Questões de Concurso sobre Confissão

 
 
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Considere a seguinte situação hipotética.

Durante o trâmite de uma ação judicial, João confessou fatos relevantes para a resolução do conflito. Posteriormente, João informou ao juiz da causa ter-se arrependido da confissão e solicitado a revogação do ato.

Nessa situação, caberá ao juiz indeferir o pedido de João com base no caráter irrevogável da confissão.


C
Certo

E
Errado

Sobre a confissão no Código de Processo Civil vigente, é correto afirmar:


A

Quando emanar de erro, pode ser revogada por ação anulatória, tenha ou não transitado em julgado a sentença da qual se constituiu em um dos fundamentos.


B

Cabe ao confitente ou, se já falecido, aos seus herdeiros o direito de propor a ação para fins de revogar a confissão quando esta emanou de dolo.


C

A confissão é sempre indivisível, não podendo a parte, que a quiser invocar como prova, aceitá-la no tópico que a beneficiar e rejeitá-la no que lhe for desfavorável.


D

Pode ser revogada por ação rescisória, depois de transitada em julgado a sentença da qual constituir um dos seus fundamentos.


E

Nas ações que versarem sobre bens imóveis ou direitos sobre imóveis alheios, a confissão de um cônjuge não valerá sem a do outro.

Com relação ao instituto da confissão, assinale a alternativa INCORRETA:


A

Nas ações que versarem sobre bens imóveis ou direitos sobre imóveis alheios, a confissão de um cônjuge não valerá sem a do outro.


B

A confissão espontânea pode ser feita pela própria parte, ou por mandatário com poderes especiais.


C

A confissão extrajudicial, feita por escrito à parte, a quem a represente ou a terceiro, mesmo que não interessado, tem a mesma eficácia probatória da judicial.


D

A confissão judicial faz prova contra o confitente, não prejudicando, todavia, os litisconsortes.

Com relação à confissão, aponte a alternativa incorreta:


A

pode ser extrajudicial ou judicial e, esta última, provocada ou espontânea. Admite-se que a espontânea seja realizada por procurador ao qual tenham sido conferidos poderes especiais;


B

quando emanar de dolo pode ser revogada por ação anulatória, quando pendente o processo em que foi feita;


C

quando emanar de dolo, pode ser revogada por ação rescisória, quando já transitada em julgado a sentença que a considerou como um de seus fundamentos;


D

quando contida em testamento, não tem a mesma força probatória que a confissão judícial;


E

necessita da autorização do outro cônjuge, para operar seus efeitos, nas ações que versem sobre bens imóveis.

De acordo com o Código de Processo Civil, é INCORRETO afirmar que a confissão


A

judicial faz prova contra o confitente, não prejudicando, todavia, os litisconsortes.


B

extrajudicial, feita por escrito à parte ou a quem a represente, tem a mesma eficácia probatória da judicial.


C

é, de regra, indivisível, não podendo a parte, que a quiser invocar como prova, aceitá-la no tópico que a beneficiar e rejeitá-la no que lhe for desfavorável.


D

de um cônjuge não valerá sem a do outro, nas ações que versarem sobre bens imóveis.


E

provocada poderá ser feita pela própria parte, ou por mandatário com poderes especiais.

A confissão


A

extrajudicial não gera efeitos no processo judicial.


B

é ato unilateral e privativo do réu, a ser praticada pessoalmente.


C

judicial quando emanada de erro pode ser revogada mediante ação anulatória ou ação rescisória.


D

espontânea não pode ser feita por mandatário, ainda que com poderes especiais.


E

de um dos réus não é admitida, em havendo litisconsórcio passivo necessário.

 
 
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