O Banco Pague Direitinho S/A ajuizou uma execução de título extrajudicial contra Mauro, cobrando o valor de R$ 1.000.000,00. O processo correu por 3 anos sem qualquer sucesso na busca através dos meios convencionais de localização de patrimônio. As pesquisas nos sistemas conveniados ao Tribunal não indicaram nenhum bem passível de penhora.
A instituição financeira, então, requereu a adoção de medidas executivas atípicas, o que foi indeferido pelo juízo.
A partir desse contexto, considerando a jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que: