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Jonas foi preso em flagrante pela prática do crime de tráfico ilícito de substâncias en...

Jonas foi preso em flagrante pela prática do crime de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes. Ao ser conduzido à delegacia de polícia, foi qualificado e comunicado por um agente policial que, embora portasse sua carteira de identidade, deveria ser submetido à identificação dactiloscópica. O advogado de Jonas, por sua vez, afirmou que essa prática não seria correta.


À luz da sistemática constitucional, com abstração de qualquer regulamentação legal, é correto afirmar que:


A

é vedada, em qualquer caso, a identificação de Jonas;


B

é compulsória a identificação de qualquer preso, inclusive de Jonas;


C

é obrigatória a identificação de Jonas, considerando as circunstâncias indicadas na narrativa;


D

é vedada a identificação nas circunstâncias indicadas, ressalvadas as hipóteses previstas em lei;


E

é imperativa a identificação de Jonas, sendo resguardado o seu direito de se negar a colaborar.