Analise o seguinte caso: “Tulius”, reincidente
em crime doloso, partícipe de crime de seqüestro
ou cárcere privado, interrogado no inquérito
pela autoridade policial, além de assumir seu
envolvimento no ilícito, indicou o local onde se
achava a vítima, o que permitiu a sua libertação
com a integridade física preservada. No mesmo
interrogatório “Tulius” delatou os seus comparsas
– autores executores do crime, os quais foram
identificados e posteriormente presos preventivamente.
Ele poderá obter perdão judicial por força da
delação premiada?
A
Sim, pois ele preenche todos os requisitos
exigidos pela Lei n. 9.807/99.
B
Não, pois “Tulius” não é primário.
C
Sim, porque não se trata de delito patrimonial
praticado com violência ou grave ameaça
à pessoa.
D
Não, pois se trata de crime contra a liberdade
da pessoa.