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Frases intercaladas e longas, palavras que rimam e cacófatos.
Os três itens são, de acordo com os princípios da linguagem jornalística, proibidos no texto dejornalismo impresso e radiojornalismo
jornalismo impresso e webjornalismo
radiojornalismo e webjornalismo
telejornalismo e radiojornalismo
webjornalismo e telejornalismo
Dadas as afirmações abaixo sobre texto para rádio,
I. A linguagem radiofônica deve primar pela adjetivação.
II. A linguagem radiofônica se baseia na oscilação de voz.
III. Timbre, entonação e ritmo são elementos para sugerir imagem no rádio.
IV. As entrevistas em radiojornalismo são chamadas sonoras.
verifica-se que estão corretas
I e III, apenas.
I, II, III e IV.
I, II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
O “Jornal Nacional” e o “Jornal da Band” sempre terminam com uma notícia descontraída como, por exemplo, um ladrão que ficou entalado em uma janela ou um assaltante que deu um tiro no próprio pé. Essas matérias são chamadas de
crônica animada.
feature.
perfil.
calhao.
caco.
Sobre textos jornalísticos para rádio, qual das alternativas está correta?
A redação do texto deve seguir as normas da ABNT, com espaçamento regular, recuo em citações e notas de rodapé, e sua leitura deve ser respeitada.
A adjetivação excessiva ou inadequada enfraquece a qualidade e o impacto da informação.
Os cacófatos devem ser evitados.
Nomes estrangeiros e termos técnicos devem ser omitidos.
As siglas seguem uma norma: apenas as menos conhecidas devem ser desdobradas, ficando as mais conhecidas isentas de explicação.
Assinale a alternativa que pode ser relacionada ao termo “retranca” em telejornalismo.
Erro grave de concordância verbal.
Tipo de locução durante a passagem de bloco.
Tipo de movimento da câmera em uma grua.
Formato da notícia acompanhado de uma palavra-chave que identifica o assunto.
Reportagem com a presença de dois repórteres, obrigatoriamente.
O Presidente do Tribunal de Justiça concedeu uma entrevista exclusiva a um canal de televisão. Depois da entrevista, o diretor de TV pediu que fossem gravados inserts. Eles são usados para
ajustes técnicos das câmeras.
confecção de chromakey.
substituir cenas por outras de idêntica duração.
transições fade in e fade out.
slow motion.
Emilio Prado (A estrutura da informação radiofônica) relaciona algumas considerações que atuam contra a clareza e a simplicidade. Ele, como a maioria dos editores de jornalismo radiofônico aconselha:
o uso dos adjetivos porque eles são importantes para qualificar a ação e transmitir corretamente a ideia.
evitar o uso do advérbio porque a sua ação modificadora é, em geral, desnecessária se forem utilizados termos definidos.
não utilizar um vocabulário corrente porque esse fato impede o enriquecimento do repertório do ouvinte.
evitar a repetição de fontes e nomes de pessoas nas matérias, porque existem pronomes para cumprir esse fim.
o uso da voz passiva porque ela dá uma dinâmica diferente ao ritmo da locução.
Quando um programa de rádio é definido como informativo, a quantidade de música, entretenimento ou publicidade mesclada à programação deve ser proporcional à quantidade de informações veiculadas, para prender a atenção dos ouvintes.
Considere que, durante uma entrada ao vivo de determinada matéria, os técnicos garantam a qualidade de imagem e som, o editor acerte o texto com o repórter e atualize as informações, o cinegrafista escolha o melhor enquadramento. Nessa situação, na hora da entrada ao vivo, se ocorrer algum problema na fala do repórter, a responsabilidade será da equipe toda.
Contribui para o equilíbrio da edição e do ritmo necessário às matérias a construção de um off longo seguido de uma sonora curta ou de um off curto seguido de uma sonora longa.
Ao gravar um off para a televisão, o repórter deve entrosar-se com o câmera, para que a narração da notícia mantenha alguma coerência com as imagens gravadas pelo cinegrafista e não sejam confundidas posteriormente, no processo de edição.
Em vídeos de hard news, a time line é composta de uma camada de vídeo e duas de áudio, sendo uma para as sonoras, offs e passagem, e outra para o BG.
Em matérias especiais, são imprescindíveis duas camadas de áudio e, pelo menos, três camadas de vídeo, o que se deve à quantidade elevada de entrevistados durante a produção do VT.
Para uma emissora de TV local fazer um stand up ao vivo para um telejornal, a partir de uma grande avenida distante poucos quilômetros da emissora, ela utiliza para a transmissão
uma antena parabólica.
um híbrido.
uma câmera wireless.
um link de microondas.
um roteador.
A lauda para telejornalismo segue, em praticamente todas as emissoras, um modelo no qual são colocadas as indicações de áudio e vídeo e todas as informações sobre a estrutura do telejornal, que permitem a sintonia de toda a equipe técnica e de jornalismo. Sobre a lauda, é INCORRETO afirmar que
a cabeça da matéria em telejornalismo é o texto que vai ser lido pelo apresentador em estúdio, introduzindo a matéria gravada.
as informações relativas ao vídeo são colocadas na coluna esquerda e os textos a serem lidos na coluna direita.
as palavras que os apresentadores introduzem, de forma improvisada e espontânea no texto, são chamados cacos.
a lauda para televisão é denominada script.
as partes, ou segmentos, que dividem o telejornal e ficam entre dois intervalos comerciais são chamados de breaks.
A redação de notícias para o rádio e para a TV possui características semelhantes, por exemplo, no que diz respeito ao uso de frases curtas e palavras de fácil compreensão. Contudo, a ausência de imagens e suportes gráficos na informação radiofônica obriga o redator a outros cuidados, que são específicos da linguagem radiofônica, dentre os quais,
usar linguagem coloquial.
evitar os vícios de linguagem, como a cacofonia.
evitar, ou ler com entonação diferenciada, números e listas.
apresentar ao público todos os entrevistados e participantes.
evitar o uso de jargões, frases feitas e lugares-comuns na redação de notícias.
Comumente, transmitem-se os programas jornalísticos locais de manhã e à noite, e os programas voltados ao público adolescente, de madrugada.
Nas reportagens televisivas, a linguagem técnica deve ter primazia sobre a coloquial; assim, em vez de droga deve ser dito entorpecente; em vez de morte, óbito; e em vez de preso, detento.
Em telejornalismo, denomina-se escalada o movimento de rotação da câmera ao redor de um eixo imaginário, realizado com o objetivo de atrair a atenção do telespectador.
Ao escrever um texto para rádio, o profissional de Assessoria de Comunicação deve se atentar para os seguintes cuidados, EXCETO:
A pontuação merece atenção especial, já que os sinais ortográficos são fundamentais para a respiração do apresentador/locutor e ditam a entonação da voz empregada.
Adjetivação excessiva e inadequada gera prejuízos a credibilidade, pois pode ferir a imparcialidade da informação.
Frases longas, além de dificultarem a apresentação ou locução, dificultam o entendimento da mensagem por parte do ouvinte.
O texto não deve ter ritmo para não ser confundido com literatura ou entretenimento, perdendo seu caráter informativo.
O uso da negativa deve ser evitado no lead, assim como afirmações referentes ao passado, como “ontem”, “semana passada” etc.