cujos possíveis valores formam um intervalo de números reais e que resultam de uma contagem. Exemplos: pressão arterial, teor de nitrogênio no solo ou na planta.

Observe os gráficos a seguir, que mostram a distribuição de valores fenotípicos em uma população sujeita a diferentes modos de seleção.


Imagem associada para resolução da questão


(HAMILTON, 2009. Population Genetics in BRANDT, 2015. Disponível em https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41131/tde25092015-104711/publico/Debora_Brandt.pdf)


Assinale a alternativa que apresenta o tipo de seleção que está atuando em 1, 2 e 3, respectivamente


A

disruptiva, direcional e estabilizadora.


B

estabilizadora, disruptiva e balanceadora.


C

disruptiva, estabilizadora e direcional.


D

estabilizadora, balanceadora e disruptiva.


E

direcional, estabilizadora e disruptiva.

O conhecimento e a compreensão de dados relativos à mortalidade da população são de fundamental importância para a proposição de políticas públicas de saúde. A tabela abaixo apresenta a Tábua Abreviada de Mortalidade da população paraibana para o ano de 2010.

Grupos quinquenais de idade


População


Óbitos


M(x,n)


x

Funções da tábua

Q(x,n)

l(x)

D(x,n)

L(x,n)

T(x)

E(x)

Homens

Menos de 1 ano

1 378 532

25 588

0,01856

0

0,01826

100 000

1 826

98 348

7 020 533

70,2

1 a 4 anos

5 638 455

4 109

0,00073

1

0,00291

98 174

286

392 012

6 922 185

70,5

5 a 9 anos

7 624 144

2 570

0,00034

5

0,00168

97 889

165

489 032

6 530 174

66,7

10 a 14 anos

8 725 413

3 730

0,00043

10

0,00214

97 724

209

488 098

6 041 142

61,8

15 a 19 anos

8 558 868

15 965

0,00187

15

0,00928

97 515

905

485 314

5 553 044

57,0

20 a 24 anos

8 630 229

24 379

0,00282

20

0,01403

96 610

1 355

479 663

5 067 730

52,5

25 a 29 anos

8 460 995

24 047

0,00284

25

0,01411

95 255

1 344

472 915

4 588 067

48,2

30 a 34 anos

7 717 658

23 575

0,00305

30

0,01516

93 911

1 423

465 996

4 115 152

43,8

35 a 39 anos

6 766 664

24 180

0,00357

35

0,01771

92 488

1 638

458 343

3 649 155

39,5

40 a 44 anos

6 320 568

29 260

0,00463

40

0,02288

90 850

2 079

449 052

3 190 812

35,1

45 a 49 anos

5 692 014

36 575

0,00643

45

0,03162

88 771

2 807

436 837

2 741 761

30,9

50 a 54 anos

4 834 995

44 699

0,00924

50

0,04518

85 964

3 884

420 110

2 304 923

26,8

55 a 59 anos

3 902 344

50 958

0,01306

55

0,06323

82 080

5 190

397 426

1 884 814

23,0

60 a 64 anos

3 041 035

55 299

0,01818

60

0,08697

76 890

6 687

367 735

1 487 387

19,3

65 a 69 anos

2 224 065

59 400

0,02671

65

0,12518

70 203

8 788

329 047

1 119 653

16,0

70 a 74 anos

1 667 372

67 056

0,04022

70

0,18271

61 415

11 221

279 023

790 606

12,9

75 a 79 anos

1 090 517

66 656

0,06112

75

0,26511

50 194

13 307

217 703

511 583

10,2

80 a 84 anos

668 623

60 517

0,09051

80

0,36905

36 887

13 613

150 403

293 880

8,0

85 a 89 anos

310 759

41 958

0,13502

85

0,50472

23 274

11 747

87 003

143 477

6,2

90 anos e mais

153 740

31 381

0,20412

90

1,00000

11 527

11 527

56 473

56 473

4,9

Mulheres

Menos de 1 ano

1 334 712

20 527

0,01538

0

0,01517

100 000

1 517

98 628

7 738 217

77,4

1 a 4 anos

5 444 459

3 467

0,00064

1

0,00254

98 483

250

393 306

7 639 589

77,6

5 a 9 anos

7 345 231

1 924

0,00026

5

0,00131

98 233

129

490 842

7 246 283

73,8

10 a 14 anos

8 441 348

2 444

0,00029

10

0,00145

98 104

142

490 166

6 755 441

68,9

15 a 19 anos

8 432 004

4 389

0,00052

15

0,00260

97 962

255

489 174

6 265 275

64,0

20 a 24 anos

8 614 963

5 489

0,00064

20

0,00318

97 708

311

487 761

5 776 100

59,1

25 a 29 anos

8 643 419

6 857

0,00079

25

0,00396

97 397

386

486 020

5 288 339

54,3

30 a 34 anos

8 026 854

8 600

0,00107

30

0,00534

97 011

518

483 760

4 802 319

49,5

35 a 39 anos

7 121 915

10 362

0,00145

35

0,00725

96 493

699

480 716

4 318 559

44,8

40 a 44 anos

6 688 796

14 424

0,00216

40

0,01072

95 794

1 027

476 399

3 837 843

40,1

45 a 49 anos

6 141 338

20 409

0,00332

45

0,01648

94 766

1 562

469 927

3 361 444

35,5

50 a 54 anos

5 305 407

25 912

0,00488

50

0,02413

93 205

2 249

460 401

2 891 517

31,0

55 a 59 anos

4 373 877

31 287

0,00715

55

0,03514

90 956

3 196

446 790

2 431 116

26,7

60 a 64 anos

3 468 085

36 900

0,01064

60

0,05182

87 760

4 548

427 430

1 984 327

22,6

65 a 69 anos

2 616 745

43 313

0,01655

65

0,07947

83 212

6 613

399 528

1 556 896

18,7

70 a 74 anos

2 074 264

54 392

0,02622

70

0,12304

76 599

9 425

359 433

1 157 368

15,1

75 a 79 anos

1 472 930

61 601

0,04182

75

0,18932

67 174

12 717

304 077

797 935

11,9

80 a 84 anos

998 349

68 629

0,06874

80

0,29331

54 457

15 972

232 353

493 858

9,1

85 a 89 anos

508 724

56 775

0,11160

85

0,43628

38 484

16 790

150 446

261 506

6,8

90 anos e mais

295 389

57 701

0,19534

90

1,00000

21 694

21 694

111 060

111 060

5,1


Fonte: Adaptado de IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais.

Nota: M(x,n) = Taxas centrais de mortalidade.


x = Idades exatas.

Q(x,n) = Probabilidades de morte entre as idades exatas x e x+n.

l(x) = Número de sobreviventes à idade exata x.

D(x,n) = Número de óbitos ocorridos entre as idades x e x+n.

L(x,n) = Número de pessoas-anos vividos entre as idades x e x+n.

T(x) = Número de pessoas-anos vividos a partir da idade x.

E(x) = Expectativa de vida à idade x.


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais. Disponível em:<https://www.ibge.gov.br/estatisticas/todos-os-produtosestatisticas/2049-demografia-e-estatisticas-sociais/populacao/componentes-da-dinamica-demografica-e-estatisticas-vitais/np-tabuas-abreviadas-demortalidade/9125-tabuas-abreviadas-de-mortalidade.html?=&t=resultados> . Acessado em 02 de fevereiro de 2020.


A partir dos dados da tabela analise as afirmações para a Paraíba:


I- Há mais mulheres idosas do que homens idosos.

II- A expectativa de vida dos homens é maior do que a das mulheres.

III- A maior probabilidade de morte entre as mulheres é a partir dos noventa anos.

IV- Homens têm menos chances de morrer aos cinco anos.

V- A maioria da população se concentra na faixa de vinte a vinte e quatro anos.

VI- A taxa de mortalidade a partir dos setenta anos é maior entre as mulheres.


É CORRETO o que se afirma em:


A

II, IV e VI apenas.


B

I, II, III, IV, V e VI.


C

I, III, IV e V apenas.


D

I, III e V apenas.


E

II, III, IV e VI apenas.

A tabela abaixo apresenta as características dos acidentes de trabalho com animais peçonhentos entre os anos de 2007 e 2017.


Aranha (%)

Escorpião (%)

Serpente (%)

Outros animais (%)

Total (%)

sexo

Masculino

12,32

25,83

34,99

10,85

84

Feminino

4,13

5,05

4,55

2,25

15,99

Ignorado

0

0

0,01

0

0,01

faixa etária

1 a 9 anos

0,03

0,04

0,06

0

0,13

10 a 19 anos

0,75

1,3

2,08

0,69

4,82

20 a 29 anos

2,93

5,37

7,59

2,92

18,81

30 a 39 anos

2,73

6,66

8,61

3,15

21,15

40 a 49 anos

3,24

6,83

8,32

2,52

20,91

50 ou mais

6,62

10,22

12,57

3,68

33,09

Ignorado

0,16

0,47

0,31

0,15

1,09

raça/cor

Parda

4,13

17,76

22,96

4,6

49,44

Branca

11,02

7,68

10,69

6,92

36,3

Preta

0,84

3,25

3,21

0,9

8,2

Indígena

0,09

0,19

1,27

0,1

1,65

Amarela

0,06

0,33

0,25

0,06

0,7

Ignorado

0,3

1,67

1,18

0,54

3,7

Escolaridade

Alfabeto

0,4

1,43

2,4

0,24

4,47

Fundamental 1 (incompleto/completo)

4,81

8,2

11,26

3,16

27,44

Fundamental 2 (incompleto/completo)

4,16

6,68

8,29

3,58

22,7

Ensino Médio (incompleto/completo)

3,27

5,05

4,65

2,56

15,53

Ensino superior (incompleto/completo)

0,18

0,39

0,2

0,23

1

Ignorado

3,64

9,13

12,76

3,34

28,87

Ocupação

Trabalhadores na exploração agropecuária

12,9

25,56

31,81

10,33

81,59

Produtores na exploração agropecuária

3,19

3,03

5,27

1,58

13,04

Pescadores e extrativistas florestais

0,27

0,93

2,17

0,63

4

Trabalhadores da mecanização agropecuária e florestal

0,1

0,36

0,31

0,59

1,37

Estadiamento

Leve

13,97

26,48

18,3

10,34

66,78

Moderado

1,96

3,46

15,96

1,89

22,93

Grave

0,1

0,3

3,87

0,29

4,55

Ignorado

0,42

0,64

1,42

0,59

2,94



Fonte: BRASIL, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde.Acidentes de trabalho por animais peçonhentos entre trabalhadores do campo, floresta e águas, Brasil 2007 a 2017. Boletim Epidemiológico, volume 50, n.11, 2019



Considerando os dados da tabela para a tomada de decisões baseadas em evidências na formulação das ações em saúde, assinale a proposição que descreve o grupo prioritário para programação relativa a acidentes ofídicos.


A

Mulheres, produtoras do campo, pardas, na faixa dos 50 anos ou mais.


B

Mulheres, pescadoras e extrativistas, indígenas, com Fundamental.


C

Homens, trabalhadores do campo, com escolaridade Fundamental.


D

Homens, trabalhadores da mecanização no campo com 50 anos ou mais.


E

Homens, produtores do campo, pretos, na faixa etária dos 30 aos 39 anos.

Em um levantamento feito em um município de 100.000 habitantes, foram registrados 100 casos de uma doença, sendo que 10 desses casos foram diagnosticados no último mês. A prevalência da doença nesse município é de


A

110 casos em 100.000 habitantes.


B

10 casos em 100.000 habitantes.


C

1 caso em 1.000 habitantes.


D

1 caso em 10.000 habitantes.


E

11 casos em 10.000 habitantes.

Em suínos da raça Pietrain, há um gene recessivo que causa o estresse suíno, o que gera carne de baixa qualidade. Considerando-se uma produção de suínos em que a frequência desse gene seja 0,2. Sabendo-se que existem 10 mil indivíduos nessa produção, quantos indivíduos terão carne de boa qualidade?


A

400


B

3.200


C

6.400


D

9.600

Para compreender a dinâmica de populações, é preciso, entre outras coisas, conhecer sua curva de sobrevivência, uma forma de representar a quantidade de indivíduos ainda vivos em um grupo a cada idade. No gráfico ao lado, estão representadas duas curvas de sobrevivência, correspondentes a diferentes estratégias de manutenção de populações. As curvas 1 e 2 correspondem, respectivamente, a:

Imagem associada para resolução da questão


A
drosófila e humano.

B
humano e araucária.

C
araucária e drosófila.

D
camundongo e humano.

E
drosófila e camundongo.

Um dos aspectos mais importantes da revolução científica nos séculos XVII e XVIII foi a adoção de um pensamento quantitativo (matemático) na ciência. Isso permitiu o desenvolvimento de modelos quantitativos capazes de fazer predições sobre os fenómenos naturais, além da confrontação dessas predições com dados empíricos. Esta última etapa passou a ser particularmente importante a partir do desenvolvimento da estatística, já no século XX. Com base no exposto e nos conceitos básicos de bioestatística, analise as assertivas abaixo:


I - A média aritmética pode ser definida pela soma de todas as observações divididas pelo número de observações.

II - A mediana é o valor de um conjunto de observações que está exatamente no centro de todos os valores: metade dos valores são menores e metade são maiores

III - A moda representa o valor mais comum em um conjunto de observações

IV - Os métodos de redução de dados multivariados através do arranjo das observações ao longo de um número de eixos menor que o de variáveis é chamado de ordenação.

V - Uma variável aleatória é uma função que atribui valores numéricos para diferentes eventos em um espaço amostral.


Estão corretas:


A

I, II e III


B

I, IV e V


C

I, II, IV e V


D

I, II, III, IV e V

Assinale a alternativa correta em relação à inferência estatística que é o processo cuja finalidade é extrair conclusões sobre características da população, usando informação de uma amostra.


A

O p-valor é o valor crítico amostral, obtido por um teste de hipóteses, que fornece a probabilidade da ocorrência do erro tipo II (erro falso-negativo).


B

O erro tipo I (falso-positivo) é caracterizado quando se aceita a hipótese nula, mas efetivamente ela é falsa.


C

A probabilidade de que o Intervalo de Confiança contenha o valor real do parâmetro é chamada de nível de significância e especifica a margem de erro da pesquisa, geralmente definido como 0,05.


D

Testes não paramétricos são utilizados quando não se pode admitir a simetria e a normalidade de distribuição.


E

O p-valor é menor nível de significância com que se aceitaria a hipótese nula.

Com o objetivo de avaliar a variação de volume de hemácias, um experimentador realizou medidas do tamanho celular em uma amostra de dez células, obtendo os resultados apresentados a seguir.


Tamanho celular (µm)


12; 12; 10; 10; 9; 8; 13; 14; 9; 10


Diante desses resultados, tem-se que:


A

a média é maior que a moda.


B

a média é igual à mediana.


C

a mediana é maior que a moda.


D

a mediana é menor que a moda.

Em uma Unidade Básica de Saúde, foi realizada coleta de dados para avaliar a frequência cardíaca da população, resultando em:


− 85 bpm

− 78 bpm

− 94 bpm

− 65 bpm

− 69 bpm

− 83 bpm

− 77 bpm

− 59 bpm

− 100 bpm

− 102 bpm

− 110 bpm

− 115 bpm

− 85 bpm


Em relação aos dados obtidos na população avaliada, os resultados da média, mediana e moda são:


A

Média

Mediana

Moda

84,70 bpm

86,31 bpm

85 bpm


B

Média

Mediana

Moda

86,31 bpm

85 bpm

85 bpm


C

Média

Mediana

Moda

84,20 bpm

85 bpm

59 bpm


D

Média

Mediana

Moda

85 bpm

86,31 bpm

115 bpm


E

Média

Mediana

Moda

85 bpm

83 bpm

85 bpm

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbent/v53n4/09.pdf.(Adaptado).


O gráfico acima apresenta o resultado de um experimento em que o pesquisador comparou a largura da cabeça de uma espécie de inseto criado com três dietas diferentes. Cada coluna representa a média da largura da cabeça de n indivíduos. As barras representam o desvio padrão. O resultado da Análise de Variância foi: F2,138 = 4,24; P = 0,016. Médias seguidas da mesma letra não diferem pelo teste da Diferença Mínima Significativa (DMS).


Em relação à análise estatística desse experimento, assinale a alternativa CORRETA:


A

são três os graus de liberdade dos tratamentos.


B

o teste F foi significante ao nível de 5% de probabilidade.


C

os insetos da Dieta 2 e Dieta 3 apresentaram médias estatisticamente diferentes.


D

o teste de DMS foi realizado porque o teste F foi insignificante.

Para calcular o número de indivíduos de uma espécie de roedor que está presente em um parque público, um biólogo utilizou a técnica de amostragem de marcação-recaptura. Na primeira avaliação das armadilhas colocadas na área, foram capturados e marcados 40 indivíduos. Duas semanas depois, 50 animais foram capturados, sendo que, destes, cinco estavam marcados. Com base nesses dados, pode-se estimar corretamente que o tamanho da população naquela região é de:

A
80

B
200

C
400

D
625

E
1100
Ano: 2019
Prova: UFG - Prefeitura - Analista Ambiental - Área Biólogo - 2019

Estudos ecológicos utilizam testes estatísticos, nos quais o erro-padrão permite ao experimentador avaliar se as médias são estatisticamente diferentes entre si. Analise a figura a seguir que mostra a produção média de sementes de plantas em dois locais diferentes (barras) e os seus respectivos erros-padrão (linhas).


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://books.google.com.br/books?id=U6CboHxF0oIC&pg=PA28&lpg=PA28&dq=produ%C3%A7%C3%A3o+de+sementes+de+plantas+procedentes+de+dois+locais+diferentes&source=bl&ots=b1Y3JKvN_p&sig=ACfU3U2lNO0Dq_oR-JS6lHVODj8fIxZG_Q&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwij3Zun6fzhAhUiH7kGHUNwCOAQ6AEwAHoECAkQAQ#v=onepage&q=produ%C3%A7%C3%A3o%20de%20sementes%20de%20plantas%20procedentes%20de%20dois%20locais%20diferentes&f=false>. Acesso em: 26 abr. 2019. (Adaptado).


A análise da figura permite inferir que:


A

embora as médias sejam diferentes em (b), os erros-padrão são relativamente grandes e não seria seguro concluir que a produção de sementes diferiu entre os dois locais.


B

embora as médias de (b) sejam iguais, os erros-padrão são muito menores e pode ser concluído que a produção de sementes foi igual nos dois locais.


C

embora as médias sejam diferentes em (a), os erros-padrão são relativamente grandes e não seria seguro concluir que a produção de sementes diferiu entre os dois locais.


D

embora as médias sejam iguais em (a), os erros-padrão são relativamente muito menores e pode ser concluído que a produção de sementes foi igual nos dois locais.

Bioestatística é a Estatística aplicada às ciências da saúde. Assinale a alternativa no qual a afirmação não é verdadeira:


A

A Hipótese de Nulidade é aquela que estabelece a ausência de diferenças entre os parâmetros, ela é sempre a primeira a ser formulada, e, em geral, não é a hipótese que se deseja comprovar.


B

Por causa das flutuações amostrais, ao comparar duas hipóteses e tomar uma decisão, pode-se tomar a decisão errada. No erro tipo II, rejeita-se a hipótese nula quando na realidade ela é verdadeira.


C

A comparação de duas hipóteses é feita baseada em evidências experimentais (amostras), sujeitas a erros amostrais e/ou erros não-amostrais.


D

Dizemos que uma inferência estatística é feita quando se estabelecem conclusões para a população com base nos dados de uma amostra e no resultado de um teste estatístico.

Considerando a Estatística aplicada a Biologia, o texto abaixo se refere a:


“É a observação que ocupa a posição central, depois que os dados são ordenados em forma crescente ou decrescente. Esta medida de posição não é afetada por valores discrepantes na amostra já que depende do número de elementos da amostra e não dos seus valores.”


A

Amplitude.


B

Média.


C

Moda.


D

Mediana.

Um pesquisador realizou um estudo longitudinal na população de uma determinada região de sua cidade. Ao final do estudo, identificou que os dados da amostra obedeciam à distribuição normal ou Gaussiana, sendo indicado a aplicação de testes


A

trigonométricos.


B

geométricos.


C

paramétricos.


D

não-paramétricos.


E

cartesianos.

Considere: “Estudo da taxa de colesterol em amostras de sangue de homens e mulheres diagnosticados com hipertensão arterial sistêmica, moradores da zona Sul de São Paulo”. A respeito do tipo de amostragem, assinale a alternativa correta.


A

Amostragem por conglomerado


B

Amostragem por conveniência


C

Amostragem aleatória


D

Amostragem estratificada

Para conhecer melhor a organização de uma comunidade ecológica, pode-se medir o compartilhamento de recursos entre as diferentes espécies. Uma das medidas utilizadas para avaliar a sobreposição dos nichos (“niche overlap”) é a de MacArthur & Levins (1967), posteriormente modificada por Pianka em 1973. A respeito dessas formas de medições, analise as afirmativas a seguir:

I. Na forma de medir a sobreposição de nichos de MacArthur & Levins, o nicho das espécies j e k não são simétricos, enquanto na proposta de Pianka, os nichos das espécies j e k são simétricos.

II. A forma de MacArthur & Levins foi considerada uma medida do índice de competição entre duas espécies. Essa concepção foi abandonada na atualidade, depois da aceitação do modelo de Pianka.

III. O índice Simplificado de Morisita proposto por Horn (1966), que é muito semelhante à proposta de Pianka, é também usado para medir a sobreposição de nichos das espécies de uma comunidade.

Está correto o que se afirma em:


A
somente I;

B
somente I e II;

C
somente I e III;

D
somente II e III;

E
I, II e III.
   
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