Questões de Concurso sobre Expoentes da Vitimologia

 
 
Disciplina 1
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Uma vítima que, ao querer registrar uma ocorrência, encontra resistência ou desamparo da família, dos colegas de trabalho e dos amigos, resultando num desestímulo para a formalização do registro, ocasiona o que é chamado de “cifra negra”. Neste caso, estamos diante da vitimização


A

primária.


B

secundária.


C

quaternária.


D

quintenária.


E

terciária.

O sofrimento adicional causado à vítima por órgãos oficiais do Estado como, por exemplo, fóruns e delegacias, acarretando considerável aumento dos índices de subnotificação, que são os crimes que não chegam ao conhecimento das autoridades públicas, é chamado de vitimização

A
terciária.

B
primária.

C
precoce.

D
secundária.

E
indireta.

Entende-se por sobrevitimização


A

a vitimização secundária, a qual consiste em sofrimento causado à vítima pelas instâncias formais da justiça criminal.


B

a vitimização secundária, a qual consiste em efeitos decorrentes do crime, como, por exemplo, o dano patrimonial, físico e moral sofridos pela vítima, como consequência do crime.


C

a vitimização primária, a qual consiste em discriminação oriunda do círculo de relacionamentos familiares e sociais da vítima, em razão do delito.


D

a vitimização primária, a qual consiste em efeitos decorrentes do crime, como, por exemplo, o dano patrimonial, físico e moral sofridos pela vítima, como consequência do crime.


E

a vitimização terciária, a qual consiste em discriminação oriunda do círculo de relacionamentos familiares e sociais da vítima, em razão do delito.

A falta de amparo dos órgãos públicos às vítimas, a omissão do Estado e da sociedade proporcionam, muitas vezes, o não registro do crime, ocorrendo o que se chama de “cifra negra” (quantidade de crimes que não chegam ao conhecimento do Estado). O fenômeno mencionado é conhecido por vitimização


A

quintenária.


B

terciária.


C

quaternária.


D

secundária.


E

primária.

Entende(m)-se por vitimização terciária


A

os danos materiais e morais diretamente causados pelo delito, em face da vítima.


B

a conduta de terceiros ou de eventos oriundos da natureza.


C

o aborrecimento e o temor causados pela necessidade de comparecer aos órgãos encarregados de persecução criminal para o formal registro da ocorrência bem como para a indicação de seu algoz.


D

a discriminação que a vítima recebe de seus familiares, amigos e colegas de trabalho, em forma de segregação e humilhação, por conta do delito por ela sofrido.


E

a sobrevitimização, como o suicídio ou a autolesão.

Entende-se por vitimização terciária


A

o sofrimento causado pela posterior perseguição da vítima pelo autor do crime.


B

os prejuízos causados pelo crime praticado contra a vítima.


C

aquela oriunda dos familiares e do círculo de relações sociais da vítima, que a segregam, excluem e até humilham, em virtude do crime por ela sofrido.


D

o sofrimento causado pelos órgãos públicos encarregados da persecução criminal.


E

aquela denominada “terceirização da vitimização”, isto é, advinda de terceiros, estranhos ao círculo de familiares e amigos da vítima.

O sofrimento provocado pela conduta violadora dos direitos da vítima, resultado da ocorrência de um delito, é chamado de


A

vitimização secundária.


B

subvitimização.


C

sobrevitimização.


D

vitimização primária.


E

vitimização terciária.

São _________ as prostitutas, os travestis e os usuários de drogas, por possuírem predisposição permanente e inconsciente de atraírem os criminosos para si.


A

vítimas simbólicas


B

vítimas latentes


C

iter victimae


D

vítimas omissas


E

pseudovítimas

Para a Vitimologia, a vítima agressora, simuladora ou imaginária também é conhecida por


A

vítima inocente.


B

vítima menos culpada que o criminoso.


C

vítima tão culpada quanto o criminoso.


D

pseudovítima ou vítima totalmente culpada.


E

vítima ideal.

Considere os acontecimentos abaixo.


I. No dia 16 de outubro, após um dia exaustivo de trabalho, quando chegava em sua casa, às 23:00 horas, em um bairro afastado da cidade, Maria foi estuprada. Naquela mesma data, fora acionada a polícia, quando então foi lavrado boletim de ocorrência e tomadas as providências médico-legais, que constatou as lesões sofridas.

II. Após o fato, Maria passou a perceber que seus vizinhos, que já sabiam do ocorrido, a olhavam de forma sarcástica, como se ela tivesse dado causa ao fato e até tomou conhecimento de comentários maldosos, tais como: “também com as roupas que usa (...)”, “também como anda, rebolando para cima e para baixo” e etc., o que a deixou profundamente magoada, humilhada e indignada.

III. Em novembro, fora à Delegacia de Polícia prestar informações, quando relatou o ocorrido, relembrando todo o drama vivido. Em dezembro fora ao fórum da Comarca, onde mais uma vez, Maria foi questionada sobre os fatos, revivendo mais uma vez o trauma do ocorrido.


Os acontecimentos I, II e III relatam, respectivamente processos de vitimização:


A

primária, secundária e terciária.


B

primária, terciária e secundária.


C

secundária, primária e terciária.


D

terciária, primária e secundária.


E

secundária, terciária e primária.

 
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