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Em um evento, no momento de entregar o aparelhinho receptor de audiodescrição, você se aproxima de uma pessoa com deficiência visual que está acompanhada de uma pessoa que enxerga. A atitude mais adequada é comunicar-se
com o acompanhante para que ele faça a intermediação entre você e a pessoa com deficiência visual.
com a pessoa com deficiência visual, sem indicar que você se dirige a ela.
diretamente com a pessoa com deficiência visual.
única e exclusivamente com o acompanhante.
com a pessoa com deficiência visual e com o acompanhante ao mesmo tempo.
No teatro já foram experimentados diferentes tipos de audiodescrição, desde a tradicional: feita via microfone, cuja recepção acontece individualmente pelos usuários que estejam equipados com aparelhos receptores; passando por audiodescrições abertas: aquelas que são acessadas por todos os frequentadores ouvintes do espaço; e chegando àquela que se integra ao evento, que é feita pelos próprios atores em cena. Há também um quarto tipo, porém, que é fortemente desencorajado por especialistas e usuários, por não conseguirem plena sincronia com a peça, além de desconsiderar o fator humano de um espetáculo dessa natureza. Ou seja: entradas e saídas podem ser atrasadas, além de possivelmente acontecerem erros. Essa é a audiodescrição
anônima.
ao vivo.
dublada.
pré-gravada.
sussurrada.
Há dois termos comumente usados pelos audiodescritores para nomear as notas que antecedem os serviços de acessibilidade: as Notas
Proêmias e Notas Antecessoras.
Proêmias e Notas Introdutórias.
Introdutórias e Notas Antecedentes.
Introdutórias e Prólogo.
Antecessoras e Notas de Introdução.
Uma personagem deve ser nomeada
quando o filme se inicia, facilitando assim o entendimento do usuário.
quando o filme termina, caso a história não dê o nome.
no momento em que o nome dela é citado no filme.
quando o audiodescritor desejar, porque teve acesso ao roteiro do filme.
quando o consultor achar importante.
Maria usa uma saia branca e rendada.
É muito importante saber escolher quais palavras utilizar em uma audiodescrição para não gerar orações com duplo sentido. No exemplo citado há um verbo frequentemente usado nesse tipo de situação que – de acordo com o contexto – provoca uma percepção equivocada da audiodescrição. O verbo que pode sugerir uma ação que está acontecendo é
trajar.
lavar.
costurar.
vestir.
despir.
Audiodescrever a arquitetura de um espaço expositivo tem a função de informar ao usuário como é o lugar onde ele está introduzido. Contudo, além desta função, há uma segunda que não está diretamente ligada ao puro entretenimento da pessoa cega e/ou com baixa visão: saber onde ficam as escadas, elevadores e saídas de emergência, o que também pode garantir ao usuário melhores condições de
segurança, pois o conhecimento, em caso de necessidade, pode dar à pessoa cega e/ou com baixa visão melhores condições de fuga.
satisfação, pois a pessoa cega e/ou com baixa visão, deste modo, deve se sentir mais integrada ao público e ao ambiente ao redor.
consumo, pois, deste modo, ao saber de todas as características do ambiente, o usuário poderá usufruir com plenitude também das áreas de compras.
liberdade, pois, deste modo, ao conhecer a arquitetura de um espaço expositivo, o usuário terá plena autonomia em quaisquer outros que venha a frequentar.
autonomia, pois, deste modo, na exposição que se instale em outra temporada, o usuário já terá informações essenciais de fruição das obras.
Voice-over é uma técnica de tradução audiovisual na qual as vozes dos atores são gravadas sobre a faixa de áudio original que pode ser ouvida em segundo plano. O Voice-over associado à audiodescrição serve para a
leitura das legendas, o que promove a inclusão das pessoas cegas e com baixa visão.
leitura das legendas, o que promove a inclusão das pessoas surdas e ensurdecidas.
leitura das legendas, o que promove a inclusão das pessoas cegas e videntes.
dublagem, o que promove a inclusão das pessoas cegas e com baixa visão.
dublagem, o que promove a inclusão de pessoas autistas, analfabetas ou com deficiência intelectual.
Considere o mapa abaixo:

A audiodescrição que melhor corresponde à imagem é:
À esquerda estão as Américas do Norte e do Sul; ao centro, a Europa e a África; e à direita, a Ásia e a Oceania.
À direita estão as Américas do Norte e do Sul; ao centro, a Europa e a África; e à esquerda, a Ásia e a Oceania.
À esquerda estão as Américas do Norte e do Sul; ao centro, a Ásia e a África; e à direita, a Europa e a Oceania.
À esquerda estão a Ásia e a Oceania; ao centro, as Américas do Norte e do Sul; e à direita, a Europa e a África.
À esquerda estão as Américas do Norte e do Sul; ao centro, a Ásia e a África; e à direita, a Oceania.
Considere a foto abaixo:

A audiodescrição que corresponde melhor a esta imagem é:
Foto de duas taças e um copo. À esquerda está a taça mais alta com um líquido claro e pedaços de pera descascada, com uma tira de pera fincada na borda. Ao centro está a taça mais baixa com um pedaço de kiwi. À direita está o copo, que é alto, com rodelas de limão e laranja. Nele há uma rodela de laranja e uma de limão fincadas na borda.
Foto de duas taças e um copo. À esquerda está a taça mais alta com um líquido claro e pedaços de maçã descascada, com uma tira de maçã fincada na borda. Ao centro está a taça mais baixa com um pedaço de kiwi. À direita está o copo, que é alto, com rodelas de limão e laranja. Nele há uma rodela de laranja e uma de limão fincadas na borda.
Foto de duas taças e um copo. À direita está a taça mais alta com um líquido claro e pedaços de maçã descascada, com uma tira de maçã fincada na borda. Ao centro está a taça mais baixa com um pedaço de kiwi. À esquerda está o copo, que é alto, com rodelas de limão e laranja. Nele há uma rodela de laranja e uma de limão fincadas na borda.
Foto de duas taças e um copo. À esquerda está a taça mais alta com um líquido opaco e pedaços de maçã descascada, com uma tira de maçã fincada na borda. Ao centro está a taça mais baixa com um pedaço de kiwi. À direita está o copo, que é alto, com rodelas de limão e laranja. Nele há uma rodela de laranja e uma de limão fincadas na borda.
Foto de duas taças e um copo. À esquerda está a taça mais baixa com um líquido claro e pedaços de maçã descascada, com uma tira de maçã fincada na borda. Ao centro está a taça mais alta com um pedaço de kiwi. À direita está o copo, que é alto, com rodelas de limão e laranja. Nele há uma rodela de laranja e uma de limão fincadas na borda.
Recomenda-se que em audiodescrição, sobretudo naquela que será gravada, evite-se ao máximo a ocorrência de cacofonias, efeito que se observa em
boca da noite.
entrar dentro.
uma mão.
entre a cruz e a espada.
um casarão.
Beatriz entrega a toalha de banho para o filho.
Abaixo há algumas audiodescrições sinônimas a esta. Uma delas, no entanto, traz consigo mais de um significado, por causa do duplo sentido do verbo que a rege. Essa audiodescrição é:
Beatriz oferece a toalha de banho para o filho.
Beatriz estende a toalha de banho para o filho.
Beatriz dá a toalha de banho para o filho.
Beatriz pega a toalha de banho para o filho.
Beatriz puxa a toalha de banho para o filho.
O policial mira com o revólver. (SOM DE TIRO) O bandido cai no chão.
Em casos como o apresentado nesta audiodescrição, em que está clara a origem e o propósito do som, a audiodescrição deve
descrever o ruído de qualquer maneira, garantindo que todos compreendam a cena.
ignorar o ruído, pois ele não tem relevância dentro do contexto apresentado.
descrever o tiro, assim garante-se a clareza de quem atirou.
descrever o tiro, fazendo sobreposição para que o usuário preste atenção somente no recurso de acessibilidade. Desse modo, fica garantido que o espectador compreenda a história contada.
ignorar o som do tiro, porque sua origem e propósito estão claros.
O projeto #PraCegoVer, criado no dia 4 de janeiro de 2012 pela professora Patrícia Braille, traz para as redes sociais a função
educativa e exclusiva.
educativa e instrutiva.
educativa e inclusiva.
integrativa e inclusiva.
integrativa e instrutiva.
Em museus, além da audiodescrição e do audioguia, há outras maneiras de acessibilizar uma exposição para que pessoas com deficiência visual possam usufruir de seu conteúdo. Alguns exemplos desses recursos são:
rampas, educadores falantes de Libras e totens rebaixados.
maquetes táteis, educadores treinados para guiar e audiodescrever e informativos impressos em Braille e letras ampliadas.
maquetes táteis, educadores falantes de Libras e banheiros adaptados.
educadores treinados para guiar e audiodescrever, rampas e elevadores.
cães-guia, maquetes táteis e informativos em Braille e em letras ampliadas.
O personagem X cambaleia. O personagem Y cai no chão. O personagem X pega a sua adaga e golpeia. A audiodescrição que serve para dissolver a ambiguidade da audiodescrição exposta acima é:
O personagem X cambaleia. O personagem Y cai no chão. O personagem X pega a adaga dele e golpeia.
O personagem X cambaleia. O personagem Y cai no chão. O personagem X pega a própria adaga e golpeia o outro.
O personagem X cambaleia. O personagem Y cai no chão. Ele pega uma adaga e golpeia.
O personagem X cambaleia. O personagem Y cai no chão. O personagem pega uma adaga e golpeia.
O personagem X cambaleia. O personagem Y cai no chão. Um deles está ferido.