

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação aos serviços de telecomunicações no Brasil, assinale a opção correta.
As concessões e autorizações de serviços de radiodifusão no Brasil têm caráter de exclusividade e se sujeitam a restrições, quando envolvem a utilização de radiofrequência.
Os serviços de telecomunicações não executados diretamente pela União poderão ser explorados por concessão, autorização ou permissão, observadas as disposições do Código Brasileiro de Telecomunicações.
Os serviços de radiodifusão, os quais compreendem os de televisão, serão executados indiretamente pela União ou mediante concessão, autorização ou permissão.
Terão preferência para a concessão de serviços de radiodifusão as pessoas físicas de direito público interno, inclusive faculdades.
A outorga da concessão ou permissão de serviços de radiodifusão é prerrogativa do governador de cada estado da Federação.
Na produção de texto para televisão, as análises têm um caráter mais sensorial, pois envolvem sobretudo a visão e a audição do telespectador. Além disso, existem outros elementos que marcam a linguagem da televisão, os quais incluem
permanência, adesão, pouco envolvimento, aprofundamento e imagem.
coerência, texto-foguete, linguagem formal e coesão.
discurso, virtualidade, assinatura e pouco envolvimento.
predomínio do som, pequeno envolvimento, linguagem coloquial e aprofundamento.
instantaneidade, envolvimento mais profundo, superficialidade e audiência.
Para compreender alguns aspectos relativos à questão da imparcialidade e da objetividade, é possível analisar contextos anteriores e atuais. Assim, leia as asserções seguintes e destaque a alternativa correta.
Na era pré-televisão, a objetividade corrobora para o sensacionalismo e a tendência política dos jornais de massa.
Desde que a televisão se tornou uma das principais fontes de notícias, a objetividade passou a configurar como um virtude rara.
A ausência da objetividade não deve significar somente imprecisão e parcialidade.
Pesquisas realizadas sobre notícias ratificam cada vez mais a possibilidade da real neutralidade no jornalismo.
A objetividade possibilita oferecer verdades absolutas, algo crucial para o trabalho.
O editor de um telejornal de abrangência nacional foi um dos profissionais a receber um release informando que um grupo de pesquisadores acabara de descobrir uma nova espécie de planta, disponível na Mata Atlântica, nunca antes documentada. Devido às suas características únicas e potencial para avanços na pesquisa sobre a prevenção de Alzheimer, ele resolveu investir na apuração e posterior publicação da matéria.
Sua decisão está baseada fundamentalmente nos valores-notícia que integram a categoria
substantiva.
relativa à concorrência.
relativa ao meio de informação.
relativa ao produto.
Com relação ao telejornalismo, assinale a opção INCORRETA, segundo Pena (2013).
No telejornal, há a constante tentativa de manter o fato no presente, mesmo que ele tenha acontecido pela manhã e o veículo mostre a reportagem à noite.
O telejornal é uma polifonia de vozes. Uma apresentação de corpos que reportam imagens.
Embora o texto seja amplamente valorizado no telejornalismo, é a imagem que vai dar o verdadeiro significado da informação.
Cada vez mais, os telejornais pautam as conversas entre os cidadãos e, até mesmo, a própria agenda dos poderes públicos.
À notícia é produzida para ser consumida como um grande “lidão”. Mas o lide é subvertido, pois não há preocupação com o fato mais importante, e sim com o mais sedutor ou dramático.
Aparece na abertura do telejornal e traz um resumo do que será tratado naquela edição. Esse conceito refere-se à
passagem.
escalada.
chamada.
entrevista.
manchete.
É muito comum nos noticiários televisivos, três recursos que são utilizados como estruturas de construção de uma reportagem no telejornalismo. Assinale a alternativa correta, que corresponde à nomenclatura do recurso utilizado e à função, respectivamente:
É o nome dado à locução do repórter sem aparecer, somente a voz com a gravação do texto jornalístico; o off.
A passagem é o nome dado ao áudio do entrevistado.
O discurso é o texto escrito para um evento ou celebração.
A sonora é o nome dado à entrevista ou ao depoimento do personagem da reportagem.
O primeiro telejornal brasileiro a ser transmitido em rede nacional foi o
Repórter Esso, pela Rede Tupi de Televisão, em 1970.
Imagens do Dia, pela Rede Tupi de Televisão, em 1950.
Jornal Nacional, pela Rede Globo, em 1969.
TeleGlobo, pela Rede Globo, em 1965.
Em relação ao radiojornalismo e ao telejornalismo, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Radiodifusão de notícias e radiojornalismo são formas de produzir e divulgar conteúdo autoral no rádio.
( ) A prática de reproduzir notícias de agências ou de jornais e revistas impressas é conhecida como gillette press no rádio.
( ) Na TV, um debate que submete uma pessoa ou um grupo em evidência a um fogo cruzado de perguntas é conhecido como hearing.
( ) Testemunhal, biografia, previsão do tempo e entrevista são de gênero informativo, dentro da classificação radiojornalística.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – V – V – F.
V – F – F – F.
F – F – V – F.
F – V – F – V.
V – V – F – V.
No telejornalismo, as informações mais importantes devem ser apresentadas ao término da notícia, a fim de prender a atenção do telespectador até o final.
Certo
Errado
O radiojornalismo digital rompe com o modelo linear de consumo da informação, fornecendo ao ouvinte menor controle sobre o conteúdo.
Certo
Errado
Tudo aquilo que é publicado, ou feito para ser publicado, por um jornal, revista, radio jornal ou telejornal, incluindo textos e ilustrações (visuais ou sonoras), tanto o original de qualquer notícia, artigo ou crônica, quanto a sua forma impressa recebem, genericamente, o nome de:
Lide.
Nota.
Edição.
Matéria.
Capa.
No telejornalismo televisivo, as imagens têm grande importância e o texto que as acompanha deve ser redigido
de modo complexo e detalhado, descrevendo minuciosamente as imagens para que o público possa absorver as informações.
em estilo literário, abusando das metáforas e da linguagem figurativa, pois as imagens serão capazes de sanar dúvidas.
de forma opinativa, para que as opiniões pessoais do repórter guiem a interpretação das imagens.
em estilo acadêmico, com jargões e terminologia técnica para garantir a credibilidade e evitar a banalização das imagens.
de forma clara e concisa, com frases curtas e linguagem simples, que complementem o que pode ser observado nas imagens.
Na produção de um telejornal, a escolha do microfone adequado é crucial para garantir a qualidade do som. A partir disso, considere o cenário a seguir:
Um jornalista está realizando uma entrevista em um estúdio, sentado ao lado do entrevistado.
Qual o tipo de microfone mais apropriado para garantir a captação clara e consistente da voz de ambos os participantes, sem captar ruídos indesejados do ambiente?
Microfone de mão.
Microfone de vara (boom).
Microfone de mesa.
Microfone de lapela.
As manchetes do telejornal narradas pelos apresentadores no início do programa são corretamente chamadas de
nota pelada.
escalada.
nota coberta.
teaser.
Com relação ao telejornalismo, analise os itens a seguir e assinale a sequência correta:
I. O apresentador faz um acréscimo de informação, no fim da reportagem, utilizando imagens da matéria.
II. Uma informação fornecida, no fim do VT, a título de acréscimo ou mais esclarecimento.
III. É um formato de notícia que transmite informações sobre fatos, gravado ou ao vivo, de pé, por um repórter, no local do acontecimento.
I. Nota coberta; II. Nota-pé; III. Stand-up.
I. Nota-pé; II. Stand-up; III. Nota coberta.
I. Stand up; II. Nota coberta; III. Nota-pé.
I. Nota coberta; II. Stand up; III. Nota-pé.
Leia o trecho a seguir.
O telejornalismo apócrifo tem se tornado uma prática contumaz na composição dos noticiários televisivos. Talvez a dinâmica das imagens apócrifas seja mais sedutora do que a transmissão de informações que, mesmo muito relevantes, se restrinjam a cenas “estáticas” de apresentadores narrando “notas secas”.
AGUIAR e ANDRADE, 2019.
Nele, os autores buscam compreender as mudanças no telejornalismo, a partir do uso de
imagens amadoras ou de vídeo-vigilância na constituição de produtos noticiosos.
recursos de inteligência artificial para criação de imagens verossímeis conhecidas como deepfake.
movimentos de câmera que priorizem a interação entre os apresentadores no estúdio e os repórteres em externa.
kit mojo (jornalismo mobile) que permite que o repórter atue também como cinegrafista nas reportagens externas.
notas cobertas com imagens produzidas pela editoria de arte dos telejornais.
Na gravação da previsão do tempo para um telejornal, o apresentador é filmado com um fundo azul ou verde que, na edição, é removido eletronicamente e substituído por um mapa do tempo, dando a impressão de que o apresentador está ao lado de um mapa. Esse efeito, comum na produção de telejornais e outras produções audiovisuais, é chamado de
Storytelling.
Buffering.
Fade on.
Fade in.
Chroma key.
Os termos “nota coberta”, “nota seca” e “nota-pé” são muito utilizados no telejornalismo.
Leia atentamente as afirmações abaixo relativas a esses termos:
I. A nota coberta é aquela veiculada na TV com narração (geralmente do apresentador) e com imagens.
II. A nota seca é feita pelo apresentador direto da bancada.
III. O número de notas cobertas é sempre o mesmo em uma edição de telejornal.
IV. Nota-pé complementa a notícia do VT com informação adicional e é narrada pelo apresentador direto da bancada.
V. O recurso da nota seca não é utilizado para dar uma notícia importante de última hora, apurada com o jornal no ar.
VI. Na nota-pé, muitas vezes o apresentador lê um comunicado oficial/resposta de uma empresa ou instituição citada na matéria que, por um motivo qualquer, não atendeu aos pedidos da produção e do repórter.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
I, II, III e IV.
I, II, IV e VI.
II, III, V e VI.
II, IV, V e VI.
O editor de um telejornal incluiu, de última hora, uma informação que não estava prevista no script do programa. A notícia foi lida pelo apresentador desacompanhada de imagens.
No meio televisivo essa informação é chamada de
Nota pelada.
Passagem.
Nota pé.
Off.
Nota coberta