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Entende-se que os espaços culturais são produzidos sob lógicas distintas: a lógica mercantil, a lógica republicana/distributiva e a lógica insurgente, categorizados respectivamente como Espaços Culturais Empreendedores, Espaços de Acesso à Cultura e Espaços Culturais Insurgentes. Dito isso, é correto afirmar:
A produção cultural é tomada como valor de troca nos Espaços de Acesso à Cultura.
Os Espaços Culturais Insurgentes constroem uma “contrapolítica” cultural, questionando espaços culturais produzidos pelo mercado e pelo Estado.
Devido ao caráter da sua programação, os espaços culturais comerciais conhecidos como “alternativos” estão fora da categoria Espaços Culturais Empreendedores.
As galerias de arte, as livrarias, os cinemas e os teatros são considerados exemplos de Espaços de Acesso à Cultura.
O entendimento da cultura como valor de uso implica que o espaço tenha ingressos gratuitos.