Entre as diversas técnicas persuasivas disponíveis ao labor
de relacionamento com públicos estratégicos, a mais
tradicional e poderosa, comprovada por larga experiência
histórica,
A
é o rádio que provê intimidade virtual, supera a distância,
desperta a imaginação e encanta pela tonalidade das
vozes que remete o imaginário social às narrativas de
encantamento.
B
é a oralidade, que provê aos interlocutores intimidade,
constituindo-se o contexto face a face na melhor
condição de comunicação para os fins da sedução,
afago e estimulação superando toda e qualquer outra
mídia existente.
C
é a televisão face a seu viés tecnológico que envolve
imagem, movimento, cor, voz e edição vibrante.
D
é o grafismo da era tipográfica que evoluiu agora ao
mundo das imagens coloridas das páginas de jornais
que por isso mesmo, devido a sua capacidade
renovação com projetos gráficos e editoriais inovadores,
tem alargado o número de leitores de periódicos em
todo o mundo.