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Leia o texto a seguir.
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A hostilidade do grande público era muito acentuada contra o big business americano, John Rockefeller, acusado de aspirar ao monopólio, de mover uma luta sem quartel às pequenas e médias empresas, de combater sem olhar a meios; numa palavra, de ser feroz, impiedoso, sanguinário.
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(DUARTE, J. (org.); MOUTINHO, A.V. et al. Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia: teoria e técnica. 5.ed. rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2018. sp.)
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Esse texto narra o contexto que propiciou o surgimento da assessoria de imprensa. No início do século passado, um jornalista profissional foi convidado a deixar o jornalismo para “mudar” a imagem do empresário John Rockfeller.
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o nome desse profissional.
Bob Woodward
Carl Bernstein
Hunter S. Thompson
Ivy Lee
Tom Wolfe
O papel do assessor de imprensa desenvolveu-se, no Brasil, vinculado à área da administração, na figura de um gestor dos fluxos internos de comunicação e recursos disponíveis, o que perdurou até os anos 1970.
No Brasil, a prática de Relações Públicas teve início em 1914, por meio da empresa canadense de eletricidade Light and Power, que depois virou Eletropaulo, então sob a liderança de Eduardo Pinheiro Lobo, patrono da profissão no País. No entanto, apesar de algumas iniciativas isoladas anteriores na esfera governamental, seu desenvolvimento só́ viria a ocorrer de fato a partir da década de 1950. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Ao longo da história, a prática das relações públicas passou de uma função meramente técnica para hoje ser entendida como uma função estratégica.
A atividade de relações passou por grandes transformações, mas não evoluiu ao longo do tempo.
A empresa canadense Light and Power impulsionou o desenvolvimento da atividade nos Estados Unidos.
Eduardo Pinheiro Lobo foi considerado o patrono da atividade de relações públicas porque promoveu seu desenvolvimento no Canadá.
O início da atividade no Brasil se deu com base em padrões europeus.
Com a migração de jornalistas para as assessorias de imprensa, desenvolveu-se um modelo brasileiro de assessoria, em que o papel do assessor compreende a produção de materiais mais completos jornalisticamente, prontos para publicação.
Em 1914, uma empresa estrangeira instalou-se no Brasil e sentiu a necessidade de criar um departamento de comunicação que auxiliasse na adequação dos procedimentos comunicacionais à cultura brasileira, buscando a criação de uma imagem positiva junto a este seu ‘novo’ público. Esse departamento ficou por 19 anos sob a tutela do engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo, que foi declarado Patrono das Relações Públicas no Brasil. O nome dessa empresa é
General Motors.
The Light and Power Co.
IBM.
Texaco Co.
International Rewaill Co.


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A respeito da evolução da comunicação nos contextos organizacionais brasileiros, assinale a opção correta.
Em um composto de comunicação, as únicas subáreas que não se integram à comunicação organizacional são as da comunicação mercadológica, ou seja, marketing, promoção, merchandising e venda pessoal.
Para a gestão da comunicação nas organizações, dentro de uma perspectiva de integração das atividades de jornalismo, relações públicas, publicidade, marketing e pesquisa de mercado, foi um marco no Brasil a experiência da empresa Rhodia, em meados da década de 80 do século passado.
No Brasil, a criação do campo teórico e de pesquisa que integra as áreas de comunicação organizacional e relações públicas coincidiu com a edição do Decreto-Lei n.º 63.283/1968, que regulamentou a profissão de relações públicas e a vinculou à respectiva habilitação nos cursos superiores de comunicação social.
A profissão de relações públicas, surgida nos Estados Unidos da América no final do século XIX, passou a ser exercida no Brasil com a instalação do departamento de relações públicas de uma empresa estrangeira.
Historicamente, o primeiro departamento de relações públicas autenticamente nacional é identificado com a criação da assessoria especial de relações públicas, durante o governo do presidente Garrastazu Médici.
A criação das assessorias de imprensa, após a Segunda Guerra Mundial, profissionalizou a intermediação entre instituições e/ou empresas e a mídia. Considerando as vantagens dessa profissionalização, é possível dizer que as assessorias:
aumentaram o salário dos jornalistas profissionais envolvidos na cobertura setorizada.
ampliaram consideravelmente a circulação dos jornais e a audiência das televisões.
levaram os administradores a perceber a relevância da informação ao público.
incrementaram a criação de novas editorias nas redações.
facilitaram a expansão de serviços on-line de notícias especializadas.