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O advento da televisão, na década de 1950, contribuiu para a massificação dos públicos e para o avanço no sentido da concentração industrial dos meios de comunicação de massa, tanto do ponto de vista administrativo quanto do ponto de vista da produção da mensagem.
No contexto recente, a liberdade de expressão no Brasil foi reconquistada, com o fim do regime militar e a redemocratização do país, e foi consagrada pela Constituição de 1988.
Apenas a partir de 1821, com o decreto de Dom Pedro I suprimindo a censura prévia, começaram a surgir no Brasil veículos impressos independentes do poder central.
O termo “nanico” a que se refere o texto foi inspirado no formato tablóide adotado pela maioria dos jornais alternativos.
Um exemplo de jornal alternativo citado pelo texto foi O Pasquim, tablóide carioca que se tornou símbolo de resistência da imprensa à ditadura.
O Plano Cruzado foi instituído pelo governo:
Itamar Franco, em fevereiro de 1994.
Fernando Collor, em março de 1990.
José Sarney, em fevereiro de 1986.
Fernando Henrique, em fevereiro de 1998.
Tancredo Neves, em fevereiro de 1984.
O surgimento da empresa jornalística no Brasil ocorreu por volta de 1945.
A revista O Cruzeiro, que começou a circular na década de 1990, pode ser considerada como integrante da chamada imprensa marrom.
Historicamente, as agências de notícias surgiram com o objetivo de divulgar informações dos países orientais aos países ocidentais.
O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), criado por Getúlio Vargas, além de controlar a imprensa, servia como meio para divulgar a ideologia do Estado Novo.
São exemplos de dois momentos históricos de rigorosa censura à imprensa no Brasil: o Estado Novo e o regime militar.
A presença do sistema televisivo na sociedade gerou a expressão "primeira guerra televisual". Essa expressão teve origem na cobertura televisiva da guerra da(o):
Bósnia.
Coréia.
Vietnã.
Golfo.
Laos.
O mercado editorial de revistas no Brasil surgiu como desdobramento da “imprensa nanica”, a partir da edição do AI-5, em 1968. Um exemplo desse desdobramento foi a criação da revista O Cruzeiro, no mesmo ano.
Na história da imprensa brasileira, o jornalismo investigativo limita-se à televisão. Não há registro de reportagens investigativas em outros veículos. O caso Tim Lopes é ilustrativo da primazia desse gênero na TV.