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Uma instalação industrial de segurança crítica mantém rígidos protocolos de controle ra...

Uma instalação industrial de segurança crítica mantém rígidos protocolos de controle radiológico, com monitoramento contínuo de radionuclídeos (átomos de núcleos instáveis) no ar e sistemas de exaustão projetados prioritariamente para essa finalidade. Durante uma auditoria interna, o engenheiro ambiental constatou que, embora o monitoramento radiológico seja minucioso, não há qualquer controle sistemático sobre as emissões de gases refrigerantes de alto GWP (Global Warming Potential, em português Potencial de Aquecimento Global), nem sobre vapores químicos utilizados em processos auxiliares. A equipe de radioproteção argumentou que tais compostos não representam risco radiológico e, portanto, não foram incluídos nos programas de vigilância.


Considerando a predominância institucional do controle radiológico e as atribuições do engenheiro ambiental, a ação mais adequada é


A

manter o foco exclusivamente no monitoramento radiológico, pois as normas setoriais já determinam as prioridades de controle na instalação.


B

estabelecer um programa de monitoramento ambiental específico para gases não radiológicos, criando inventário de emissões, protocolos de contenção e integração das informações com o sistema de gestão ambiental da instalação.


C

solicitar que todos os gases e vapores sejam avaliados pela equipe de radioproteção, já que a responsabilidade pelo ar ambiente é exclusiva desse setor.


D

suspender imediatamente os processos que utilizam gases de alto GWP, independentemente de sua função operacional, para evitar conflitos entre as áreas de radioproteção e meio ambiente.


E

reportar a ausência de controle ao órgão regulador radiológico, pois qualquer emissão atmosférica, mesmo não radioativa, viola diretamente as normas de proteção radiológica.