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João, funcionário público municipal, de forma dolosa, ou seja, com vontade livre e consciente, recebeu R$ 2.000,00 da empresa Arco-Íris. O dono da empresa é seu compadre, e João recebeu o valor para intermediar, junto à Prefeitura de Itaara, a aplicação de verba pública para reestruturação de uma praça. Dessa forma, João:
Não praticou ato de improbidade por não ter recebido um valor alto.
Não praticou ato de improbidade devido ao dono da empresa ser seu compadre.
Não praticou ato de improbidade por ser algo corriqueiro e aceitável.
Não praticou ato de improbidade, pois agiu com vontade livre e consciente.
Praticou ato de improbidade administrativa, pois agiu com vontade livre e consciente.