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Segundo entendimento do STJ, na hipótese de ser...

Segundo entendimento do STJ, na hipótese de ser formalizado, por escritura pública, pacto antenupcial que não seja seguido pelo casamento, permanecendo o casal a conviver sob a forma de união estável, esse pacto


A

poderá ser aproveitado na sua eficácia como contrato de convivência, devendo reger a união estável desde que os conviventes expressamente manifestem vontade nesse sentido.


B

não poderá ser aproveitado como contrato de convivência por ser considerado inexistente.


C

poderá ser aproveitado na sua eficácia como contrato de convivência, devendo reger a união estável.


D

não poderá ser aproveitado como contrato de convivência por ser ineficaz.


E

não poderá ser aproveitado como contrato de convivência por ser inválido.