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A que tem como objetivo gerar um texto corrido, uma matéria jornalística, é chamada de entrevista jornalística tipo:
Pingue-Pongue.
Consultiva.
Icnográfica.
Isográfica.
Relato.
Assinale a alternativa correta sobre o trabalho do repórter de televisão e sobre as regras práticas frente à entrevista.
O repórter de televisão deve deixar o entrevistado falar à vontade para enriquecer o material, não interromper o raciocínio dele. Esse procedimento busca a objetividade.
Uma das regras básicas do repórter de televisão é entregar o microfone ao entrevistado, para deixá-lo à vontade e poder recolher melhor o material jornalístico.
O entrevistador de televisão deve mostrar, de forma educada, suas posições subjetivas, por exemplo, sacudindo a cabeça afirmativa ou negativamente, porque a entrevista é uma conversa, acima de tudo.
O repórter de televisão deve sempre seguir à risca a pauta traçada para a entrevista, mesmo diante de informações novas. Isso faz parte do planejamento e não deve jamais ser rompido.
Uma das atribuições do repórter de televisão é a produção dos contraplanos (regra dos 180º), que são os enquadramentos nos quais o repórter refaz as perguntas. Isso ocorre em função da edição.
Ao realizar uma entrevista, o jornalista deve observar os seguintes cuidados:
não utilizar gravadores, pois, ao perceber o uso do dispositivo, o entrevistado perde a espontaneidade.
informar apenas o tempo de duração da entrevista, sem informar o tema, a fim de evitar respostas ensaiadas.
sempre levar outro profissional para acompanhá-lo, a fim de garantir uma testemunha.
realizar perguntas breves e diretas, que não contenham uma resposta implícita.
evitar temas sensíveis, para poupar constrangimentos.
Relacione os três modelos de montagem de informação através da entrevista às suas respectivas características e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Modelo lógico, linear.
2. Modelo fragmentário, mosaico.
3. Modelo alógico, alinear (antimodelo).
( ) Pode ser usado principalmente quando se trata de perfil humano em que se usa a primeira pessoa de depoimento confessional; ou na reconstituição indireta de uma personalidade, utilizando a 3ª pessoa.
( ) Segue o modelo Pirâmide invertida. No caso de uma entrevista longa, é acompanhado de pergunta e resposta, intercala blocos, pausas de leitura, com intertítulos e outros recursos gráficos.
( ) Pode ser montado por meio de blocos, massas de texto, fotos e ilustrações, utilizando-se da narrativa indireta.
Esse modelo possibilita que o leitor entre na coerência interna do entrevistado.
2 – 1 – 3.
1 – 3 – 2.
3 – 1 – 2.
3 – 2 – 1.
2 – 3 – 1.
Entre as categorizações de entrevista, elencadas por Cremilda Medina, tem-se a de perfil humanizado. Em uma comunicação interna, em qual dessas produções da assessoria esse tipo de entrevista seria mais apropriado?
Jornal.
Boletim.
Análise.
Release.
Folder.
A entrevista é uma técnica fundamental de apuração jornalística e se dedica a ouvir fontes ligadas a um acontecimento, que podem ser oficiais, oficiosas, testemunhais, peritas, entre outras.
Certo
Errado
Sobre os diferentes tipos de entrevista jornalística, numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
(1) É representada pelas fontes de notícias factuais, pautas diárias com curto prazo de validade.
(2) É marcada com antecedência, apresentando ao entrevistado o tema da pauta.
(3) Também conhecida como coletiva de imprensa, ocorre com a participação de vários jornalistas.
(4) É concedida a um veículo de imprensa apenas, que divulgará o conteúdo em primeira mão.
( ) Entrevista individual
( ) Entrevista exclusiva
( ) Entrevista em grupo
( ) Entrevista de rotina
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
2, 1, 4, 3
2, 4, 3, 1
3, 4, 2, 1
4, 2, 3, 1
Com relação à organização, à dinâmica e às limitações das entrevistas coletivas, assinale a opção correta.
Entrevistas coletivas devem ser planejadas de modo a se ajustarem ao tempo de exposição do assessorado, ao número de perguntas previamente estabelecido e à escolha dos jornalistas convidados.
Em uma entrevista coletiva, a fim de se evitar desvio de finalidade ou tumulto, deve-se ater exclusivamente ao assunto para o qual a coletiva tenha sido convocada, cabendo preferencialmente ao assessor exercer esse controle no decorrer do evento.
Compete ao assessor de imprensa auxiliar o assessorado com relação à sua prerrogativa de não responder a perguntas indesejadas e, nesse caso, sinalizar para a próxima pergunta inscrita.
Entrevistas coletivas se justificam nas situações de anúncio de medidas e esclarecimentos de grande interesse público e nas de valorização de informações cuja importância não obteve a devida repercussão na mídia espontânea ou na mídia paga.
Entrevistas coletivas não constituem um momento adequado para um assessorado ou uma organização assumir publicamente erros ou fazer pedidos de desculpas ou retratações, pois o espaço indicado para isso é o da nota oficial.
Avalie as afirmativas a seguir, acerca da entrevista.
I. Para economizar tempo, o entrevistador deve fazer duas perguntas de uma vez.
II. O entrevistador deve fazer perguntas curtas e simples; perguntas longas e com divagações podem provocar respostas semelhantes.
III. Deve-se evitar perguntas que o entrevistado possa responder sim ou não, a menos que o objetivo do entrevistador seja receber esse tipo de resposta.
IV. As opiniões do entrevistador são sempre pertinentes e ele deve colocá-las a todo momento.
Estão corretas:
I e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II, III e IV.
“Muitas vezes esse relato atualizado do repórter se completa com uma entrevista. Nesse caso, ele abre olhando para a câmera, dá início ao assunto e depois volta para o entrevistado”.
O texto define
stand-up.
passagem.
nota coberta.
nota pelada.
flash.
Leia o texto abaixo:
“A entrevista é, pelo menos para os leigos, uma atividade jornalística, digamos, ‘espontânea’”. Associada à conversa, à convivência, não teria muitos segredos, podendo ser exercida por qualquer um de nós. Este livro especialíssimo de Carla Muhlhaus nos prova o contrário e nos conduz aos bastidores, muitas vezes tumultuados, da entrevista.
A autora começa mostrando uma evidência pouco sinalizada para os estudantes de Jornalismo: não há jornalismo sem entrevista. E isso porque o bom jornalismo praticamente se confunde com a arte de fazer perguntas”.
Heloísa Buarque de Hollanda – apresentação do livro POR TRÁS DA ENTREVISTA, de Carla Muhlhaus, Ed. Record, 2007, Rio de Janeiro.
Assinale a alternativa correta sobre a entrevista jornalística, tendo como base o texto acima e seus conhecimentos.
A entrevista jornalística é trabalho profissional, mas prescinde de planejamento, pauta, objetivos, por ser espontânea.
A entrevista é um trabalho comum ao jornalismo. A matéria pode ser apenas a entrevista ou a entrevista faz parte dela, implícita ou explicitamente.
Quanto mais genéricas forem as perguntas, mais qualidade haverá no material colhido.
A entrevista jornalística abre mão da técnica e busca apenas a criatividade das perguntas.
O jornalista deve planejar a entrevista e seguir fielmente o planejado, mesmo diante de novos fatos.
Sobre a ferramenta da entrevista, analise o texto a seguir: A entrevista tem como função cobrir um fato jornalístico contextualizando-o, aprofundando o que já foi noticiado, e dando voz a pelo menos um ponto de vista. (1ª parte) Uma entrevista é obrigatoriamente uma relação fechada entre o entrevistador e o entrevistado, independentemente do lugar físico ou veículo em que ela ocorre. (2ª parte) O texto está:
Correto em ambas as partes.
Correto apenas na segunda parte.
Correto apenas em sua primeira parte.
Totalmente incorreto.
Leia o texto abaixo:
Trecho da entrevista de Leila Diniz ao PASQUIM
SERGIO CABRAL. Qual é o autor com quem você gosta de trabalhar? 
LEILA. Paulo José. Essa é mole de responder.
TARSO DE CASTRO. Seu primeiro filme foi o do Domingos não foi?
LEILA. Todo mundo pensa que, de repente o Domingos botou essa mulherzinha lá pra trabalhar e foi a glória da vida. E realmente o Domingos foi a glória da vida, foi porreta paca fazer o filme. Mas antes eu fiz dois filmes: aquele alucinante “O mundo alegre de Helô” e um da Silvia Piñal, do Alcoriza. Um que fazia a empregadinha. Como é que chama? Do Luiz Alcoriza, aquele cara que foi assistente do Buñuel. O filme era uma (*) incrível. O nome era “Jogo Perigoso”. Tinha dois episódios e eu fazia um deles. Quando Domingos resolveu fazer “Todas As Mulheres do Mundo”, eu já estava existindo mais como atriz.
A entrevista de Leila Diniz ao jornal PASQUIM, em 1969, mudou os rumos desse gênero jornalístico no Brasil. Além de ser extensa, houve por bem respeitar a oralidade da conversa, inclusive, os palavrões, que foram substituídos por sinais gráficos.
Sobre esta entrevista, podemos classificá-la:
Caracteriza-se como entrevista em grupo (quanto aos entrevistados), do tipo entrevista de DECLARAÇÕES (o fato é o que importa), por tratar de assunto factual.
Classifica-se como entrevista coletiva, de personalidade, com texto corrido.
É uma longa entrevista, de personalidade (o destaque é a importância do próprio entrevistado), modelo pingue-pongue.
É entrevista de texto corrido. Quanto aos entrevistadores, é pessoal ou exclusiva.
Entrevista do tipo mista, ou seja, de declarações (o fato é o que importa) e de personalidade e modelo pergunta e resposta.
Esta iluminação é feita por trás do objeto, ajudando a dramatizar a imagem, servindo como recurso na ocultação da identidade de uma pessoa entrevistada. Trata-se de:
Back Light.
Rembrandt Light.
Side Ligh.
Shortside.
Nearside.
Muitos(as) consumidores(as) de informação associam o jornalismo somente à notícia. Apesar disso, nos mais variados meios de comunicação, são produzidos conteúdos bem mais amplos, com espaço para reflexão, aprofundamento, troca de ideias e descontração. Marques de Melo (2003) classificou essa variedade de produções jornalísticas em cinco gêneros: informativo, interpretativo, opinativo, diversional e utilitário. Partindo dessa definição, assinale a alternativa que retrata o gênero jornalístico em que deve ser enquadrada a produção entrevista.
Informativo
Interpretativo
Opinativo
Diversional
Segundo Nilson Lage (2002) em A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística, as fontes, sejam elas pessoais, institucionais, oficiais ou documentais, podem ser mais ou menos confiáveis.
Sobre as fontes oficiais, assinale a alternativa correta.
Essas fontes são aquelas que, apesar de reconhecidamente ligadas a uma entidade ou indivíduo, não estão, porém, autorizadas a falar em nome dela ou dele, o que significa que o que disserem poderá ser desmentido.
Essas fontes são mantidas pelo Estado, por instituições que preservam algum poder de Estado, como as juntas comerciais e os cartórios de ofício, por empresas e organizações, como sindicatos, associações, fundações, entre outras.
Essas fontes são protegidas, em regra, pelo anonimato, e o que dizem deve ser publicado off the record, isto é, sem menção da origem da informação.
Essas fontes não são obrigadas a fornecer informações de caráter social e estatístico do país, salvo em caso de solicitação judicial.
Tanto na elaboração de programas de rádio quanto de TV, saber entrevistar é um talento exigido do jornalista, pois é preciso fazer, às fontes, as perguntas fundamentais para obter as melhores informações e declarações e conseguir boas sonoras. Para que o momento da entrevista seja o mais proveitoso possível, o jornalista deve:
deixar a entrevista fluir de acordo com o desejo da fonte, para ganhar sua confiança, e só depois entrar no assunto da matéria
se preparar previamente para a entrevista com pesquisas sobre a fonte e sobre o tema a ser abordado, para fazer as perguntas mais pertinentes
deixar para obter as informações com a fonte no momento da entrevista, pois garante mais veracidade e emoção ao que está sendo dito
fazer apenas perguntas fechadas, presentes em seu questionário prévio, sem dar margem a outras questões para não se desviar de seu roteiro original
A entrevista cuja principal característica é a transcrição editada de perguntas do jornalista com as consecutivas respostas do entrevistado é chamada de
ping-pong.
voleio.
bate-volta.
painel.
A entrevista é uma prática antiga de se obter informações. No rádio, ela é de extrema importância porque consegue transmitir o que o jornalismo impresso muitas vezes não consegue: emoção.
Sobre a entrevista no rádio é correto afirmar que
para ser espontânea, deve-se evitar um planejamento.
é uma conversa entre o entrevistador e o entrevistado sem levar o público em conta.
repetir o nome do entrevistado pode deixar a conversa repetitiva. É bom falar apenas no início para apresentar o entrevistado ao público.
não se deve interromper o entrevistado antes que ele conclua o raciocínio. A interrupção no meio irrita o ouvinte e prejudica a edição posterior.
deve-se seguir sempre a pauta estabelecida, mesmo que em algum momento o entrevistado fale algo mais importante do que o que estava previsto.
Ao entrevistar uma pessoa, tanto no rádio, como na TV, é importante que sejam tomados certos cuidados.
Em relação ao tema, assinale a afirmativa correta.
Se o entrevistado for alguém que deve satisfações ao público, deve-se produzir uma entrevista-armadilha, ou seja, chamá-lo para comentar um assunto e abordar outro.
A entrevista é sempre um debate; o bate-boca deve ser estimulado para subir a audiência. Entrevistador e entrevistado devem ir para o confronto.
O jornalista deve perguntar sobre qualquer assunto, inclusive, se for artista, sobre a vida pessoal do entrevistado, mesmo que não tenha nada a ver com pauta.
Se o entrevistado for do tipo “escorregadio”, o jornalista deve lembrá-lo onde está, se for necessário, chegando até mesmo a ofendê-lo se ele se recusar a dar respostas objetivas.
O entrevistado tem o direito legal de não responder sobre determinado assunto e tem que ser respeitado em sua decisão.