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Um delegatário da serventia extrajudicial, em razão do seu ofício, precisou analisar a ...

Um delegatário da serventia extrajudicial, em razão do seu ofício, precisou analisar a situação pessoal de Anne, que nasceu no território brasileiro quando seus pais, de nacionalidade turca, aqui se encontravam a serviço da embaixada alemã. Meses após o nascimento, a família se mudou para a Guatemala. Ao atingir a idade de 18 anos, Anne requereu a nacionalidade guatemalteca, o que foi deferido; três anos depois, ela passou a residir definitivamente no Brasil.


Em relação à situação de Anne, o delegatário concluiu corretamente que ela é:


A

estrangeira, mas pode optar pela nacionalidade brasileira;


B

brasileira nata, não podendo renunciar a essa nacionalidade;


C

estrangeira, não podendo readquirir a nacionalidade brasileira;


D

estrangeira, mas pode se naturalizar brasileira caso resida no território brasileiro por 15 anos e sem condenação penal;


E

brasileira nata, podendo vir a renunciar a essa nacionalidade, o que não ocorreu com a obtenção da nacionalidade guatemalteca.