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A seleção natural, o fluxo gênico e a deriva genética são mecanismos importantes no neodarwinismo.
A análise filogenética determina a relação de proximidade entre dois seres vivos em um contexto evolutivo.
Em análises filogenéticas, podem ser usados tanto os ácidos nucléicos quanto outras biomoléculas.
O teorema de Hardy-Weinberg descreve populações encontradas na natureza e leva em consideração os fatores mutação, migração, deriva genética e seleção natural.
A seleção natural favorece a permanência de características adaptativas e, ao longo do tempo, espera-se que o número de indivíduos com tais características na população aumente.
Entre os fatores que podem alterar a composição genética das populações podem ser citados:
F, F, V, V
V, V, V, F
F, V, F, V
V, V, F, F
V, F, V, F
Três são os principais tipos de mutação, a saber: gênicas, estruturais e numéricas, e os efeitos dessas na freqüência gênica depende da
migração de indivíduos de uma população para outra, implicando o fluxo de genes.
variação do fundo genético, ao acaso, de geração em geração.
diferença na viabilidade e fertilidade dos indivíduos.
adaptabilidade que os portadores apresentam, para a sobrevivência e reprodução, no meio ambiente da espécie.
comunidade de indivíduos entrecruzáveis, que compartilham determinado fundo genético.
Quanto mais afastados filogeneticamente estiverem dois organismos, menores serão as fases ontogenéticas comuns entre eles.
O movimento dos continentes nos últimos 200 milhões de anos não afetou a distribuição de organismos na Terra.
Estudos de fósseis de primatas antropóides permitem traçar a seguinte linha evolutiva que teria originado o homem moderno: Austalophitecus − Homo habilis − Homo erectus − Homo sapiens. A seqüência de eventos que provavelmente deu origem ao gênero Homo e às várias espécies desse gênero foi
isolamento geográfico, variações genéticas, pressões seletivas diferenciadas, isolamento reprodutivo.
isolamento reprodutivo, variações genéticas, formação de raças, isolamento geográfico, pressões seletivas diferenciadas.
variações genéticas, isolamento reprodutivo, formação de raças, isolamento geográfico, pressões seletivas diferenciadas.
formação de raças, isolamento geográfico, pressões seletivas diferenciadas, isolamento reprodutivo.
isolamento geográfico, isolamento reprodutivo, pressões seletivas diferenciadas, variações genéticas.
Em relação à biogeografia é falso dizer que
longos períodos de isolamento levaram à produção de formas únicas de vida em muitas regiões da terra.
regiões biogeográficas correspondem às massas de terras isoladas há muitos milhões de anos pelo deslocamento continental.
os deslocamentos continentais ocorreram até o final do cretáceo há 70 milhões de anos.
as grandes regiões amplamente aceitas são Neártica, Paleártica, Etiopiana, Oriental, Australiana e Neotropical.
condições ambientais semelhantes dentro de cada região levaram à evolução de soluções semelhantes.
Qualquer espécie viva pode, em tese, reproduzir-se e aumentar numericamente de forma ilimitada. Apenas um casal de elefante, por exemplo, apesar de se reproduzir lentamente (em relação a outros animais), poderia ter 15 milhões de descendentes em 500 anos. Segundo a teoria da evolução pela seleção natural proposta por Darwin, assinale a alternativa que melhor justifica o fato que o mundo hoje não estar coberto por elefantes.
Os elefantes utilizam métodos contraceptivos para controlar o tamanho de sua prole.
A linha evolutiva dos elefantes se desenvolveu de forma a limitar as possibilidades de reprodução desta espécie, independentemente das condições do ambiente.
Apesar do ambiente apresentar recursos suficientes para uma reprodução desenfreada, a maioria das espécies não está adaptada para usufruir destes recursos.
Existe um mecanismo evolutivo que gera, de tempos em tempos, indivíduos da prole completamente estéreis.
Apesar do potencial de reprodução das espécies ser ilimitado, os recursos que o ambiente fornece são limitados. Sendo assim, existe uma competição por estes recursos e nem todos os nascidos podem sobreviver.
A teoria de Lamarck foi um importante marco na história da biologia, embora não tenha sido capaz de explicar convenientemente os mecanismos da evolução.
A interação curiosa entre malária e anemia falciforme pode ser um exemplo de co-evolução.
O número de aminoácidos diferentes que formam proteínas correspondentes em espécies diferentes é diretamente proporcional à distância evolucionária entre essas espécies.
Alterações das freqüências gênicas devidas a fatores casuais são mais observadas em populações pequenas, sendo esse fenômeno conhecido como oscilação ou deriva genética.
A teoria da abiogênese, apesar de contestada por Louis Pasteur, continua a ser cientificamente aceita.
O fluxo gênico é um mecanismo estocástico de alterações gênicas.
A era geológica atual também é chamada de Era dos Mamíferos devido à extraordinária diversidade desses animais que habitam florestas, desertos, prados e oceanos do planeta.
Uma explicação para esse sucesso é a seguinte:
A permanência de características que surgiam em certas linhagens de mamíferos tornava-os adaptados aos ambientes que estavam mudando.
Os mamíferos hoje controlam a Terra porque são mais adaptados ao ambiente do que os outros animais, tanto do ponto de vista fisiológico como do ecológico.
Os dinossauros, caso não tivessem se extinguido, teriam sido aniquilados por mamíferos ao longo do tempo.
Mudanças no ambiente levaram os mamíferos a adquirir características que, herdadas pelos descendentes, permitiam que estes sobrevivessem. A manutenção da temperatura corporal é um exemplo.
A tendência natural da evolução é caminhar em direção ao projeto biomecânico mais eficiente e de maior complexidade.