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Em 31/12/2024, uma entidade do setor público possuía registrado no ativo imobilizado um bem com valor contábil líquido de R$ 35.000. Após reavaliação, o ativo passou a ser mensurado por R$ 50.000, sendo reconhecida uma reserva de reavaliação no montante de R$ 15.000. Considerando que esse ativo possui vida útil de 10 anos, é depreciado pelo método linear e não apresenta valor residual, é CORRETO afirmar que o valor a ser registrado como variação patrimonial diminutiva em 31/12/2025, em decorrência da depreciação foi:
R$ 1.500.
R$ 3.500.
R$ 5.000.
R$ 6.500.
A reavaliação de ativo imobilizado, por aumentar seu valor contábil, constitui variação patrimonial aumentativa classificada como receita patrimonial do período.
Certo
Errado
Considere que você é contador(a) de determinado órgão público. Entre as suas atribuições, está o controle contábil dos ativos imobilizados. O órgão público no qual você atua nunca havia realizado reavaliação de ativos, realizando-a pela primeira vez no exercício de 2023. Nessa ocasião, foram reavaliados os itens de duas classes de ativos: terrenos e edifícios. Foi constatada, ainda, a necessidade de reavaliação anual desses bens, tendo sido feita também nos exercícios de 2024 e 2025. Os valores levantados nesses três exercícios são os seguintes:



Com base nesses valores, é correto afirmar que, no exercício de 2025, você contabilizou
R$ 56.500 a débito no PL e R$ R$ 74.000 a crédito no PL.
R$ 74.000 a crédito no PL, R$ 13.500 a débito no PL e R$ 43.000 a crédito no resultado.
R$ 44.000 a crédito no PL, R$ 61.000 a débito no PL, R$ 12.500 a crédito no resultado e R$ 13.000 a crédito no resultado.
R$ 17.000 a crédito no PL e R$ 500 a crédito no resultado.
R$ 44.000 a débito no PL, R$ 61.000 a crédito no PL, R$ 12.500 a débito no resultado e R$ 13.000 a crédito no resultado.
Ganhos com reavaliação de ativos imobilizados e remensuração de ativos financeiros disponíveis para venda devem ser sempre classificados como receitas no resultado do exercício.
Certo
Errado
Conforme o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público — MCASP (10.ª edição), se o valor contábil da classe do ativo aumentar em virtude da reavaliação, esse aumento deverá ser creditado
como ajustes de exercícios anteriores.
como controles credores, em contas de natureza da informação de controle.
como variação aumentativa do exercício, em contas de resultado.
diretamente à conta de reserva de reavaliação.
como conta redutora do respectivo ativo reavaliado.


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O patrimônio histórico mantido por uma Assembleia Legislativa pode ter seu valor contábil ajustado sempre que houver defasagem significativa entre o valor registrado e seu valor justo. Essa atualização patrimonial é essencial para garantir a fidedignidade das demonstrações financeiras e a transparência na gestão dos bens públicos. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
A depreciação de bens históricos em Assembleias Legislativas deve seguir as mesmas regras aplicáveis a bens móveis e equipamentos, considerando exclusivamente a vida útil estimada, sem necessidade de avaliação periódica de seu valor justo.
O registro contábil da reavaliação de bens patrimoniais históricos deve ser realizado por meio de lançamento exclusivo no passivo, sem impacto sobre a conta de ativo, uma vez que se trata de um ajuste patrimonial de valorização.
A atualização do valor de bens patrimoniais históricos depende exclusivamente da decisão da administração pública, sem exigência de embasamento técnico, laudos periciais ou divulgação em notas explicativas.
A reavaliação de um bem patrimonial histórico ocorre quando seu valor contábil está defasado em relação ao seu valor justo, sendo necessário registrar esse ajuste em contas patrimoniais e divulgar os critérios adotados em notas explicativas.
Se ocorrer aumento do valor contábil da classe do ativo em decorrência de reavaliação, tal aumento deverá ser creditado diretamente à conta de reserva de reavaliação.
Certo
Errado
Suponha que um Ente público possua registrado no seu ativo um imóvel cujo valor contábil líquido é inferior ao valor de mercado. Sendo assim, o responsável pelo patrimônio do Ente providenciou um Laudo especializado para reavaliação do bem, chegando ao seu valor justo, que supera em R$ 70.000,00 o valor contábil líquido. Para concretizar o registro, o responsável pela contabilidade deve debitar a conta do Ativo Imobilizado e creditar a conta:
Receita com reavaliação – conta de resultado.
Ajuste de avaliação patrimonial – patrimônio líquido.
Realizável a longo prazo – ativo.
Ativo intangível - ativo.
Despesa com depreciação – conta de resultado.
O Setor de Patrimônio e Almoxarifado de um ente da Federação realizou a reavaliação de um ativo imobilizado. O resultado dessa reavaliação demonstrou um valor negativo, indicando a redução do valor contábil desse bem. Além disso, a contabilidade do ente comunicou que não tem saldo registrado na conta de reserva de reavaliação. Nesse contexto, em situações de reavaliação negativa, essa diminuição deve ser contabilizada como redução no:
Resultado do período, em conta de variação patrimonial diminutiva.
Patrimônio líquido, em conta de ajuste de exercícios anteriores.
Patrimônio líquido, em conta de ajuste de avaliação patrimonial.
Ativo imobilizado, em conta retificadora.
debitar o ativo imobilizado reavaliado: R$ 170.000; e creditar a receita operacional: R$ 170.000.
debitar o ativo imobilizado reavaliado: R$ 180.000; e creditar a receita operacional: R$ 180.000.
debitar o ativo imobilizado reavaliado: R$ 170.000; e creditar a reserva de reavaliação: R$ 170.000.
debitar o ativo imobilizado reavaliado: R$ 180.000; e creditar a receita não operacional: R$ 180.000.
não incorporar o valor apresentado, visto que o procedimento de reavaliação de ativos não encontra amparo legal.


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Nas entidades do setor público, a principal razão de se manterem ativos imobilizados e outros ativos é voltada para o potencial de serviços desses ativos e não para a sua capacidade de gerar fluxos de caixa. A respeito dos ativos imobilizados, assinale a alternativa correta.
O modelo do valor realizável líquido utilizado para mensurar o ativo imobilizado consiste no valor de aquisição, produção ou construção menos a depreciação acumulada e as perdas acumuladas em cada período.
Nos casos de doação de ativos do imobilizado, estes devem ser registrados pelo valor recuperável na data da doação, mas deverá ser considerado o valor resultante da avaliação obtida com base em informações dadas pelo doador.
A entidade pública deverá evidenciar em notas explicativas o critério de mensuração ou avaliação dos ativos do imobilizado obtidos a título gratuito e oneroso, devendo agregar ao valor desses ativos os gastos que não gerem benefícios futuros.
O ativo imobilizado é reconhecido inicialmente com base no valor de aquisição, produção ou construção, e, após esse reconhecimento inicial, a entidade detentora do ativo deve optar entre valorá-lo pelo modelo do custo ou da reavaliação.
Quando os elementos do ativo imobilizado tiverem vida útil econômica limitada, ficam sujeitos à depreciação, amortização ou exaustão esporádica, devendo utilizar para fins de cálculo os mesmos percentuais utilizados para fins fiscais.