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A umidade é um fator essencial no desenvolvimento das (X) . Além de favorecer a captação e o transporte de substâncias, uma vez que não possuem tecidos condutores, a água também é indispensável à reprodução. Os gametas masculinos, chamados anterozoides, são espiralados e biflagelados e nadam na água até alcançar o gameta feminino, a oosfera.
Fonte: MUNFORD, Danusa; FRANCO, Luiz; MATOS, Santer. Ciência viva: Biologia. São Paulo: Scipione, 2024.
Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) no texto.
gimnospermas
algas
briófitas
pteridófitas
angiospermas
As briófitas correspondem a um grupo de plantas avasculares que inclui hepáticas, antóceros e musgos. Essas plantas apresentam estruturas simples, ausência de tecidos vasculares verdadeiros e ampla distribuição em diferentes ambientes terrestres. Com base nessas características, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F).
(__) Algumas briófitas são capazes de suportar ambientes inóspitos, incluindo regiões com longos períodos de frio intenso, como ocorre em áreas do continente Ártico.
(__) Existem poucas espécies aquáticas de briófitas e algumas podem ser encontradas sobre rochas banhadas por água do mar.
(__) Diversas espécies de briófitas apresentam hábito marinho, vivendo permanentemente submersas em ambientes oceânicos.
(__) Briófitas e líquens frequentemente atuam como colonizadores iniciais de superfícies de rochas e solos nus.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
V, V, V, F.
F, V, F, V.
F, F, V, V.
V, F, F, V.
V, V, F, V.
As pteridófitas, ao atingirem a maturidade, desenvolvem estruturas conhecidas como soros, os quais estão localizados na face inferior das folhas. Nos soros, localizam-se
os esporófitos, cuja fusão com os gametas origina os esporos, fase duradoura nesse grupo de plantas.
os esporos, que são produzidos e liberados a partir da junção a um gametófito efêmero que germina e o ciclo se completa.
os esporângios, onde internamente localizam-se células que sofrem meiose e originam esporos.
os esporófitos, que consistem em uma estrutura haploide (n) que produz esporos também haploides, por meiose.
os estróbilos, ramos terminais modificados, que possuem folhas férteis denominadas esporófilos, produtoras de esporos.
Certas características morfoanatômicas das briófitas evidenciam adaptações ao ambiente terrestre e possíveis relações evolutivas com outros grupos vegetais. Considerando o exposto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Os poros aeríferos em gametófitos de algumas hepáticas são estruturas análogas aos estômatos das plantas vasculares, diferindo quanto à origem e organização estrutural.
II. Os rizoides das briófitas exercem principalmente função de ancoragem, sendo a absorção de água e sais minerais realizada de modo difuso pelo corpo do gametófito.
III. A presença de plasmodesmos com desmotúbulo nas briófitas indica similaridade estrutural com as plantas vasculares, estando associada ao processo de citocinese.
IV. Em briófitas e outras plantas traqueófitas, o mesofilo rico em cloroplastos e lenticelas participa ativamente do processo fotossintético e de trocas gasosas com o ambiente.
Apenas I, II e III.
Apenas II e IV.
Apenas I e IV.
Apenas III e IV.
Apenas II e III.
As briófitas, embora dependentes da água para a reprodução sexuada devido aos anterozoides flagelados, são consideradas plantas traqueófitas por possuírem vasos condutores de seiva rudimentares denominados hidroides.
Certo
Errado


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Um estudante de Biologia construiu o cladograma a seguir, que representa um ponto de vista sobre as relações filogenéticas entre as linhagens de briófitas e entre as briófitas e as plantas vasculares.

Adaptado: EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Raven: biologia vegetal.8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
Com base no cladograma e nos conhecimentos sobre evolução das plantas, assinale a alternativa que indica a novidade evolutiva que evidencia que as briófitas compartilham um ancestral comum pertencente ao grupo das embriófitas.
Desenvolvimento de embrião multicelular retido e nutrido pelo gametófito.
Formação de sementes envoltas por tecidos de reserva.
Presença de vasos condutores de seiva (xilema e floema).
Produção de flores e frutos.
Produção de grãos de pólen adaptados à fecundação independente da água.
Azadirachta indica A. Juss. (Meliaceae), conhecida popularmente como nim indiano, é uma espécie arbórea perene nativa da Índia, introduzida no Brasil em 1984. Devido ao seu rápido crescimento, a espécie tem sido amplamente empregada na arborização urbana, o que tem favorecido sua disseminação descontrolada, especialmente no Nordeste do Brasil. Estudos recentes indicam que A. indica apresenta características funcionais que facilitam sua adaptação a novos habitats, aumentando sua capacidade competitiva e seu potencial invasor, o que suscita preocupações quanto aos impactos sobre os ecossistemas naturais da região.
SOUZA, M. L. et al. Leaf trait divergence between Azadirachta indica (exotic) and native species of the northern Brazilian coast. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v. 97, n. 2, e20240960, 2025.
A introdução e o estabelecimento de plantas exóticas em ambientes naturais têm sido registrados em diferentes ecossistemas, especialmente em áreas submetidas a alterações antrópicas. Esse processo pode desencadear diferentes interações ecológicas com as espécies nativas. Dentre os possíveis efeitos das espécies invasoras em comunidades naturais, podemos citar, EXCETO:
Alterações na estrutura do solo e nos ciclos biogeoquímicos, como mudanças na decomposição da matéria orgânica ou na disponibilidade de nutrientes.
Aumento da competição por recursos como luz, água e nutrientes, podendo levar à exclusão de espécies nativas.
Incremento da riqueza de espécies e da estabilidade ecológica do ecossistema invadido ao longo do tempo.
Introdução de novos patógenos e parasitas, favorecendo a disseminação de doenças em populações nativas.
Hibridação com espécies nativas, resultando na perda da integridade genética das populações locais.
Na Botânica, os vegetais são organismos necessários para a vida na Terra. Além de serem importantes para os seres vivos, fornecendo oxigênio pelo processo da fotossíntese, eles embelezam o ambiente e ajudam a manter a temperatura amena no planeta.
Abaixo temos a imagem de um vegetal pertencente à escala evolutiva, não possuindo vasos condutores de seivas, mas necessitando do meio aquático para o processo da reprodução e deslocamento do anterozoide, até a oosfera para a fecundação com alternância de gerações; partes desse vegetal podem formar outro, assexuadamente.

Esse vegetal da imagem pertence ao grupo específico das
Angiospermas, com reprodução por sementes.
Briófitas, adaptada evolutivamente nesse meio.
Fanerógamas, produzindo flores diversas.
Pteridófitas, vivendo em meio aquático.
Gimnospermas, sem parede celular.
Na evolução das plantas, as primeiras a apresentarem adaptações que permitiram sua independência da água para a reprodução sexuada foram as:
briófitas
pteridófitas
angiospermas
gimnospermas
A colonização do ambiente terrestre pelos vegetais envolveu uma série de adaptações evolutivas relacionadas à condução de seiva, à reprodução e à proteção contra a dessecação. Considerando as características reprodutivas das briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas, assinale a opção correta.
As briófitas apresentam tecidos vasculares bem desenvolvidos e independência da água para a fecundação, o que possibilitou sua ampla distribuição em ambientes secos.
As pteridófitas possuem sementes e flores como principais inovações evolutivas, sendo o esporófito a fase dominante do ciclo de vida.
Nas gimnospermas, o microgametófito parcialmente desenvolvido é inteiramente transferido para a proximidade de um megagametófito dentro de um óvulo, sendo esse processo chamado polinização.
As angiospermas não apresentam alternância de gerações, sendo o gametófito a fase dominante e fotossintetizante do ciclo de vida.
Em todos os grupos vegetais terrestres, o gametófito é a fase dominante do ciclo de vida, apresentando maior longevidade e complexidade estrutural.


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A família Myrtaceae (mirtáceas) é uma das maiores, mais importantes e biodiversas famílias de plantas do Brasil e do mundo. Ela agrupa árvores e arbustos famosos por suas frutas nativas deliciosas, óleos essenciais e relevância. Qual das características morfológicas abaixo não pertence a essa família?
Folhas opostas e simples;
Pontos translúcidos;
Nervura marginal
Estipula terminal.
Uma das espécies mais comuns e famosas da família Myrtaceae que ocorre no domínio da Mata Atlântica é a:
Aroeira vermelha (Schinus terebinthifolius);
Grandiuva (Trema micrantha);
Pintagueira (Eugenia uniflora);
Cupiuva (Tapirira guianensis);
Observe a imagem a seguir:

Ciclo de vida típico de uma samambaia.
Qual das seguintes afirmativas é correta sobre as pteridófitas?
São plantas não vasculares e não possuem raízes verdadeiras.
As pteridófitas são plantas gimnospermas e produzem sementes nuas.
Elas possuem esporófito dominante e reproduzem-se por meio de esporos.
As pteridófitas são plantas angiospermas e produzem frutos.
Estas plantas são consideradas as mais evoluídas do reino Plantae devido à presença de flores.
As briófitas representam as plantas de pequeno porte que habitam os ambientes úmidos. O grupo é representado pelos(as):
Musgos e as hepáticas.
Avencas e cavalinhas.
Samambaias.
Araucárias.
Nas pteridófitas, o gametófito é independente e pode realizar fotossíntese, sendo responsável por abrigar os gametângios.
Certo
Errado


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Sobre a reprodução das briófitas, assinale a alternativa INCORRETA.
Os anterozoides são células flageladas produzidas pelas briófitas e necessitam de água para nadar até a oosfera.
A reprodução assexuada nas briófitas pode ocorrer por fragmentação ou pela produção de gemas.
A fecundação das briófitas depende da presença de água líquida.
Os esporos das briófitas são revestidos por uma parede de esporopolenina, que os protege durante a dispersão pelo ar.
Nas briófitas, a conexão por plasmodesmos entre as células do gametófito e do esporófito facilita o transporte de nutrientes.
Considere o excerto.
O futuro incerto dos musgos
A bióloga Helena Hespanhol, por meio do projeto BryoMicroClim, estuda os impactos das mudanças climáticas sobre musgos, especialmente a espécie Hedwigia striata. Essas briófitas desempenham um papel fundamental na retenção de umidade e na regulação dos microclimas, sendo sensíveis a variações ambientais. Com o aumento das temperaturas e a redução da umidade atmosférica, a distribuição e a sobrevivência dessas plantas podem ser comprometidas, tornando-as bons indicadores das transformações climáticas em curso.
O estudo busca compreender como esses organismos reagem a diferentes condições ambientais, analisando adaptações morfológicas, fisiológicas e genéticas que possam favorecer sua resiliência. A pesquisa destaca que, apesar da vulnerabilidade de muitas espécies, algumas populações podem desenvolver características que lhes permitem tolerar ambientes mais secos. Esse conhecimento pode contribuir para estratégias de conservação, uma vez que musgos são essenciais para a manutenção da biodiversidade e do equilíbrio ecológico em diversos ecossistemas.
FONTE: Adaptado de: Vaz, A. (2025). O futuro incerto dos musgos. National Geographic Portugal. Disponível em: https://www.nationalgeographic.pt/meio-ambiente/futuro-incerto-musgos-helena-hespanhol-alteracoes-climaticasciencia_5799.
Assinale a opção correta quanto aos impactos das mudanças climáticas sobre H. striata descritos no texto.
Indivíduos de H. striata podem desenvolver adaptações fisiológicas imediatas em resposta à diminuição da umidade, garantindo sua sobrevivência sem necessidade de mudanças genéticas.
A migração de H. striata para áreas com condições climáticas mais favoráveis resultará em especiação alopátrica, caso ocorra isolamento reprodutivo entre populações que antes pertenciam à mesma linhagem.
Com a redução da umidade atmosférica, indivíduos de H. striata que apresentem maior resistência à dessecação tendem a ter maior sucesso reprodutivo, podendo levar a mudanças na frequência de certas características ao longo de gerações.
A diminuição da umidade atmosférica pode representar um desafio para H. striata, mas sua capacidade de dispersão e variabilidade genética possibilita respostas adaptativas em populações.
Os musgos geralmente cobrem extensas camadas de solo úmido, rochas ou troncos de árvores, são bem adaptados à baixa luminosidade do interior das matas tropicais. Suas células são ricas em cloroplastos e possuem gametófitos masculinos e femininos independentes e, por isso, são ditas dioicas. Os órgãos reprodutores, de função equivalente à das gônadas dos animais, são chamados de gametângios. O gametângio feminino é o (a) (I), com apenas um gameta, o (a) (II). O gametângio masculino é o (a) (III), com muito (s) (IV) (s) flagelado (s).
Substitua os itens I, II, III e IV pela alternativa CORRETA.
I.oosfera, II.anterídeo, III.arquegônio, IV.anterozoide.
I.arquegônio, II.oosfera, III.anterídeo, IV.anterozoide.
I.anterídeo, II.arquegônio, III.oosfera, IV.anterozoide.
I.anterozoide, II.oosfera, III.arquegônio, IV.anterídeo.
As pteridófitas apresentam várias características que estão ausentes nas briófitas, inclusive elas podem atingir tamanhos muito maiores do que os das briófitas. O caule nas pteridófitas pode ser chamado de rizoma, por qual motivo? Assinale a opção CORRETA.
Porque se desenvolve a partir das folhas e não do embrião da planta.
Porque ele não é um caule verdadeiro, semelhante aos cauloides das briófitas.
Porque ele é subterrâneo ou rastejante, na maioria dos casos.
Ele ainda é um caule em desenvolvimento, não atingiu a maturidade.
As embriófitas incluem briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. Esses grupos apresentam relações filogenéticas, representadas simplificadamente no desenho a seguir.

(Raven. Biologia Vegetal, 2014. Adaptado)
No desenho, os números indicam novidades evolutivas e podem ser substituídos, corretamente, por
1 – cloroplastos com grana bem desenvolvidos; 2 – traqueídes com paredes diferencialmente espessadas.
1 – células reprodutoras com flagelos; 3 – xilema e floema secundários.
1 – embrião multicelular desenvolvendo-se no arquegônio ou saco embrionário; 3 – semente.
2 – xilema e floema secundários; 3 – quatro a dezesseis núcleos no saco embrionário.
3 – traqueídes com paredes diferencialmente espessadas; 4 – sementes.