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A eficácia de uma campanha depende mais de aspectos chocantes da mensagem que de fatores ligados à própria audiência, como é o caso, por exemplo, das campanhas contra o tabagismo, que apresentam, no verso dos maços, imagens de doenças causadas pelo hábito de fumar.
A teoria crítica e a pesquisa administrativa compartilham da mesma visão de cultura de massa: cultura popular oriunda de práticas genuinamente ligadas a história, visão de mundo e sociabilidade de grupos.
A teoria da bala mágica pressupõe a existência de uma sociedade de massa, isto é, um grupo de pessoas que vive para além de laços comunitários e de culturas locais. Já a audiência é um grupo de pessoas mais propenso a ser manipulado pelos meios de comunicação.
Na teoria matemática da comunicação, o conceito de redundância aborda a capacidade que uma mensagem, codificada em um sinal, tem de resistir à ação dos ruídos presentes no canal, os quais competem com a mensagem e, em certo grau, ferem-lhe a integridade.
Ao denunciarem práticas ameaçadoras à sociedade — como, por exemplo, o consumo de crack —, os meios de comunicação operam de acordo com a abordagem funcionalista da comunicação social.
O poder que as fontes oficiais exercem sobre a pauta dos jornalistas levou teóricos da comunicação, como, por exemplo, Stuart Hall, a classificarem essas fontes como definidores primários (primary definers) e os jornalistas como definidores secundários (secondary definers), mesmo quando estes não mantêm com as fontes oficiais uma relação de subserviência.
Os conceitos de culto de personalidade e de estética da recepção estão associados, pois ambos tratam da tendência das massas de se deixarem influenciar por grandes personalidades, como os políticos carismáticos e os pop stars.
Denomina-se disfunção narcotizante a apatia provocada na audiência pela informação da mídia, que é capaz de prover informação, mas ao mesmo tempo não produz envolvimento e atividade política nos receptores.
Pressupõe-se da abordagem psicológico-experimental que as respostas da audiência a determinada mensagem sejam mediadas por processos psicológicos intervenientes, amenizando-se o caráter mecanicista de paradigmas teóricos anteriores.
O conceito de decodificação, analiticamente dividido em três formas — hegemônica, negociada e aberrante — está ligado à perspectiva dos estudos culturais e tem como pressuposto que a audiência é ativa, ou seja, negocia com o emissor o significado da mensagem.
A questão “quem diz o quê a quem, por que canal e com quais efeitos” fornece um mapeamento para a pesquisa em comunicação social e sugere, entre outros, análises de conteúdo, controle e efeitos.
A maior parte das técnicas de reportagem baseia-se, teoricamente, na chamada sociologia do emissor e dá origem ao processo de produção da notícia, denominado newsmaking.
A teoria dos aparelhos ideológicos de Estado, de Louis Althusser, considera aparelho ideológico de Estado apenas os segmentos da mídia que estão em poder do Estado, como, por exemplo, as emissoras estatais.
De acordo com o fluxo da comunicação em dois passos (two-step flow), que atribui aos meios de comunicação o papel de traduzir os acontecimentos para a audiência, o primeiro passo é da realidade para a mídia; o segundo, da mídia para o público.
Para se construir uma mensagem capaz de convencer determinada audiência de uma tese, a credibilidade do comunicador, a ordem da argumentação, a complexidade desta e a explicitação das conclusões dependem do perfil da audiência.
A mídia é capaz de transmitir esclarecimentos acerca do consumo consciente e, paradoxalmente, estimular o superconsumo por meio de estratégias de marketing e de publicidade. Os desconfortos decorrentes de paradoxos dessa natureza podem ser explicados com base na teoria das dissonâncias cognitivas.
A sociologia da comunicação preocupa-se com a comunicação como fato mediador da sociabilidade, e não propriamente com a comunicação tomada como objeto teórico.
A sociologia da comunicação surgiu a partir da invenção da prensa de tipos móveis, no século XV, e atingiu seu ápice a partir do surgimento da comunicação de massa no final do século XVIII, com os jornais impressos.
Na cultura de massa, os elementos antropológicos relacionados tanto aos objetos de consumo quanto ao consumidor são destacados pela teoria culturológica. Pin-ups, jukeboxes e a mídia que cultua os faits-divers são objetos de estudo dessa teoria.
Desde o ponto de vista das teorias contemporâneas sobre recepção
1 é verdadeira a idéia de que o emissor tem o poder pleno de controlar o clima de opinião pública sendo falsa a idéia de polissemia.
2 é falsa a idéia de que o emissor tem o poder pleno de controlar o clima de opinião pública.
3 é verdadeira a idéia de polissemia.
Está (ão) correta(s)